quinta-feira, 30 de junho de 2011

TV COFECI: FRANQUIAS

REDIMOB LANÇA SUPORTE NOS IDIOMAS INGLÊS E ESPANHOL

Nesta nova etapa, a rede social do setor imobiliário se consolida como uma importante ferramenta de conexão com o mercado imobiliário mundial.

Globalizar relacionamentos não é mais um diferencial, mas uma necessidade no mercado imobiliário. O Redimob, como rede social temática do setor, deu mais um passo para ser uma ferramenta que facilite a globalização deste mercado. Agora apresenta suporte também nos idiomas inglês e espanhol. Basta o usuário escolher entre as novas opções no topo da página (ao lado direito).

O Diretor Executivo da Quay, empresa tecnológica responsável por este novo suporte, Selvino de Souza, explica que todo conteúdo gerado pelos membros do Redimob serão apresentados no idioma de origem publicado. A partir do momento que o usuário optar por um dos idiomas, toda a interface do Redimob será alterada automaticamente. “Desta forma, um usuário europeu, por exemplo, poderá utilizar o Redimob com facilidade, visualizando as ferramentas em inglês ou espanhol e publicando conteúdo no idioma de sua preferência”, diz Selvino de Souza, que ainda complementa. “Além disso, mantivemos todo o conteúdo e facilidades em português, para os nossos usuários ativos, que movimentam a rede social do setor imobiliário no Brasil”.

A alteração será mantida, se o usuário modificar suas preferências nas configurações, caso contrário a apresentação será baseada no seu cadastro original.

O Redimob constantemente adota iniciativas para qualificar e aproximar os corretores de imóveis do mercado imobiliário internacional. Recentemente citado como um dos sites mais influenciadores do mercado imobiliário, na pesquisa nacional “Raio-X do Marketing Imobiliário no Brasil”, realizada pelo Blog MarketingImob, o Redimob aposta que a tecnologia pode ser uma grande aliada para os profissionais do setor se conectarem com outros mercados.

Para alcançar este objetivo, ações off line também são de fundamental importância. A realização do ciclo de eventos Corretor Global, que ocorreu nas capitais: Rio de Janeiro, Brasília, Natal e São Paulo; bem como a realização do Leadership Fórum, que reuniu lideranças nacionais e internacionais do mercado em Brasília, no mês de junho, propiciaram a expansão destes relacionamentos.

Sobre o Redimob

O Redimob é uma rede social temática voltada para o setor imobiliário, que proporciona um ambiente de conexão global e interação entre profissionais que formam o setor. No Redimob, cada pessoa cria o próprio perfil e pode contribuir com a produção de conteúdos, convidar contatos para participar e encontrar amigos e/ou possíveis parceiros de negócios. A estrutura é composta por pessoas que através de suas participações, comentários, relacionamentos e contribuições, formam a rede.

Fonte:Thatiana Sousa Sestrem via E-mail


CRECI - PR DIVULGA A PROGRAMAÇÃO DO 4º. CONSIM

A programação do 4º. Congresso Sul Imobiliário – CONSIM – será composta por palestras, oficinas, debates e cases. O formato adotado disponibilizará atividades simultâneas em que os participantes poderão optar por temas do seu interesse. Neste ano, o CONSIM terá como tema principal as mudanças e evoluções do setor diante dos grandes eventos esportivos que se realizarão no Brasil: a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Nos três dias de congresso os corretores de imóveis, investidores e empresários terão a oportunidade de discutir a realidade e o rumo do setor imobiliário brasileiro. O 4º CONSIM será realizado, em Foz do Iguaçu, de 29 de setembro a 01 de outubro.

A palestra de abertura, realizada na noite do dia 29 de setembro, focalizará os investimentos disponibilizados pelo governo brasileiro em prol dos eventos esportivos mundiais sediados pelo país. A intenção é apresentar aos congressistas como o mercado imobiliário reagirá sob este impacto.

O presidente do COFECI, João Teodoro da Silva, abrirá o segundo dia do Congresso com a palestra Corretor Global. Após esta atividade, os participantes terão à sua disposição 6 oficinas, destas poderão escolher duas para participar. No primeiro horário ocorrerão oficinas sobre Minha Casa Minha Vida, Angariação e Tributação. O segundo horário terá atividades sobre Franquias Imobiliárias, Locação e Lançamentos x Imóveis Usados. Para fechar este dia, haverá a palestra Evolução do Mercado Imobiliário com o diretor da Cyrela Sul, Ricardo Batista.

O último dia do 4º. CONSIM apresentará o case Mulheres de Sucesso. Três corretoras de imóveis ministrarão um debate sobre como ser influente e bem sucedida profissionalmente. A palestra de encerramento será motivacional.

O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (Creci/PR), Alfredo Canezin, afirma que a programação do 4º. CONSIM está focada em estabelecer e estimular estratégias para os profissionais atuarem no mercado imobiliário. “Queremos preparar a categoria para estar à altura das evoluções do setor e fazer com que os profissionais saibam transformar as oportunidades em lucro”.

O evento é uma promoção do Creci/PR, com a co-realização do Cofeci, Creci/RS e Creci/SC.

Clique no banner para ampliar: Fonte: Graciele Zepson via E-mail
Assessora de Imprensa Creci/PR
(41) 3262-5505
www.crecipr.gov.br

DIVULGAÇÃO: UNIFACS - CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS

O Curso Superior de Tecnologia em Negócios Imobiliários proporciona ao aluno o instrumental técnico para desempenho de funções e papéis de forma autônoma nas empresas e demais organizações que compõem o setor imobiliário. - A EAD UNIFACS estende, atualmente, o seu portifólio de cursos para outras localidades, por meio do Ensino a Distância e o Curso Superior de Tecnologia em Negócios Imobiliários faz parte deste portifólio permitindo a atualização daqueles profissionais já inseridos no mercado de trabalho que procuram ampliar os seus conhecimentos para um melhor desempenho profissional.

Duração: 2 anos

Coordenação:
Viviane Almeida Andrade
Email: viviane.andrade@unifacs.br
Mestre em Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social (CEPPEV - Centro de Pós graduação e Pesquisa Visconde de Cairu), Especialista em Gestão e Desenvolvimento Humano (CEPPEV), Administradora (CAIRU) e, Pedagoga (UNIFACS). Coordenadora de Educação e Conscienciologia na ABRH - Associação Brasileira de Recursos Humanos e Consultora Organizacional e Pedagógica.

Para conhecer melhor o curso, agende uma visita com a Coordenadora pelos telefones:
71 3232 – 4000 (Salvador e Região Metropolitana)
0800 284 0212 (Demais Localidades)

Clique no link para acessar o site: http://nuppead.unifacs.br/curso_gradtec_tni.html

ANÚNCIOS CLASSIFICADOS NA PALMA DAS MÃOS?

Paulo Fernandes em sua palestra Plataforma de Sistemas e Redes Sociais no III ENBRACI

A nova era da mobilidade, com a utilização de smarthphones e tablets também tem presença significativa no mercado imobiliário. O usuário pode agora pesquisar, ver e compartilhar um imóvel em qualquer local, usando apenas seu smartphone. Acompanhando esta tendência, a área de Classificados Redimob também está disponível na versão mobile, revolucionando o modo de acesso aos anúncios classificados de imóveis.

Segundo o fundador da empresa Multivector Tecnologia de Informação, Paulo Fernandes, o Redimob Classificados foi desenvolvido utilizando a tecnologia AdClip. A grande aposta deste aplicativo é no seu aspecto agradável e facilidade de utilização, aliado a diversas funcionalidades, entre elas: a pesquisa avançada ou por texto livre; a apresentação detalhada de informação com georeferenciação de imóveis e slideshow de fotos; filtros e ordenação de anúncios para melhorar a experiência de pesquisa do usuário; compartilhamento de anúncios nas redes sociais como Facebook e Twitter e a possibilidade de adicionar classificados à área de favoritos para consulta posterior.

“Como o uso dessas aplicações ocorrem em situações do cotidiano, é fundamental desenvolver um sistema que não obrigue o usuário a apreder a utilizar, mas que isto ocorra naturalmente”, ressalta.

Rede Mundial de anúncios classificados

Outro diferencial deste novo sistema é o fato de permitir a pesquisa de anúncios classificados em todo mundo, onde basta selecionar a opção “país de pesquisa”. “Deste modo, é possível não só um corretor de imóveis de determinada região ver os seus produtos apresentados a potenciais clientes no exterior, como também ser contactado por interessados no Brasil, tudo no interior do Redimob”, explica Fernandes.

Embora os aplicativos móveis sejam uma evolução na área de anúncios classificados, tais ferramentas vem a complementar outros formatos de divulgação de anúncios, como jornais e portais de internet. “Isto permite ao usuário acessar a informação em qualquer local, a qualquer hora, em qualquer situação. Deste modo, os anunciantes têm mais possibilidades de apresentar os seus produtos e serviços”, afirma o empresário.

O Redimob Classificados está disponível para download gratuito na Apple App Store e no Android Market. O aplicativo pode ser instalado em qualquer iPhone, iPod touch e iPad com sistema operacional iOS 3.0 ou superiores, ou em qualquer dispositivo com sistema operacional Android 1.6 ou superior.

Novidades em breve

A versão mobile do Classificados Redimob terá novidades em breve, como a publicação de anúncios diretamente a partir da aplicação e também será possível acessar à área reservada AdClip para criação de conta, consulta de dados e outras operações. “Estaremos também atentos ao feedback dos usuários que com certeza serão uma fonte importante de novos caminhos para a evolução do projeto”, finaliza Fernandes.

Fonte: Release INCorporativa

LOPES CONSULTORIA AMPLIA ATIVIDADES NO MERCADO IMOBILIÁRIO DA BAHIA

Salvador - O crescimento do mercado imobiliário em Salvador estimula novos investimentos na unidade baiana da Lopes, maior empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários do Brasil. Serão contratados 150 novos corretores de imóveis, a sede da empresa em Ondina passará por uma ampla reforma e também há previsão de abertura de novas filiais no Estado.

O diretor de atendimento da empresa na Bahia, Renato Albuquerque (Foto), observa que os novos investimentos são resultado do crescimento da empresa na Bahia e pela quantidade recorde de lançamentos que a Lopes terá ainda este ano. Em 2010 a Lopes Bahia vendeu aproximadamente 2.000 unidades e a previsão para 2011 é que esse número chegue a 3.000.

A Lopes é uma empresa com mais de 75 anos de história, que presta serviços a incorporadores, compradores e vendedores de imóveis, nos mercados popular, médio e alto padrão. Para os representantes da empresa, a capital baiana configura excelentes oportunidades de mercado, por se tratar da 3ª. maior cidade do país e também por apresentar constante crescimento no setor imobiliário.

