domingo, 30 de outubro de 2011

ANA JULIA MORAES: BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS AOS CORRETORES DE IMÓVEIS


Palestra sobre Benefícios Previdenciários aos Corretores de Imóveis

- O corretor de imóveis e a Previdência Social;
- Formas e alíquotas de contribuição e rol de benefícios previdenciários;
- Projeção dos benefícios mais vantajosos.


CORRETORES EM ALTA NO MERCADO DO RIO

Rio - As principais imobiliárias da cidade oferecem 450 vagas para corretores de imóveis para início imediato. As oportunidades reforçam os dados do Creci-RJ (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis) que registrou aumento de 43% no número de profissionais credenciados de dezembro de 2007 a junho deste ano. O percentual indica mais 10.800 profissionais no mercado no período.

A Fernandez Mera, oferece 100 vagas para as lojas da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá. A imobiliária seleciona profissionais com experiência em vendas, não necessáriamente no mercado imobiliário. Segundo Adriano Gonçalves, do Marketing da Fernandez Mera, para cadastrar-se, é preciso ter Ensino Médio completo. A remuneração é comissionada e pode chegar a R$ 20 mil. Os interessados podem ligar para (21) 2432-4242 ou passar um e-mail para oportunidade.rj@fmera.com.br.

A Borges, imobiliária da construtora MDL Realty, oferece 100 vagas. A empresa atua em bairros como Barra da Tijuca, Campo Grande, São Cristóvão, Méier, Jacarepaguá, Botafogo e Vargem Grande, além de Duque de Caxias e de Nova Iguaçu.

Patrimóvel está com 100 vagas para corretores. Os interessados podem enviar currículo pelo e-mail rh@patrimovel.com.br ou acessar o site www.patrimovel.com.br na área Junte-se a Nós.

Mais oportunidades no mercado

A Nova Aliança Imóveis está selecionando 100 estagiários de vendas. São 25 oportunidades para cada uma das cinco lojas da imobiliária, todas localizadas na Zona Sul.
Para concorrer às vagas é preciso ter Ensino Médio completo. A imobiliária vai treinar os selecionados e encaminhá-los ao órgão de classe competente para o registro na profissão. A média dos ganhos iniciais gira em torno de R$ 4 mil.
As entrevistas para seleção serão realizadas a partir de amanhã na loja de Ipanema (Rua Vinicius de Moraes 247).

A Sawala Imobiliária também está contratando corretores. Segundo o diretor da empresa, Sandro Santos, são 50 vagas, e o início é imediato. “As oportunidades são para trabalhar imóveis em lançamentos e os usados, que chamamos de avulsos. Não é preciso experiência”, diz Santos.

Fonte: O DIA ONLINE

APARTAMENTO CONSTRUÍDO COM ÁREA ATÉ 5% MENOR QUE O PREVISTO EM PLANTA NÃO É CAUSA PARA INDENIZAÇÃO

O fato de o apartamento ter sido construído com área até 5% menor que o previsto em planta não gera indenização ao comprador. A decisão é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que aplicou disposição do Código Civil aos condomínios verticais. A Paulo Octavio Investimentos Imobiliários Ltda. terá que arcar, porém, com indenização por atraso na entrega dos imóveis.

O contrato é de 1989, anterior à vigência do Código de Defesa do Consumidor (CDC). O apartamento foi entregue com atraso, com dimensão 1,45% inferior ao previsto em planta. A Justiça do Distrito Federal impôs indenização por ambos os fatos. Mas, para a construtora, não seria cabível indenização por nenhuma das causas. A ministra Isabel Gallotti manteve a indenização pelo atraso, mas afastou o dano decorrente da redução da área do imóvel.

Venda ad mensuram

No caso da venda ad mensuram, feita por metragem, o comprador fia-se nas exatas medidas do imóvel para fins de prestar seu valor, afirmou a ministra. Assim, se as dimensões do imóvel vendido não correspondem às constantes da escritura de compra e venda, o comprador tem o direito de exigir a complementação da área, a resolução do contrato ou ainda o abatimento proporcional do preço, completou.

No entanto, o Código Civil, no parágrafo único do artigo 1.136 do texto então vigente, correspondente ao parágrafo primeiro do atual artigo 500, afasta a incidência de indenização quando a diferença entre a área negociada e a real for inferior a um vigésimo da mencionada em contrato.

A relatora esclareceu que nessa hipótese presume-se a referência à área como apenas enunciativa, devendo ser tolerada a diferença.O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) havia entendido que não se aplicaria o Código Civil no caso, mas a Lei 4.591/64, dos condomínios em edificações. A ministra ressaltou, porém, que a lei não traz nenhum conteúdo incompatível com o Código Civil, que é aplicado subsidiariamente aos condomínios verticais.