Fonte: Jornal da Mídia

quarta-feira, 29 de junho de 2011

OS CONTRATOS DE ALUGUEL COM VENCIMENTO EM JULHO TERÃO MENOR REAJUSTE DO ANO

Os contratos de aluguel de imóveis com vencimento em julho terão menor reajuste do ano, devido à desaceleração de 0,18% do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) – indicador usado no reajuste das locações. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (29). No acumulado de 12 meses, no entanto, o indicador ainda se mantém acima da inflação ao registrar 8,65%, sendo a menor taxa desde setembro do ano passado – quando estava em 7,77%.

Inflação deve fechar 2011 em 5,8%

No mês passado, o reajuste dos aluguéis teve variação de 9,77% enquanto em maio ficou em 10,60%. A notícia é boa do ponto de vista de que o indicador sofreu diversos picos no início do ano, devido à aceleração geral dos preços.

Com a inflação oficial batendo a meta do governo, de 6,5% ao ano, todos os indicadores atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acabavam subindo.

A perspectiva neste momento, no entanto, é positiva. Mais cedo, o Banco Central elevou a projeção de inflação para 5,8% ao ano.

Apesar do aumento, o valor é inferior ao atual, de 6,55%, o que indica que até dezembro os preços devem desacelerar com efeito direto em todos os indicadores gerais, como o do aluguel.

Fonte: R7 Notícias

FORECI CAMPO GRANDE - MS


A Federação Nacional dos Corretores de Imóveis, juntamente com seus Sindicatos filiados, patrocinadores e apoiadores de todas as regiões brasileiras, ciente da importância destes mercados, vem oferecendo aos profissionais do setor um ciclo de Fóruns Regionais dos Profissionais Corretores de Imóveis (FORECI's), que servirão como base de um amplo esforço de se criar uma atuação unificada em bases nacionais para a categoria.

Palestras, cursos e debates com grandes expoentes do mercado imobiliário, em todas as suas pontas, são as ferramentas para se criar uma ponte sólida entre o regional e o nacional, possibilitando, efetivamente, aos corretores de imóveis brasileiros uma inserção no mercado imobiliário global.

terça-feira, 28 de junho de 2011

A "EXATIDÃO" E O "ALTO GRAU DE RIGOR CIENTÍFICO" DAS AVALIAÇÕES DE IMÓVEIS FEITAS PELA CEF

Cliente pode pedir relatório da avaliação
DE SÃO PAULO

Os bancos permitem que o cliente tenha acesso ao laudo completo feito pelo avaliador do imóvel.
"É um documento interno, mas não é restrito. Se a pessoa quiser ver, não haverá impedimento", afirma Nédio Henrique Rosselli Filho, gerente regional de Habitação da Caixa Econômica Federal.
O que as instituições não aceitam é uma avaliação feita por empresa que não seja indicada por elas.
"Consideramos só o laudo que a Caixa faz", determina Rosselli. "Se houver algum tipo de litígio, o que nunca acontece, o cliente poderá eventualmente apresentar o laudo de uma outra empresa como parâmetro ou justificativa."
Sobre os critérios usados na obtenção do valor do imóvel, Rosselli comenta que o avaliador "anota todas as placas de venda e os telefones das imobiliárias da região" na busca de parâmetros comparativos.
"Se não há oferta [na região], ele pode se basear nos preços de um bairro similar. Para um imóvel no Itaim [zona oeste], ele pode considerar valores de Moema [zona sul] na comparação", exemplifica.
"O porteiro e o zelador também funcionam como um agente de informação, pois há prédios que não colocam placas de venda. O engenheiro não pode se basear só nesse dado, tem que ter outras amostras. A rigor ele deveria confirmar essa informação com o vendedor ou o comprador da unidade."
Marcelo Manhães, da OAB-SP, lembra que uma referência "muito próxima do preço de mercado" do imóvel é o seu valor, definido pela prefeitura, para a cobrança de ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis).
Ele pode ser consultado, para propriedades localizadas na cidade de São Paulo, no endereço www3.prefeitura.sp. gov.br/tvm/frm_tvm _consulta_valor.aspx.

Fonte: Folha de S. Paulo. Adaptado por Verbo Comunicação Empresarial.

COMENTÁRIO DO EDITOR:

Segundo afirmação da CEF -"Só consideramos o laudo que a CEF faz".

Vejam sob que critérios:

O perito avaliador anota PLACAS DE VENDA e TELEFONES DAS IMOBILIÁRIAS DA REGIÃO. Este é um trabalho que requer alto rigor científico e precisão, para o qual os Corretores de Imóveis não estão habilitados. Este mister é exclusivo dos Engenheiros e Arquitetos.

-Podem ser feitas comparações em regiões distintas do imóvel avaliando. Para os peritos avaliadores da CEF só existe o Método Comparativo de Dados de Mercado.(?!)

-Sob a ótica da CEF, PORTEIROS E ZELADORES foram guindados a "AGENTES DE INFORMAÇÃO" e são fundamentais quando não há placa de venda no imóvel avaliando.

-Também a OAB, evidenciando sua "expertise" em Avaliação Imobiliária, sugere o valor definido para cobrança do ITBI como elemento na comparação de preços do imóvel avaliando.

Depois de toda esta análise técnica que depende de conhecimentos técnicos-científicos especializados (?!), laudo pronto e ART recolhida, está pronta a avaliação inquestionável.

A luta ferrenha do sistema CONFEA e do IBAPE para que o Corretor de Imóveis não seja oficialmente habilitado junto às instituições financeiras e ao judiciário, pois legalmente já o é, a fazer Avaliações Imobiliárias, objetiva impedir que caia por terra este mito construído no exclusivismo dos engenheiros e arquitetos escudados na manipulação em causa própria da ABNT e se descortine para a sociedade a forma irresponsável com que os Engenheiros e Arquitetos tratam a Avaliação Imobiliária, notadamente as avaliações da CEF, como o texto publicado pela Folha de S. Paulo evidencia, temendo a presença, neste nicho de mercado, de quem realmente entende de valor mercadológico, este tão susceptível a mudanças e influenciado por inúmeras variáveis, o profissional Corretor de Imóveis.

Quanto a ser profissional de nível superior, os Técnólogos em Negócios Imobiliários, os Gestores Imobiliários, detêm um conteúdo específico, muito mais abrangente e completo sobre o tema, ouso dizer, como professor de cursos superiores e especialista na área imobiliária, bastante superior ao conhecimento ofertado por faculdades de Engenharia e Arquitetura. Esquecem os Engenheiros e Arquitetos que a finalidade precípua de suas profissões não é a Avaliação de Imóveis e que o conhecimento científico sobre o tema, como qualquer outro, é livre de direitos autorais.

Na letra fria da matéria veiculada na Folha de S. Paulo, ficam evidenciadas a superficialidade e a irresponsabilidade que, sob a exclusividade e reserva de mercado dos profissionais de engenharia e arquitetura, permeiam estas avaliações, se é que assim podemos chamar.

Diferentemente dos engenheiros e arquitetos, a Avaliação de Imóveis é inerente ao profissional Corretor de Imóveis não podendo, jamais, dele ser dissociada. QUEM TEM OLHOS PARA VER, QUE VEJA!

Ah! Já ia esquecendo de mencionar, que segundo a ABNT, são de atribuição privativa dos engenheiros em suas diversas especialidades, dos arquitetos, dos engenheiros agrônomos, dos geólogos, dos geógrafos e metereologistas, registrados no CREA, as atividades de vistorias, perícias, avaliações e arbitramentos relativos a bens móveis e imóveis, suas partes integrantes e pertences, máquinas e instalações industriais, obras e serviços de utilidade pública, recursos naturais e bens e direitos que, de qualquer forma, para sua rxistência ou utilização, sejam de atribuição dessas profissões.

8 DICAS PARA PEQUENOS INVESTIDORES DO MERCADO IMOBILIÁRIO

Pequenas empresas do setor imobiliário e investidores com capital reduzido que buscam viabilizar construções residenciais de menor porte, deparam-se com a falta de preparo para o desenvolvimento de produtos imobiliários, isto é, empreendimentos que atendam as necessidades do público-alvo e ao mesmo tempo sejam rentáveis para os empreendedores.

Sem querer esgotar o assunto, apresento neste artigo algumas orientações básicas para quem deseja atuar de forma competente e profissional no mercado.

Grandes empresas possuem profissionais especializados com gerências em boa parte das etapas que descreverei, mas é a não é a realidade para grande parcela de construtoras e incorporadoras do país.

Seguem as etapas fundamentais:

1º - Escolha do Terreno

Sabe-se que boa parte do sucesso do empreendimento passa por escolher um terreno que atenda requisitos básicos como a "qualidade" da vizinhança, verificação de eventuais áreas degradadas no entorno, condições de posicionamento com relação ao sol, vista comprometida, nível de poluição, quantidade de serviços disponíveis como creche, escola, comércio, transporte público, além de barreiras ambientais e legais para construção.
Dê atenção a esta etapa. Faça parceria com um bom corretor ou imobiliária, que pode lhe ajudar a dar foco e ganhar tempo.

2ª - Vocação do Terreno e Negociação

Cada terreno possui um público-alvo específico e alguns produtos imobiliários que podem ser desenvolvidos, conforme renda, idade, ocupação do chefe de família, estilo de vida, perfil cultural, fatores sociais e entorno do futuro empreendimento, por exemplo.
Nesta fase, é importante definir o posicionamento e a proposta de valor para o mercado. Aquilo que se pretende passar para o consumidor. Será que a empresa quer vender um conceito de clube, de tecnologia, de segurança, artístico ou quem sabe ser sustentável?

Consequentemente, conforme a decisão, tem-se um índice de velocidade de vendas diferenciado, que precisa ser analisado, quando da negociação do valor de compra ou permuta com o proprietário. Feito isto, pode-se simular o Demonstrativo de Resultados e buscar fechar um bom negócio.

3º – Análise da oferta

Antes de seguir, dedique algum tempo para verificar os imóveis que estão sendo produzidos e comercializados no bairro ou na região e visitar os "stands" de vendas dos lançamentos (fotografe, consulte, pegue folders, anote preços e condições, etc.).

Ainda, acompanhe os estudos dos sindicatos e associações setoriais verificando o número de unidades vendidas, tamanho dos imóveis, número de quartos, preços médios, datas de lançamento nesta mesma região. Normalmente estas informações são mensais. Após, identifique quais são os empreendimentos de sucesso e os pontos críticos dos projetos "vencedores". Você terá mais chances de acertar.

4º – Diferenciação do produto ou "commodity"

Quais os diferenciais do produto que você quer desenvolver? Ou os diferenciais estarão somente na empresa? O que leva o consumidor a seduzir-se pelo seu empreendimento? Ou ele é uma "commodity"? Saiba de antemão os riscos de fazer o mesmo que os concorrentes.
É preciso que a empresa tenha claro o que ela está oferecendo. Somente o atendimento, boas experiências anteriores, imagem ou marca podem não ser suficientes para a venda.

5º - Projeto e equipe de construção

Deixe o projeto com um bom arquiteto, que entenda as características que você pesquisou e detectou, bem como tenha conhecimento da região onde será executada a obra. Acompanhe cada fase dos estudos até o projeto arquitetônico final e os complementares. O "dono" tem que ter um olhar cuidadoso para não reclamar no futuro.

Quanto à equipe de construção, opte por uma construtora reconhecida, que preste bons serviços. Avalie o acervo técnico e eventuais reclamações no PROCON. Caso você opte por construir diretamente com um engenheiro civil e equipe de profissionais autônomos, conheça os riscos e as vantagens, antes de começar as obras.

Muito cuidado com nome do empreendimento, fachada, áreas comuns, apartamento decorado, boa humanização e 3D! Ainda dá tempo de refazer o que for necessário. Mudar um projeto é menos oneroso que durante a obra!

6º – Escolha da Imobiliária e Preparação do "Stand"

Pelas características do empreendimento, avalie se é melhor fazer uma venda mista ou somente com corretores terceirizados. Em geral, pequenas empresas não devem ter esta estrutura, mas contratar uma boa imobiliária, que conheça a região onde está o empreendimento e possa formatar uma boa planilha de preços, conforme as fases da obra e velocidade de vendas. Além de que parte-se do pressuposto que os corretores "falam a língua" deste público.

Também exige-se que os corretores sejam capacitados. Você e a imobiliária podem realizar um treinamento técnico, com detalhes do produto, identificando o que impressiona o cliente, um roteiro de apresentação, como cadastrar o cliente, etc. Arrumar os trabalhos quando já estiver tudo em andamento é perigoso. Depois, pode-se treinar as objeções do cliente. Como você visitou os concorrentes, busque salientar os pontos críticos, com bons argumentos para os corretores da imobiliária parceira.

Quanto à estruturação do "stand" de venda, busque preparar o ambiente mais adequado possível ao produto. Se for o caso, e houver recursos monte um "show room", com um apartamento decorado, que tenha boa iluminação e som ambiente, no mínimo.

Sua empresa e a imobiliária devem impressionar! Serem educados! Dificilmente tem-se uma segunda chance de vender para o mesmo cliente.

7º – Lançamento

Partindo do pressuposto que seu imóvel é adequado, agora é lançar o empreendimento. Para tanto, é preciso estimular a demanda, gerar expectativa de compra e trabalhar o emocional.

Feche bons negócios a partir de garantias mínimas para os clientes e com condições vantajosas para eles. Guarde de 3 a 4 %, dependendo do produto para o marketing do imóvel. Esta definição vai depender do tamanho do empreendimento e do público. Faça um lançamento no plantão de vendas, pois, quem sabe mesmo antes das obras iniciarem sejam fechadas 100 % das vendas com o imóvel ainda na planta!

8º – Relacionamento

Mantenha contato com os clientes, mesmo para aquelas unidades já vendidas. Use e abuse dos recursos de internet e mídias sociais, que tem baixo custo. Quem sabe estes clientes podem indicar outros compradores.

Apresentamos aqui as principais etapas, que podem ser antecipadas com a contratação de uma consultoria especializada ou uma pesquisa de mercado. Tente sempre ter boas empresas lhe apoiando. Diminui o risco e aumentam as chances de sucesso.

Bem, agora é construir! Boa sorte nos negócios!

Fonte: Clip Imobiliário

EMPRÉSTIMO PARA COMPRAR A CASA PRÓPRIA FICARÁ MAIS CARO E DIFÍCIL

O dinheiro que os bancos públicos e privados emprestam para financiar a casa própria vai ficar menor e o empréstimo para o setor deverá ficar mais caro nos próximos anos. Alguns especialistas estimam que a fartura de crédito para a habitação acabe em menos de dois anos, embora os mais otimistas prevejam que a escassez de crédito comece em apenas dez anos. De qualquer forma, o risco de falta de crédito é real.

A classe média, que tem renda entre R$ 1.635 e R$ 5.450 e costuma comprar imóveis entre R$ 200 mil e R$ 500 mil, será a mais afetada. Isso porque os recursos para a compra da casa própria nessa faixa de preço vêm da poupança, ameaçada de esgotamento no curto prazo. Segundo o coordenador do FipeZap, índice que mede o preço do metro quadrado no país, Eduardo Zylberstajn, o crédito para casa própria pode começar encurtar já em 2012.

- Pelo ritmo atual, os recursos devem durar até meio de 2012 ou começo de 2013, segundo estimativas que a gente ouve. Os bancos são obrigados a destinar boa parte da poupança para o crédito imobiliário. A outra fonte é o Fundo de Garantia, mas essas duas fontes são finitas. A poupança, em um cenário de juro mais alto, deve chegar ao limite da capacidade porque o saldo não está crescendo e, cada vez mais, há novos empréstimos. Vai chegar um ponto em que todo o volume de depósitos em poupança estará comprometido com crédito imobiliário. Aí, não vai ter mais esse dinheiro para disponibilizar.

Além de ficar mais difícil para encontrar crédito para a compra do imóvel, também ficará mais caro tomar dinheiro emprestado para tal finalidade, explica Zylberstajn.

- O que vai acontecer é que, provavelmente, o juro ficará mais alto e ficará mais difícil financiar imóveis. Teremos prazos menores e parcelas maiores por causa dos juros.

O presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), João Crestana, concorda que existe um risco de diminuição de crédito destinado ao mercado imobiliário, mas essa possibilidade se restringe aos empréstimos que vêm da poupança. Para ele, o dinheiro para a baixa renda comprar a casa própria tem, ao menos, mais uma década de sobrevida.

- Temos uma faixa de mercado que vai até R$ 170 mil. Fica dentro do Minha Casa, Minha Vida e tem financiamento da Caixa, com fundos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). [Esses recursos] têm sido suficientes para a demanda, o que deve continuar por mais, ao menos, dez anos, se não formos gananciosos.

Em relação à poupança, que tem como foco a classe média brasileira, existe um risco maior, segundo Crestana. Ele explica que “a caderneta no país hoje gira em cerca de R$ 350 bilhões e, por lei, 65% têm que ser destinado à habitação, o que dá cerca de R$ 230 bilhões, destinados ao mercado habitacional”.

- Hoje, o saldo de aplicações é de cerca de R$ 160 bilhões. Então, sobram cerca de R$ 70 bilhões. Agora, só no ano passado, foram usados R$ 60 bilhões e, se usarmos R$ 60 bilhões em 2011, a princípio acaba o recurso da poupança. Podemos precisar mais do que tem para manter o volume que temos hoje. Então, daqui a dois ou três anos, vamos ter que encontrar outras fontes para crescer a R$ 70 bilhões ou R$ 80 bilhões por ano [para financiar a compra da casa própria].

O presidente do Secovi-SP explica que a alternativa à escassez de recursos para financiar a casa própria pode estar nas reservas das seguradoras, nos fundos de pensão e até mesmo na grana dos investidores internacionais, que ainda não descobriram o mercado imobiliário brasileiro.

Grana da Caixa para a casa própria

O volume de recursos destinados ao financiamento imobiliário cresceu 57,1% entre 2009 e 2010. Só no ano passado o banco emprestou R$ 77,8 bilhões para o setor de habitação e, até os primeiros dez dias de junho de 2011, a instituição financeira fechou mais de R$ 29 bilhões em contratos para a casa própria.

Para imóveis novos, o banco destinou este ano 56% do total dos recursos, o que corresponde a R$ 16,32 bilhões. O Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional do governo para a camada da população com baixa renda, emprestou R$ 9,43 bilhões em financiamentos em 2011, o que deve custear a construção de 128,5 mil novas moradias – a maior parte para as famílias que ganham até seis salários mínimos (R$ 3.270).

Fonte: Correio do Estado

segunda-feira, 27 de junho de 2011

CRESCE TEMOR DE BOLHA IMOBILIÁRIA NA CHINA

Um recente declínio dos preços dos imóveis na China começa a abalar a confiança na vitalidade da economia do país e abre o debate se a atividade econômica chinesa está muito alavancada. Isso foi o que fez o período posterior ao estouro da bolha imobiliária ser tão doloroso para os Estados Unidos e para o Japão.

Há apenas dois meses, o especialista em China Nicholas Lardy minimizou as preocupações sobre o que ele classificou de "a chamada bolha imobiliária" durante uma conferência no Instituto Peterson para Economia Internacional, em Washington.

Agora, ele diz que um desaquecimento do setor imobiliário poderia produzir uma "grande, grande correção da economia" na China, uma visão compartilhada por outros economistas de peso.

O que mudou? Uma crescente conscientização de que grande parte dos enormes gastos e empréstimos dos pacotes de estímulo de 2009 e 2010 resultou em compras de terrenos, elevando os preços para um nível insustentável. E o reconhecimento de que o sistema econômico chinês rotineiramente produz bolhas e que isso provavelmente não vai mudar no curto prazo.

O governo continua a manter as taxas de depósito bem abaixo do índice de inflação para beneficiar os bancos estatais e outras empresas, que têm poder político para defender o status quo. Com poucas alternativas financeiras para vencer a inflação, os poupadores chineses compram imóveis, mesmo com a oferta bem acima da demanda.

Entre 2006 e 2010, os investimentos no setor imobiliário deram um salto de 50%, para cerca de 9% do PIB da China, de acordo com Lardy. Naquela época, os preços dos imóveis nas principais cidades chinesas quase dobraram.

Segundo a economista do UBS Wang Tao, dentro de três a cinco anos os preços devem retomar novamente a trajetória de alta de forma intensa, por causa da escassez de investimentos alternativos para os poupadores chineses e devido à dependência dos governos locais das vendas de terras para gerar receita. Em algum ponto, ela calcula, o boom pode abrir caminho para o estouro da bolha.

Lardy projeta que o ciclo vai se desenvolver mais rápido. James Chanos, que aplica a descoberto na Kynikos Associates, está prevendo uma quebra iminente há dois anos. É claro que ninguém sabe ao certo. Uma série de eventos pode desencadear uma onda de vendas, incluindo uma forte alta das taxas de juros, a emergência de outras opções de investimento e taxas de impostos mais altos sobre os imóveis.

As estimativas de o quanto a economia poderia ser prejudicada por um desaquecimento do setor imobiliário refletem visões diferentes sobre a estrutura da atividade econômica chinesa.

A força do mercado imobiliário afeta diretamente as indústrias de construção, de aço, de concreto, de energia e de eletrodomésticos. Cerca de 50% do PIB da China está ligado ao destino do mercado imobiliário, de acordo com o economista Stephen Green, do Standard Chartered.

Embora uma quebra pudesse afetar a economia, diz Green, o resultado não seria tão devastador quanto os estouros das bolhas nos Estados Unidos e no Japão.

Nesses casos, a desvalorização dos preços dos imóveis levou a uma disparada dos empréstimos de alto risco, também arruinando a indústria dos bancos e secando o crédito.

No entanto, na China, cada vez menos consumidores usam empréstimos para comprar casas. Na China, não há um equivalente às hipotecas de alto risco dos Estados Unidos.

Outros analistas dizem que existem mais compras alavancadas de imóveis do que as estatísticas oficiais reconhecem.

Para combater os efeitos do desaquecimento global, os bancos estatais chineses, seguindo ordens do governo, emprestaram cerca de US$ 3 trilhões, em sua maioria, para gigantescas empresas estatais. Estima-se que o dinheiro financiou grande parte dos projetos de infraestrutura, como a ambiciosa rede ferroviária de alta velocidade da China.

Mas muitos dos empréstimos deram corda às compras de imóveis, disse Deng Yongheng, diretor do Instituto de Estudos do Setor Imobiliário da Universidade Nacional de Cingapura.

Os preços nos leilões para terrenos residenciais em oito grandes cidades dobraram em 2009, em grande parte devido às compras altamente alavancadas de empresas estatais, calcula Yongheng e três outros co-autores. Em março de 2010, as empresas estatais elevaram o lance para um pedaço de terra em Pequim 10 vezes acima da preço inicial, de acordo com um analista.

É difícil avaliar a magnitude das compras alavancadas.

Uma indicação: logo depois da venda do terreno em Pequim, a agência chinesa que supervisiona empresas estatais ordenou que 78 firmas — cujos negócios não tinham nada a ver com o segmento imobiliário — a parar de comprar e vender imóveis.

Cerca de um ano depois, em fevereiro de 2011, a agência oficial de notícias Xinhua divulgou que 14 empresas tinham deixado o negócio e outras 20 iram fazer o mesmo este ano.

Um porta-voz da agência disse que as firmas precisavam de tempo para finalizar seus projetos, mas acrescentou que não há nenhuma proibição de companhias controladas por províncias ou municípios investirem no segmento imobiliário.

No último ano, o governo chinês adotou medidas para segurar as vendas de imóveis, incluindo o aumento para 60% do pagamento mínimo de entrada para o financiamento do segundo imóvel e estabelecendo o primeiro imposto sobre propriedade na China. Vários economistas projetam que esses passos vão reduzir os preços em cerca de 10% até o fim do ano. Com a demanda por apartamentos diminuindo, as incorporadoras começam a investir em minas, segundo informações do jornal estatal "China Daily".

Mas poucos esperam que as medidas antibolha durem, devido à preocupação do governo e do Partido Comunista de sustentar o crescimento, que é visto como uma peça importante para a estabilidade social.

Na semana passada, o índice do HSBC que mede a atividade das fábricas atingiu o nível mais baixo em 11 meses. O índice dos gerentes de compra calculado pelo governo, que normalmente fica de acordo com os dados do HSBC, deve ser divulgado na sexta-feira.

Charlene Chu, analista da Fitch Ratings Service em Pequim, que tem documentado como as estatísticas oficiais da China estão abaixo dos empréstimos totais, disse que as empresas estatais estão endividadas no setor imobiliário.

Por isso, uma queda brusca dos preços produziria uma ampla quantidade de empréstimos de baixa qualidade e "teria um grande impacto sobre os bancos chineses." Em outras palavras, um colapso do mercado imobiliário poderia levar a uma crise bancária - o tipo de calamidade que afundou os Estados Unidos e o Japão.

Fonte: BOB DAVIS, WSJ

Comentário do Editor:

O Moody's Investors Service rebaixou o setor imobiliário da China de “estável” para “negativo”.
Isto pode ter algo a ver com o volume significativo de construção de imóveis na China apesar do grande número de imóveis comerciais e residenciais vazios e com desempenho abaixo do esperado. De acordo com o site Chinesecrash.com, existem aproximadamente 64 milhões de apartamentos vazios na China, criando, essencialmente, "Cidades Fantasmas". Estas vagas devem-se em grande parte ao crescente abismo entre ricos e pobres da China deixando muitos sem moradia adequada.

TV COFECI: CRÉDITO IMOBILIÁRIO

RJ: PACIFICAÇÃO DE FAVELAS VALORIZA IMÓVEIS NO ASFALTO

O bairro da Tijuca, zona Norte do Rio, visto do Morro dos Macacos, ocupado em 2010

A ocupação da Mangueira, no último domingo, fecha o cerco de segurança policial aos morros da Grande Tijuca. Na esteira da pacificação, iniciada há pouco mais de um ano, o bairro, cercado de favelas, é o que mais se beneficiou da política das Unidades de Polícia Pacificadora. Os índices de criminalidade tiveram queda expressiva. Em abril de 2010, quando o Morro do Borel foi ocupado, foram roubados 72 veículos na região onde fica a Tijuca – e engloba seis outros bairros, entre eles o Maracanã. Em abril deste ano, houve 28 roubos de carros. No mesmo período, o número de pessoas roubadas na rua caiu de 256 para 155.

A reação do mercado imobiliário foi imediata, e incluiu a Tijuca no boom imobiliário que acontece no Rio de Janeiro. O preço do metro quadrado praticamente dobrou, passando de 2.800 reais para 5.500 reais, de acordo com levantamento da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ). Um apartamento de três quartos pequeno (80 metros quadrados) não sai por menos de 450 mil reais, e os imóveis são vendidos ainda na fase de pré-lançamento.

As imobiliárias apostaram em prédios maiores, com características diferentes dos existentes. São empreendimentos grandes, com áreas de lazer e quadras poliesportivas, no estilo dos erguidos na Barra. E, este ano, o crescimento chegou aos lançamentos comerciais. Até dezembro, a expectativa é de que sejam vendidas aproximadamente 700 unidades.

Isso representa uma grande virada para a região, que amargou 15 anos sem lançamentos imobiliários. Nos anos 1980, aconteceu um verdadeiro êxodo de tijucanos rumo à Barra da Tijuca. “O problema era a segurança. O mercado imobiliário não quer correr o risco de lançar e não vender”, explica José Conde Caldas, presidente da Ademi-RJ.

Agora, o movimento é inverso. A Tijuca tem atraído moradores de diversas localidades, inclusive da zona sul. É esse o caso da terapeuta Oneida Cardone, de 56 anos, que faz a mudança de um apartamento próprio de um quarto em Botafogo para outro de dois quartos na Tijuca. “Quando uma pessoa quer comprar um apartamento maior, esse bairro é uma boa opção. Antes, ninguém queria a Tijuca, agora ficou mais atrativa”, explica Oneida.

O industrial Sérgio Vinicius Gomes da Silva, de 51 anos, mora na Tijuca há 20. Em agosto de 2010, comprou um apartamento na planta. “Cheguei na fila às 9h. Quando deu meio-dia, já estava tudo vendido. Eu queria comprar duas coberturas com três quartos e não tinha mais. Acabou que consegui uma delas e a outra que adquiri era de dois quartos. Foi a maior confusão, parecia que era de graça”, diz.

As estimativas do presidente da Ademi-RJ para os próximos 36 meses são positivas: os preços dos imóveis devem subir 20% ao ano. Ainda existem na Tijuca terrenos grandes, que ficaram desocupados por muito tempo. O bairro, hoje, representa cerca de 15% dos lançamentos da cidade. Em 2010, foram dez lançamentos residenciais, o maior número desde a década de 90- por causa da consolidação das UPPs.

Para Marcos Saceanu, o diretor de incorporação da construtora PDG, que lançou no ano passado um empreendimento de 194 unidades na Tijuca, o bairro deve continuar a aumentar seus preços. “Os imóveis estavam depreciados, por isso a Tijuca ainda é um dos bairros com mais espaço para a valorização financeira.”

Fonte: Revista Veja

domingo, 26 de junho de 2011

CORRETOR de IMÓVEIS: QUATRO DICAS PARA VENDER SEU PRODUTO, SERVIÇO OU IMAGEM

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O primeiro produto a ser vendido é a sua imagem. Se o seu cliente lhe comprar, você tem grande possibilidade de fechar a venda. Então, listei quatro pontos fundamentais, que considero as ferramentas do Profissional de Vendas, aliás, as ferramentas de todo profissional, pois todos vendem, um produto, um serviço, uma imagem. Segundo estudos da Universidade de Princeton, detalhes da sua aparência podem determinar o grau de confiança que as pessoas têm em ti. Confira.

Aparência

O que se mostra a primeira vista; aspecto. (Aurélio) De um modo geral, nós controlamos as opiniões dos outros sobre nós mesmos. Inicialmente somos estranhos aos outros e as sua opiniões a nosso respeito são fortemente determinadas pelo modo como nos portamos. Sabendo disto, cabe a nós portarmo-nos de forma a causar uma boa impressão nos outros. A elegância e distinção constroem os elegantes e distintos. Se você quiser que as pessoas pensem bem de você, que o considerem, que o vejam com admiração e respeito, você deve dar-lhes a impressão de que é merecedor desta distinção. Isto é feito primeiramente pelo que você pensa de si mesmo. Que imagem você quer que as pessoas tenham de você? A sua imagem vale dinheiro. Defina a imagem que você quer transmitir e esforce-se para criá-la. O Profissional de Vendas vende, antes do produto, a sua imagem. Lembre-se: a primeira impressão é a que fica.

Sorriso

Mostrar-se alegre. (Aurélio) Quando você sorri, você corre o risco de receber outro sorriso de volta ou um leve cumprimento. As pessoas tendem a responder conforme o comportamento da outra pessoa. Assim, nos primeiros instantes, quando você tem o primeiro contato visual, antes de dizer qualquer coisa, dê um sorriso sincero. Exatamente, ela devolverá o sorriso e será gentil. A habilidade aqui consiste em você construir uma atmosfera favorável a venda. Para o Profissional de Vendas, o sorriso devolvido já é o início de uma relação vendedor-cliente.

Elogio

Expressão de admiração, aprovação, louvor. (Aurélio) Nem só de pão vive o homem! O homem necessita de alimento para o seu espírito tanto quanto para o seu corpo. Lembra-se de como você se sente quando recebe uma palavra gentil ou um elogio? Lembra-se quanto tempo dura essa agradável sensação? Todas as pessoas têm essa necessidade de reconhecimento, de saber que lhes dão importância e que conseguem motivar alguém a prestar atenção nelas. Bem, todos irão agir da mesma forma. Assim, diga às coisas que as pessoas querem ouvir. Elas irão adorá-lo por dizer coisas agradáveis e você se sentirá bem por haver dito a elas. Mas… O elogio deve ser sincero. Se ele não for sincero, não o faça. Elogie o ato, não a pessoa. Elogiar o ato evita embaraços e constrangimentos, além de ser dado em uma esfera mais ampla, evitando sentimentos de favoritismo e criando um incentivo para atos do mesmo gênero.
Ex.: João, seu trabalho junto a AACC foi excelente, (ao invés de João, você é muito bom no trabalho comunitário). Maria, você realizou um serviço excelente no relatório de final de ano (ao invés de Maria é uma ótima funcionária). Faça o elogio ser específico atingir o alvo em cheio.

Comunicação

Ato ou efeito de comunicar(se); Processo de emissão, transmissão e recpção de mensagens por meio de métodos e/ou sistemas convencionados. (Aurélio) A comunicação é uma arma de grande utilidade nas mãos dos Profissionais de Vendas. O primeiro passo é ser claro, objetivo e saber que a comunicação faz parte de sua aparência. O segundo passo é entender de gente. As pessoas se comunicam não somente pela voz, mas também com gestos e posturas. Prestar atenção ao cliente e interpretar o tipo de linguagem que ele está usando, é fundamental para o aumento do número de fechamentos e, conseqüentemente, das vendas. Existem pessoas que são sinestésicas, ou seja, só enxergam pegando. Por exemplo: experimenta a calça e o sapato para verificar se realmente é o certo. Outras são visuais e enxergam apenas olhando. Elas vêem e se dão por satisfeitas. E há pessoas que são auditivas, só enxergam ouvindo. Precisam apenas ouvi-lo falar do produto e já tomam sua decisão. Você conseguirá distingui-las através da linguagem utilizada por elas. Por exemplo: Sinestésicas: fulano, pega isso. Sente isso aqui. Visuais: fulano, olha isso. Viu só como é? Auditivos: fulano, você ouviu? Escuta só isso aqui.

Classificar o tipo de linguagem do seu cliente é importantíssimo e lhe ajudará no fechamento das vendas, utilizando-se da mesma linguagem que ele.

Use essas ferramentas e, tenha certeza, o sucesso virá. É hora de fazer acontecer!

Fonte: Claudinei Costa

ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO CRECI BAHIA

O Gestor Imobiliário Samuel Prado Presidente do CRECI-Ba e o Prof. Marcos Mascarenhas

-CRECI PEDE APOIO A POLÍCIA CIVIL! FIM DA CLANDESTINIDADE!

Decidido a exterminar a clandestinidade que, a despeito da fiscalização, ainda teima em atuar no mercado imobiliário de Salvador, o presidente do CRECI, Samuel Prado, e alguns membros da Diretoria, estiveram no Gabinete do Delegado Geral da Polícia Civil, Dr. Helio Ramos, para solicitar uma parceria entre a Autarquia e a instituição em ações de fiscalização na capital e interior. Realizar transações imobiliárias sem estar qualificado e credenciado junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis - CRECI, é uma contravenção penal, já que conflagra o "exercício ilegal da profissão", porém o CRECI, não tem poder de polícia e as ações da Coordenadoria de Fiscalização ficavam sempre no aguardo de uma providência do Ministério Público, que é comunicado pelo Departamento Jurídico do CRECI, sobre os falsos corretores que, porventura, sejam notificados pelos fiscais. A parceria com a Polícia Civil trará uma eficácia instantânea ao trabalho dos fiscais do Conselho, pois, o exercício ilegal da profissão será flagrado pela Polícia e devidamente penalizado. A audiência, em caráter de urgência, com o Delegado Geral da Polícia Civil,Dr. Hélio Ramos, foi conseguida, a pedido do deputado Cap. Tadeu (PSB), que é irmão do corretor de imóveis, Fernando Fernandes, CRECI 7168.

-CÂMARA INSTITUI O DIA DO CORRETOR DE IMÓVEIS

Na oportunidade, o deputado Capitão Tadeu comunicou a instituição do DIA DO CORRETOR DE IMÓVEIS, que será comemorado em Sessão Especial na Câmara, no dia 12 de Agosto, como homenagem ao Corretor de Imóveis.

-EXIGÊNCIA DA ASSINATURA DO CORRETOR DE IMÓVEIS EM TODA TRANSAÇÃO IMOBILIÁRIA ONEROSA

Este apoio político a classe dos corretores de imóveis é muito importante para resgatar a luta iniciada desde a gestão do presidente Nilson Araújo, pela exigência da presença de um Corretor de Imóveis, em toda transação imobiliária onerosa. O presidente Samuel Prado já tinha feito a mesma solicitação, através do conselheiro Fernando Cavalcanti, CRECI 715, ao deputado João Bacelar, que assumiu um cargo no governo da Bahia, que exige muita dedicação, o que caracteriza o deputado, impossibilitando-o de continuar a luta, deixando este projeto de lei, a espera de um porta voz. Com este apoio do deputado Capitão Tadeu - PSB, a categoria dos corretores de imóveis, está mais uma vez, representada na Câmara.

Fonte: CRECI BA

VISÃO GERAL DO GERENCIAMENTO IMOBILIÁRIO

Gerenciamento imobiliário é a administração, operação, trabalho de marketing e manutenção de imóveis de forma a satisfazer as expectativas do proprietário.

O gerenciamento imobiliário está crescendo constantemente como profissão devido a três tendências significativas:

-O crescimento da população e a conseqüente necessidade de mais espaço para acomodar essas pessoas têm feito aumentar a quantidade e os tipos de construções.
-Um maior percentual de imóveis está sendo considerado como investimento, e o gerenciamento dessas propriedades é tratado como fator preponderante.
-Há grande aceitação do fato de que gerenciamento imobiliário requer treinamento formal. A natureza mutável do ramo imobiliário tem criado e continua a gerar mais empregos e oportunidades de desenvolvimento de carreira para aqueles comprometidos com melhoria contínua, excelência no desempenho e melhor qualidade na prestação de serviços aos clientes.

Tipos de cargos no ramo imobiliário

O trabalho realizado por gerentes imobiliários varia enormemente conforme o cargo que ocupam, a empresa para a qual trabalham e o tipo de imóveis que administram.

Dentro do vasto campo imobiliário, a maioria das funções se encaixa nas seguintes categorias:

Gerenciamento de condomínio ou síndico
Gerenciamento de propriedades
Gerenciamento de bens

Há de se observar que essas são divisões generalizadas das áreas existentes no ramo de gerenciamento imobiliário. No nível de gerenciamento de bens e de propriedades, muitas das responsabilidades se intercalam. Além disso, o título do cargo e as responsabilidades entregues aos gerentes variam dependendo do tipo de organização e da propriedade administrada.

Gerente de condomínio ou síndico: Na maioria dos casos, os gerentes de condomínio trabalham com prédios residenciais e, se vivem no imóvel que administram, são intitulados síndicos. Este tipo de gerente forma um elo essencial entre os residentes e o gerente de propriedades, pois ocupa uma posição que lhe dá flexibilidade para supervisionar as operações diárias do imóvel. O gerente de condomínio lida não apenas com os aspectos técnicos, como manutenção dos sistemas mecânico e elétrico, mas também com residentes atuais e potenciais. Isso pode dar-se através de encontro com pessoas que querem alugar um apartamento, até a efetiva coleta do aluguel. Para essa função, é necessário que o candidato saiba comunicar-se bem, além de gostar de interagir com pessoas. Entre outras responsabilidades, a pessoa que ocupa esse cargo deve avaliar o desempenho financeiro do imóvel, medido através dos registros de receitas e despesas da propriedade.

Gerente de propriedades: A pessoa que desempenha essa função serve de contato entre o dono da propriedade ou seu procurador, que pode ser o gerente de bens, e os funcionários do prédio. O gerente de propriedades é primeiramente responsável pelo bem tangível, gerenciando a propriedade enquanto bem físico. Ele garante a execução das atividades diárias dos gerentes de condomínio e de outros empregados, ou dos trabalhos sendo executados por terceiros. O gerente de propriedades desenvolve e segue um plano administrativo aprovado pelo proprietário. Tal plano rege todos os aspectos de planta física do imóvel, conservação da propriedade, operações financeiras, relações com os inquilinos, posição no mercado e manutenção da imagem perante a comunidade. Os gerentes de propriedade são diretamente responsáveis por manter e adicionar valor ao imóvel por meio do aprimoramento da renda operacional líquida, utilizando procedimentos operacionais eficazes e otimizando o aluguel e outras rendas.

Gerente de bens: A pessoa que exerce essa função representa o proprietário e tem como responsabilidade gerenciar a propriedade enquanto bem financeiro e tomar decisões que regem a performance monetária do imóvel. A ênfase está em administrar a propriedade como um investimento, com enfoque em atividades que irão adicionar valor para cada unidade gerenciada. As funções operacionais são exercidas e controladas pelos gerentes de propriedade e de condomínio, já que cabe ao gerente de bens cuidar da valorização a longo prazo da propriedade, como também do fluxo de caixa imediato. Em muitos casos, as metas de performance para a propriedade são estabelecidas pelo gerente de bens e depois implementadas pelo gerente de propriedades. O papel do gerente de bens ainda está sendo definido dentro de muitas organizações, e suas responsabilidades podem variar enormemente de um ambiente para outro. Em geral, o gerente de bens acompanha o ciclo de vida da propriedade e pode se tornar envolvido na aquisição, gerenciamento diário, e venda do imóvel. Isso requer que o profissional esteja sempre atualizado sobre as oscilações do mercado e os fatores econômicos que podem levar a alterações na estrutura física ou financeira do projeto.

Tipos de propriedades: O tipo de propriedade também determina as tarefas do gerente imobiliário. Há vários tipos de propriedades, cada uma com suas próprias peculiaridades e demandas sobre o gerente imobiliário. Contudo, todas elas precisam dos serviços de um gerente. Entre esses tipos destacam-se:

Apartamentos
Condomínios
Cooperativas
Associações comunitárias e de moradores
Casas
Prédios comerciais
Lojas de varejo
Shopping centers
Centros comerciais
Instalações industriais
Prédios públicos
Prédios controlados pelo governo
Propriedades corporativas
Universidades
Organizações que empregam gerentes imobiliários

Entre as organizações que empregam gerentes encontram-se:

Empresas de gerenciamento de propriedades. Essas são empresas que se especializam em fornecer serviços de gerenciamento para pessoas e grupos de moradores em troca de honorários. Essa gerência é conhecida como gerência de remuneração.

Empresas de serviços da área imobiliária. Essas empresas fornecem uma gama de serviços relacionados ao setor. Seu funcionamento é semelhante ao das empresas de gerenciamento de propriedades.

Companhias de desenvolvimento. Gerentes e funcionários dessas companhias trabalham com propriedades que pertencem a empresas. Esses gerentes participam de vários aspectos do desenvolvimento da propriedade, incluindo reformas e divulgação da propriedade a investidores potenciais.

Bancos: Bancos já passaram de seu papel tradicional de fornecer empréstimo para investimentos no mercado imobiliário e começaram eles mesmos a investir na área. Gerentes de propriedades e de bens podem trabalhar nessas instituições cuidando da carteira de investimentos do mercado imobiliário ou de imóveis hipotecados pelo banco. Eles podem também tomar conta de propriedades entregues ao banco devido a execuções de hipotecas.

Fundos de investimentos imobiliários: Gerentes fornecem seus talentos administrativos para grupos de investidores que combinam seus fundos com o intuito de comprar propriedades para investimento (REITs - Real State Investment Trusts).

Corporações: Muitas grandes corporações contratam gerentes de propriedades e de bens para gerenciar o patrimônio necessário a seu funcionamento. Um gerente de bens corporativo está envolvido em determinar o melhor uso para as propriedades da companhia e os termos de compra, venda e aluguel de imóvel ocupado ou a ela pertencente.

Agências do governo: Gerentes de mercado imobiliário ocupam postos públicos desenvolvendo programas em instituições municipais, estaduais, federais e sem fins lucrativos.

Companhias de seguro e fundos de pensão: Gerente de propriedades e de bens administram propriedades pertencentes a companhias de seguro ou gerenciam propriedades de investimento de fundos de pensão e grandes instituições investidoras.

Empresas de corretagem de imóveis: Serviços de gerenciamento imobiliário são fornecidos em conexão com financiadoras e para divulgar a propriedade a potenciais compradores.

Habilidades necessárias ao gerente imobiliário

Além do imóvel em si, gerentes imobiliários lidam diretamente tanto com os inquilinos quanto com os proprietários. Entre as muitas habilidades necessárias para sua plena atuação, diplomacia é essencial para solucionar problemas entre inquilinos e proprietários. Para lograr a maximização do retorno financeiro da propriedade e de sua ocupação, conhecimentos de marketing e publicidade de negócios são fundamentais, assim como o são conhecimento do mercado e da concorrência. Fortes noções de economia, contabilidade, estatística e cálculos de valor estimado são essenciais para fixar aluguéis realistas atuais e futuros e garantir o vigor econômico da propriedade.

Educação é vital para o profissional do ramo imobiliário. Toda propriedade apresenta certas peculiaridades, e mudanças políticas, sociais e econômicas afetam cada uma delas de maneiras diferentes. Um gerente que conheça essas áreas terá mais facilidade de isolar esses itens, determinar como afetarão a propriedade e utilizar uma abordagem que trate essas questões de forma apropriada.

Ao conquistar um certificado profissional, o gerente imobiliário pode ganhar muitas das habilidades requeridas para administrar propriedades com sucesso. O verdadeiro valor do certificado em gerenciamento imobiliário é a credibilidade dada aos empregadores de estarem contratando pessoas qualificadas para tratar de seus negócios. Por toda sua existência, o IREM tem valorizado a excelência profissional outorgando suas certificações CPM e ARM àqueles gerentes de condomínio, de propriedades e de bens que tenham obtido excelência no desempenho de suas funções por meio de educação, experiência e conduta ética exemplar.

Fonte: Institute of Real Estate Management – IREM ®

Saiba mais sobre o IREM:
Praticamente todas as profissões contam com uma instituição que valida e faz cumprir o código de ética que deve ser seguido por aqueles que trabalham na área, além de fomentar a capacitação profissional e proporcionar a formação de uma rede de contatos. No ramo imobiliário nos EUA, o Institute of Real Estate Management – IREM® é essa instituição.

O IREM é associado à National association of Realtors® e tem sua sede em Chicago, estado de Illinois, nos EUA. Desde sua fundação, em 1933, o IREM tem estado na vanguarda em termos de treinamento profissional, outorga de certificação e mediação de questões que afetam o mercado imobiliário, sendo a única associação do gênero nos EUA com atuação em imóveis residenciais e comerciais. Por meio de seus capítulos regionais e parcerias internacionais, o IREM interconecta pessoas do mercado imobiliário que têm em comum o desejo de se diferenciarem em suas carreiras.

Mais de 16.000 profissionais do mercado imobiliário são membros do IREM. Entre esses, aproximadamente 9.000 obtiveram o Certified Property Manager® — ® e cerca de 3.500, o Accredited Residential Manager® — ARM®. Além disso, mais de 1.000 imobiliárias receberam o título de Accredited Management Organization® — AMO®. Os membros do IREM® atuam em todos os tipos de gerenciamento de imóveis, inclusive residenciais, comerciais, industriais, entre outros.

A crescente globalização de técnicas de gerenciamento de imóveis descortinou para o IREM a oportunidade de definir padrões mundiais relativos a administração e treinamento no setor imobiliário. Embora a presença do IREM no Canadá seja de longa data, sua efetiva projeção em outros países só teve início em meados da década de setenta, quando a organização afiliou-se à FIABCI (Federação Internacional das Profissões Imobiliárias), uma entidade internacional do setor, com sede na França. No início dos anos noventa, o IREM continuou a se expandir, passando a ministrar cursos em Cingapura e na Espanha. Com o aporte de mais capital, o IREM passou a atuar fortemente na Hungria, Polônia e Rússia. Por toda a década de noventa até os dias de hoje, a demanda pelos cursos e certificados oferecidos pela instituição tem crescido vertiginosamente, o que levou à formação de parcerias internacionais para que um número maior de pessoas fosse beneficiado. Alguns desses parceiros são:

Argentina: UADI – Unión de Administradores de Inmuebles
Brasil: SECOVI-SP – Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais de São Paulo
Chile: CGAI – Colegio de Gestión y Administración Inmobiliaria de Chile, A.G.
Japão: JREM – Japan Real Estate Management and Human Resources Association
Coréia: KREBA – Korea Real Estate Brokers Association
Polônia: IREM Poland Chapter Nº 108
Portugal: ALP – Associação Lisbonense de Proprietários
Espanha: CAF – Consejo General de Colegios de Administradores de Fincas
Rússia: RGR – Russian Guild of Realtors
O IREM também mantém convênio de cooperação com a CEAB (Confédération Européenne des Administrateurs de Biens).

CRECI-MS LEVOU PALESTRA SOBRE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO ÀS CIDADES DE DOURADOS E NAVIRAÍ

O Conselho Regional dos Corretores de Imóveis levou às cidades de Dourados e Naviraí, no sul do Estado, a palestra “Vantagens da Rede Morar e HSBC para financiamentos imobiliários”, proferida pela a gerente do HSBC, Karla Nabarrete de Souza e o presidente da Rede Morar, Haldane Teixeira.

Naviraí foi a primeira cidade a receber a palestra, na quinta-feira, dia 2 de junho. Já em Dourados a palestra foi na sexta-feira, dia 3 de junho, no Auditório do Sindicato dos Comerciários. O presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro, foi acompanhado do Diretor para Assuntos de Delegados, Delso José de Souza. No interior, a fiscalização do CRECI/MS conta com a importante ajuda dos delegados, também empenhados em mobilizar a categoria para os eventos. Em Naviraí o delegado Donizete Nogueira Pinto ficou encarregado desta mobilização enquanto que em Dourados o CRECI/MS contou com o apoio do delegado, Luiz Fernando Bogaz.

Bogaz diz que as ações itinerantes são fundamentais para aproximar o CRECI/MS dos corretores de imóveis e defende “maior regularidade na oferta de eventos para criar um maior vinculo entre o conselho e os profissionais”. Para ele, os eventos voltados ao desenvolvimento de habilidades profissionais e pessoais e à transmissão de informações, “são de real importância e para o aperfeiçoamento da categoria”

Sobre o mercado imobiliário de Dourados, o delegado ressalta que após a euforia do programa Minha Casa Minha Vida, houve uma acomodação. Bogaz lembra que “Dourados é uma cidade que esta em processo de constante desenvolvimento em virtude da implantação da cidade universitária, de empresas de grande porte, da evolução dos serviços prestados na área de educação e saúde, melhorando a distribuição de renda e criando oportunidades de ganhos em várias atividades empresariais no ramo de comércio e serviços, oportunizando desta forma a possibilidade de investimentos na área imobiliária”.

“Consideramos fundamental levar também aos corretores de imóveis do interior informações sobre as novas possibilidades e condições de linhas de crédito que o HSBC nos apresentou durante o mês de março, em palestra no auditório do Conselho”, explica o presidente do CRECI/MS.

Delso ressalta que em um primeiro momento a palestra é fundamental para encurtar a distância entre o CRECI e os profissionais que atuam no interior do Estado, criando assim um maior entrosamento entre os corretores de imóveis.

Fonte: A Crítica de Campo Grande-MS

sábado, 25 de junho de 2011

A GLOBALIZAÇÃO DO CORRETOR DE IMÓVEIS

João Teodoro da Silva-Presidente do COFECI/Foto: Marcos Mascarenhas

Dois movimentos pujantes têm marcado fortemente o corretor de imóveis brasileiro nos anos recentes. Primeiro, a expansão da profissão. O crescimento médio da categoria, no último triênio, tem sido de 12% ao ano. Ou seja, mais de 20 mil novos profissionais ingressam nesse promissor mercado anualmente. A segunda característica é a globalização do corretor de imóveis brasileiro, por meio de parcerias e acordos internacionais firmados por nós, do Sistema Cofeci-Creci (Conselhos Federal e Regionais de Corretores de Imóveis), com instituições do setor em diversos países.

O mais recente exemplo dessa internacionalização é o número de delegações estrangeiras que estiveram no 3º Encontro Brasileiro de Corretores de Imóveis (Enbraci), entre 8 e 10 de junho, em Brasília. Organizado pelo Sistema Cofeci-Creci, é o maior evento do gênero no País. Vem acontecendo com o objetivo de preparar o profissional do setor para absorver uma nova cultura – a dos negócios globais – e enfrentar os desafios que uma economia sem fronteiras impõe.

Em sua terceira edição, o Enbraci reuniu dois mil profissionais, de todos os Estados. Palestrantes renomados abordaram temas como uso das redes sociais na comercialização de imóveis, o que oferecer ao cliente para se destacar no mercado, consórcios, financiamentos, expansão do setor, entre outros.

O encontro tornou-se o grande foro de atualização do corretor de imóveis brasileiro, agora com expectadores de outras nacionalidades. Neste ano, recebemos comitivas de cinco países: Estados Unidos, Portugal, México, Angola eMoçambique, além da delegação da Confederação do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa (Cimlop), que é formada por seis nações.

Todos querem fazer negócios no Brasil: é uma oportunidade para o corretor de imóveis no atendimento a clientes estrangeiros. Todos podem oferecer parcerias para transações em seus próprios territórios, principalmente na prospecção de compradores e investidores. E todos têm interesse numa característica específica de nosso País: o modelo de regulamentação profissional adotado em 1962 para o mercado imobiliário.

A legislação brasileira que regulamenta a profissão de corretor de imóveis é um bem-sucedido caso único. Estabelece regras para o acesso à profissão, a conduta de pessoas físicas e jurídicas no setor e a prestação de serviços à sociedade. Além de normatizar o mercado, protege a opinião pública e o seu patrimônio. Por sua consistência, tem atraído o interesse de outros povos.

A exemplo de outras iniciativa precursoras do Brasil, como as urnas eletrônicas, a declaração de renda via internet e a automação do sistema financeiro, já está sendo exportada para outros países, entre eles o México.

Exemplo: Durante o 3º Enbraci assinamos com a Associação Mexicana de Profissionais Imobiliários (Ampi) um acordo que prevê transferência de conhecimentos nessa área. No Brasil, somos 220 mil corretores de imóveis e aproximadamente 40 mil empresas imobiliárias.

No México, há cerca de 100 mil profissionais no setor, que atuam sem nenhuma legislação específica. Segundo o presidente da Ampi, Adán Larracilla Márquez,o modelo brasileiro permite mecanismos de sanção e regras para a profissionalização da categoria.

Com a norte-americana National Association of Realtors (NAR) – a maior entidade do setor no mundo, com mais de 1,3 milhão de corretores de imóveis associados –, celebramos um acordo no ano passado. Somos sócios-fundadores da Cimlop, ao lado de países europeus e africanos.

Já recebemos, por duas vezes, em Brasília, delegação de estudiosos chineses para conhecer nossa regulamentação e adaptá-la ao seu país.

A economia brasileira tem atraído o interesse mundial; o mercado imobiliário brasileiro é destaque nesse cenário; e nós, desse mercado, temos mais do que números a apresentar. Para o Brasil, o corretor de imóveis, nesta nova década do século 21, se transforma rapidamente para acompanhar as evoluções e necessidades do setor. Para o mundo, já somos exemplo e referência.

Os estrangeiros têm apostado no Brasil e nos corretores de imóveis de nosso País. Encerramos o 3º Enbraci com um compromisso: realizar em 2012, com a participação dos países que aqui estiveram, no evento em Brasília, e possivelmente com a adesão de outros, a 1ª Conferência Internacional do Mercado Imobiliário. O evento irá ocorrer de 27 a 30 de agosto, em Brasília, simultaneamente à quarta edição do Enbraci.

Fonte: Caderno Imóveis - O ESTADO DE S. PAULO

SABER DIREITO: MORTE DO AFIANÇADO

A interpretação do contrato de fiança é restritiva, em razão do artigo 819 do Código Civil:
Art. 819. A fiança dar-se-á por escrito, e não admite interpretação extensiva.
Neste caso, se o locatário morrer ocorrerá a extinção da fiança? Entendemos que sim. Seguem julgados sobre o tema:

"RECURSO ESPECIAL. LOCAÇÃO. FIANÇA. INTERPRETAÇÃO RESTRITIVA. MORTE DO LOCATÁRIO. EXTINÇÃO DO CONTRATO. O contrato de fiança deve ser interpretado restritivamente, não vinculando o fiador a prorrogação do pacto locatício sem sua expressa anuência, ainda que haja cláusula prevendo sua responsabilidade até a entrega das chaves. Ressalva do ponto de vista do relator. Por ser contrato de natureza intuitu personae, a morte do locatário importa em extinção da fiança e exoneração da obrigação do fiador. Recurso provido”. (STJ. REsp 555615/RS. Sexta Turma. Rel. Min. Paulo Gallotti. Julgado em 02.03.2004).

"APELAÇÃO CÍVEL – EMBARGOS À EXECUÇÃO – CONTRATO DE LOCAÇÃO – FIANÇA – INTUITU PERSONAE – VEDAÇÃO DE INTERPRETAÇÃO EXTENSIVA – MORTE DO LOCATÁRIO/AFIANÇADO – EXTINÇÃO DA FIANÇA – PRECEDENTES DO STJ – SENTENÇA MANTIDA – RECURSO DESPROVIDO. De acordo com o entendimento jurisprudencial do STJ, o falecimento do afiançado extingue a fiança, desobrigando o fiador. Isto porque, o contrato de fiança é intuitu personae, e está expressamente vedada a sua interpretação extensiva". (TJ/SC. Apelação Cível n. 2006.013976-3 de Blumenau. Des. Sérgio Roberto Baasch Luz. Data da decisão: 21.11.2006).

Fonte:

MS: LINHA HIPOTECÁRIA - IMÓVEL COMO MELHOR OPÇÃO DE INVESTIMENTO

Mais do que nunca, o investimento em imóvel é um bom negócio. “Com a inflação acima da meta do Banco Central, é uma forma segura de aplicar o dinheiro sem imobilizá-lo e isso dizemos por dois motivos. O primeiro, obviamente, é a valorização do bem, um processo contínuo diante do crescimento da própria cidade e o avanço das obras de infraestrutura urbana que contribuem com este processo”, diz o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis, da 14ª Região, Eduardo Francisco Castro.

Por outro lado, a linha hipotecária retomada pela Caixa Econômica Federal no início deste ano garante também que o dono de imóvel possa obter capital de giro com taxa de juro competitiva, ao dar o imóvel como garantia. E desde maio o proprietário não precisa ter mais de um imóvel para isso.

A linha tem juros mensais a partir de 1,51% ao mês, mais TR e o prazo de amortização aumentou de 120 para 180 meses. “É uma forma rápida de conseguir empréstimo, mesmo para aqueles que só tem a casa própria, o que vem a reforçar o bom retorno em se investir em imóveis”, avalia o presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro.

Segundo o gerente da Caixa Econômica Federal, Márcio Nunes Fonseca desde que a linha foi retomada já foram liberados em Mato Grosso do Sul R$ 18 milhões e a meta é chegar aos R$ 100 milhões até o fim do ano.

Fonte: MS Notícias

SINDIMÓVEIS BAHIA: CORRETORES FARÃO PROTESTO EM ESTANDES DE VENDAS

O Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado da Bahia (Sindimoveis-BA) decidiu realizar uma série de protestos contra construtoras e imobiliárias que se negam a pagar de acordo com a nova tabela de honorários mínimos da categoria. De acordo com a presidente da entidade, Eliene Freitas, o problema ocorre nos costumeiros plantões em feriados, fins de semana e no período noturno - geralmente nos estandes de venda que ficam no canteiro de obra das novas edificações. "Vamos fazer protestos em estandes de vendas. É um absurdo que as construtoras e imobiliárias, que se beneficiam com o aquecimento do mercado imobiliário, se recusem a pagar os aumentos previstos pela nova tabela", afirma Eliene. A nova tabela tinha sido aprovada em assembleia realizada no dia 15 de fevereiro, pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-Bahia). A representante afirma que as construtoras e incorporadoras podem absorver esse aumento sem ter que repassar o custo ao consumidor. Ela também alega que o aumento salarial será benéfico pela motivação do profissional.

Fonte do rss

IMOBILIÁRIA INOVA E UTILIZA WEBSITE DE COMPRAS COLETIVAS

A imobiliária H Imóveis, com sede em Balneário Camboriú, acaba de lançar uma promoção através do Portal de Compras Coletivas TudoPromo, concedendo um bônus para quem adquirir um imóvel ou indicar um comprador. A promoção promete agitar o setor da construção civil em Balneário Camboriú, oportunizando a participação da comunidade no setor imobiliário.
A promoção do website TudoPromo dá direito aos compradores, ou pessoas que indicarem compradores, de adiquirirem um copum por R$ 25,00 e serem bonificados em R$ 1.000,00, em dinheiro, caso o negócio seja concretizado.
Segundo o TudoPromo, tendo em vista que o mercado imobiliário é altamente competitivo, é muito importante vencer o desafio dos obstáculos de marketing no setor para encontrar e fechar negócios com os clientes. "E não se encontra com facilidade campanhas que podem levar a um crescimento rápido, eficiente e de baixo custo", afirma André Seeling, diretor comercial do TudoPromo.
As pesquisas têm mostrado que os consumidores muitas vezes assinam com a primeira corretora de imóveis ou agentes com quem falam. No modelo das compras coletivas a corretora pode recrutar centenas de agentes de vendas para fornecer-lhes boas indicações. Ou seja, a corretora está recrutando agentes gratuitamente, uma vez que ela consegue dar todo o suporte necessário através das mídias sociais e do website de compra coletiva. Porém, é bom que se diga, quem será o responsável em concretizar a venda é a H Imóveis, através de seus corretores.
Além da inovação, a empresa acredita que sua equipe de corretores será capaz de dar todo o atendimento aos compradores ou as pessoas que indicarem compradores e investe no potencial do mercado imobiliário de Balneário Camboriú e região com uma ação de marketing inteligente.
Para a H Imóveis, a oportunidade de presentear as pessoas que acreditam em seu cadastro de mais de 1.500 imóveis à venda, é na verdade uma maneira de retribuir todo o sucesso que vem obtendo em Balneário Camboriú.
A cidade tem na construção civil um polo gerador de renda importantíssimo para a economia do município, reconhecido por todos que nela vivem.
A promoção é inovadora e parece que vem para ficar. Uma grande sacada de marketing simpática e democrática.
O site para adquirir seu cupom é www.tudopromo.com.br pelo valor de R$ 25,00, e com validade até fevereiro de 2012. Os cupons estarão à venda até 30 de junho.

Fonte: Tribuna Catarinense

MG: CORRETORES E IMOBILIÁRIAS NA MIRA DA LEI

Uberaba-MG

Nas transações imobiliárias é muito comum a utilização de corretores visando buscar no mercado o melhor negócio. As reclamações mais comuns no setor são pessoas não habilitadas no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci), profissionais que recomendam negócio sem nenhuma cautela e colocando o comprador em situação de risco.
Conforme o delegado do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Minas Gerais, Antônio Carlos Mendes, a alteração introduzida no ano passado, no novo Código Civil, de altíssima relevância, garante a obrigatoriedade do corretor de investigar e informar as partes sobre todas e quaisquer circunstância que digam respeito à segurança ou risco da transação, sob pena de responder por perdas e danos. "A Lei nº 12.236, de 19 de maio de 2010, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 723 - O corretor é obrigado a executar a mediação com diligência e prudência, e a prestar ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento do negócio. Sob pena de responder por perdas e danos, o corretor prestará ao cliente todos os esclarecimentos acerca da segurança ou do risco do negócio, das alterações de valores e de outros fatores que possam influir nos resultados da incumbência", revela.
Antônio Carlos enfatiza que em Minas Gerais são aproximadamente 12.000 corretores de imóveis, sendo que 6.000 exercem a profissão ilegalmente. "Em Uberaba tem em torno de 300 corretores e mais uns 100 que não são credenciados. A qualquer momento eles podem ser autuados. A população tem que procurar uma imobiliária ou um corretor credenciado, pois somente assim terá garantias perante a lei", diz.
Mendes avalia que neste ano, em relação ao ano passado, o mercado da construção civil caiu em torno de 25%, isso devido a demanda de novas casas que foi atendida em parte. "O preço do metro quadrado, tanto do terreno quanto da construção, subiu muito, inviabilizando o custo do imóvel. Cito, como exemplo um apartamento de 100m². Há dois anos ele custava R$ 160 mil hoje custa R$ 220 mil", finaliza.

Fonte: Jornal de Uberaba

sexta-feira, 24 de junho de 2011

ESTRANGEIRISMOS DOMINAM LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS

Você já levou seu cachorro no “agility dog”? Treina suas tacadas no “putting green”? Leva a roupa suja para a “connect laundry”? Conhece a sensação de viver em um “apartamento giardino”? Para quem pretende viver nos novos edifícios lançados pelo mercado imobiliário, o vocabulário precisa ir um pouco além do português básico. É cada vez mais frequente encontrar áreas batizadas com termos estrangeiros, na sua maioria em inglês, mas também há espaço para o italiano, especialmente quando o empreendimento está localizado em bairros tradicionais da colônia, como a Mooca, em São Paulo.

“A utilização de expressões estrangeiras não é peculiar ao mercado imobiliário, e sim um reflexo da ‘miscigenação’ da linguagem. Vários setores da economia – o financeiro, o econômico, o automobilístico – empregam termos estrangeiros cotidianamente, o que continuará ocorrendo, principalmente por conta da internet, que globaliza a comunicação”, afirma Pedro Cesarino, diretor presidente da Publicidade Archote, agência especializada no setor imobiliário. É fato que o uso do estrangeirismo não é uma exclusividade deste mercado, mas até os profissionais da área reconhecem a necessidade de um equilíbrio. “Há uma tentativa de dar uma aura de sofisticação, mas algumas são demais, como o ‘walking distance’ [distância que pode ser percorrida a pé]. Outras coisas são difíceis de expressar com um correlato em português, como o ‘gourmet’”, diz José Roberto Federighi, diretor de operações da imobiliária DelForte Frema.

Geralmente, a escolha dos nomes que irão batizar as futuras áreas de um novo empreendimento é feita por um conjunto que compreende projetistas, arquitetos, construtora, imobiliária, departamento de marketing e agência de publicidade. O número de responsáveis varia conforme o porte da incorporadora que está lançando o projeto e não existe uma padronização a respeito do significado de cada termo. Ou seja, uma “varanda gourmet” em um edifício pode vir equipada com churrasqueira, pia, bancada, forno de pizza e espaço para mesa e cadeiras, além de ter acesso direto para a cozinha. Já em outro prédio, ela pode conter apenas um espaço para instalar uma pequena churrasqueira portátil.

Para não haver dúvidas na hora da compra, é importante checar o memorial descritivo, parte integrante do contrato que traz a lista detalhada dos itens que irão compor as áreas do empreendimento. “Se o memorial descritivo não estiver 100% completo, as imagens do material promocional fazem parte da venda e podem ser usadas junto aos órgãos de defesa do consumidor”, diz Federighi.

Na opinião dos profissionais entrevistados, o uso de outra língua realmente ajuda a valorizar o imóvel na hora da venda. “Isso é algo natural, está no imaginário do consumidor, principalmente na classe média e média alta. São palavras que estão no dia a dia dele”, afirma Wilson Mello, diretor de marketing da imobiliária Coelho da Fonseca. Entretanto, só o marketing não garante que o corretor vai fechar o negócio. “O que valoriza o imóvel é o que ele tem de verdadeiro. O que a terminologia faz é levar até o local o interessado que se identifica com o apelo. Se ao conhecer o espaço gourmet o cliente verifica que se trata de uma churrasqueirinha mequetrefe, não há terminologia que o faça comprar”, diz Cesarino.

Mas será que o cliente já está familiarizado com esse vocabulário? Nesse ponto, os corretores e a internet desempenham um papel importante. “Os maiores argumentos de venda estão relacionados aos corretores saberem explicar o que são esses itens de lazer. Hoje, na internet, você consegue disseminar isso colocando perspectivas artísticas com montagens de tour em 3D”, afirma Fábio Romano, diretor de incorporação da Yuny Incorporadora. Nesse caso, uma imagem realmente vale mais do que algumas palavras sem tradução, e, na falta dela, é contar com a intuição do corretor. “Quem não entende tem vergonha de falar que não sabe. Se o corretor for um bom profissional, na hora da venda vai explicar tudo aquilo que tem no produto”, diz Federighi. Para ajudar o leitor de UOL Casa e Imóveis, elaboramos um pequeno glossário com alguns termos encontrados em anúncios recentes. Alguns se tornam comuns a vários empreendimentos, trazendo pequenas variações. Não incluímos termos específicos usados por apenas um edifício, e que, para consolo da maioria dos consumidores, deixaram em dúvida até mesmo nossos entrevistados a respeito de seu significado. Sinal de que ainda vamos precisar de muita tradução pela frente.

GLOSSÁRIO IMOBILIÁRIO

Agility Dog: área para passeio e/ou treinamento de cães, com rampas, túneis e outros acessórios de lazer para o animal. O espaço pode ser incrementado com o serviço de um treinador, mediante pagamento do condômino interessado.

Apartamento Giardino ou Garden: apartamento térreo ou localizado nos primeiros andares que possui um quintal ou jardim. Em empreendimentos de padrão mais alto, pode comportar até uma pequena piscina, churrasqueira ou forno de pizza.

Baby Space: área geralmente destinada a crianças de 0 a 2 anos, localizada em espaço aberto ou fechado. O local pode trazer brinquedos, berços, trocador de fralda e utensílios para aquecer alimentos. Em alguns condomínios há o serviço opcional de contar com uma babá de prontidão para que os pais possam deixar o bebê ali durante um determinado período.

Business Center ou Net Office: pode ser localizado dentro do apartamento ou em área comum. O espaço geralmente oferece infraestrutura para o trabalho de escritório, como internet sem fio, computador, impressora e sala de reunião para receber visitantes.

Connect Laundry ou Lavanderia Wi-Fi: mais comuns em edifícios voltados para solteiros ou jovens casais, nos quais os apartamentos não possuem área de serviço. O espaço oferece máquinas de lavar e secar em um ambiente com internet sem fio, para que o morador possa utilizar equipamentos eletrônicos enquanto aguarda o término do ciclo.

Disco: diferente de um salão de festas tradicional, trata-se de um espaço com iluminação e estética similares ao de uma boate, que pode ter como itens mesa de som para DJ, pista de dança, globo, luzes, bar e sofás.

Espaço Gourmet, Espaço Grill, Gourmet, Gourmet Roof Top, Lounge Grill, Salão de Festas Gourmet , Terraço Grill, Terraço Gourmet ou Varanda Gourmet: com a maior variação de nomenclatura, os espaços destinados ao preparo de refeições, em especial do churrasco, são encontrados em três diferentes opções: no próprio apartamento ou em áreas sociais, que podem estar no térreo ou no topo do edifício (caso do Gourmet Roof Top). Os itens que compõem essas áreas são bastante flexíveis, variando principalmente conforme o padrão do empreendimento. Dentro do apartamento, pode tratar-se desde uma varanda com espaço para uma pequena churrasqueira, praticamente integrada com a sala, até uma área com acesso independente para a cozinha, com bancada, pia, churrasqueira, forno de pizza e espaço para mesa e cadeiras. Nas áreas comuns, os acessórios são similares aos encontrados nos apartamentos, com a diferença de mais espaço para receber convidados.

Family Room ou Family Space: antigamente conhecido como sala de TV, o espaço é destinado ao convívio em família dentro do apartamento ou numa área de lazer comum. Os itens que o compõem são bastante variados, podendo incluir sofá, mesa, terraço, churrasqueira, acesso à cozinha, home theater e telão.

Fitness: destinado à prática de exercícios físicos, o local pode contar com esteira, bicicleta, aparelhos de musculação, sala de ginástica e área para alongamento.

Garage Band: com isolamento acústico, o espaço serve para a prática de instrumentos musicais. Pode ter uma estrutura de estúdio e instrumentos à disposição.

Golf Putting Green ou Putting Green: área gramada para jogadas curtas de golfe. Seu tamanho pode variar de 4 a 30 metros quadrados e inclui um número variado de buracos, em terreno com alguns desníveis.

Lounge Adolescente / Lounge Teen: espaço de convivência para jovens. Entre os possíveis itens que compõem o lugar estão sofás, computadores, mesa de jogos e sala de projeção.

Pet Garden, Pet Place ou Pet Space: as diferentes nomenclaturas servem para definir um espaço destinado aos animais, que pode ser desde uma simples área de lazer e passeio, até um local com infraestrutura para banho, tosa e demais cuidados característicos de um pet shop. Em alguns condomínios, há a possibilidade de contar com um profissional para exercer essa atividade, mediante pagamento. Em outros, o dono do animal utiliza o espaço para ele mesmo executar as tarefas.

Pizza Place: local em área comum dotado de forno para o preparo de pizzas, com mesas e cadeiras para receber convidados. Walking Distance: distância que pode ser percorrida a pé do edifício até os principais pontos de interesse, como shoppings, supermercados, estações de metrô e parques.

Fonte: Uol Casa e Imóveis/Daniela Salú