Fonte: STJ/Coordenadoria de Editoria e Imprensa

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ARTIGO TÉCNICO: COMO DEVEMOS ANALISAR A UNIDADE HABITACIONAL PARA FINS DE AVALIAÇÃO

Prof. Marcos Mascarenhas

Dentro do processo de vistoria para fins de avaliação, e após efetuar-se a caracterização da região, que antecede ao contato como o imóvel avaliando, etapa onde o avaliador identifica os agentes físicos e suas especificidades, é chegado o momento de analisarmos a unidade.
É esta a parte principal e mais importante para a efetiva formação de valor do imóvel e há de se observar, acuradamente, alguns itens eminentemente técnicos, conforme veremos à seguir:
Inicialmente, teremos que determinar, independente de informações disponíveis, seja na Certidão do Registro Geral de Imóveis, seja na folha de rosto do IPTU, ou qualquer outra fonte, com o zelo de desprezarmos dados defasados, estimativas e números sem o rigor técnico pretendido, a área privativa do imóvel.
Quando da possibilidade de comercialização de um imóvel, é a sua área, a informação de maior interesse e importância.
A sua relevância se deve, à mesma representar o componente vital sobre o qual se projetam parâmetros de mercado e sua efetiva análise de valor.
Deve-se, portanto, cotejar o projeto aprovado com a situação local. Não havendo projeto arquitetônico procederemos o levantamento cadastral para a obtenção das áreas internas e a conseqüente definição da área útil real, que será transformada em área real privativa.
É sobre esta área, que constantemente vemos mencionada em anúncios classificados, que aplicaremos o preço unitário de mercado para encontramos o valor do imóvel.
A consulta a NBR 1271-Avaliação de custos unitários é fundamental para o entendimento do disposto acima.
Quanto a arquitetura da unidade, temos que observar a distribuição dos espaços privativos, item diretamente relacionado ao fator conforto do usuário. Também será objeto da análise do avaliador, a área que se pode efetivamente ocupar, se é satisfatória e compatível com o padrão médio local ou se destaca, tanto de forma valorativa, quanto depreciativa, em razão do padrão das edificações da vizinhança.
É importante a análise do posicionamento dos cômodos em relação à área externa, como os coeficientes de iluminação e ventilação natural, que deverão estar de acordo com a legislação vigente, se a circulação tem seu fluxo bem definido, a orientação solar, os níveis de ruído e poluição do ar, entre outros.
Um item que sempre passa despercebido ao avaliador, é quanto à posição das janelas da unidade. - Se voltadas para a rua, para os fundos, para poços de iluminação e ventilação naturais, para áreas internas e/ou interior do condomínio.
Também é necessário, que observemos com acuidade as deficiências originárias do projeto arquitetônico, além das patologias, porventura existentes, como fissuras, trincas dinâmicas, rachaduras e infiltrações.
Quanto às especificações construtivas e de acabamento, ressaltamos que o valor dispendido com materiais de acabamento empregados seja na construção, seja na reforma da unidade, via de regra, não se agrega de forma direta ao valor do bem, contribuindo, é certo, para um maior índice de conforto e melhor resultado estético, porém não produzindo um acréscimo de valor que venha a alterar o seu valor de mercado.
Obviamente, estes custos devem ser considerados na justa medida em que venham a afetar o valor da unidade.
Temos como padrão para análise da unidade, em termos construtivos, os níveis alto, médio e baixo, estabelecidos pela Lei 4.591/64 que dispõe sobre condomínios e incorporações imobiliárias.
Os preços por m2 do CUB-Custo Unitário Básico da Construção, que refletem esses padrões e são a mola mestra da avaliação de imóveis urbanos, são disponibilizados pelo SINDUSCON- Sindicato da Indústria da Construção Civil de forma específica para cada Estado do Brasil, a partir de projetos padrões básicos estabelecidos pela NBR-12721, norma que dispõe sobre Avaliação de Custos Unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. Nela são cosiderados os custos unitários de edificações com 1, 4, 8 e 12 pavimentos com 2 ou 3 quartos.
Quanto ao estado de conservação, cabe demonstrarmos, o mais fielmente possível, a idade real e/ou a idade aparente da unidade. O imóvel também tem sua vida útil e o tempo interfere, de forma a prolongar ou abreviar a vida útil das edificações, em razão de importantes fatores intrínsecos a este processo.
Cabe-nos mensurar, portanto a existência de reformas e/ou manutenção, as ações deletérias provocadas pelo meio ambiente, a frequência e a forma de utilização do imóvel.
No nosso mercado, encontramos algumas situações depreciativas, como imóveis residenciais transmutados em comerciais e vice-versa, imóveis que alternam longos períodos de desocupação e que não há uma manutenção regular, provocando disparidades entre a idade real e a idade aparente. Por sua vez, também encontramos edificações recém construídas, com depreciação expressiva dos seus próprios componentes e defeitos de construção, provocados por insumos e/ou mão-de-obra inadequados.
Aliado a todo o exposto, a análise documental vem culminar o trabalho do Avaliador. Ela é uma importante ferramenta que nos possibilitará a garantia de uma avaliação eficaz. Nela temos que constatar tudo sobre a averbação da construção e identificar possíveis irregularidades que possam vir a gerar despesas importantes perante o INSS, município e cartórios, além do que, poderão até inviabilizar a legalização do imóvel.
Enfim, a unidade avalianda deverá ser objeto das análises discriminadas neste artigo, de forma ampla e relevante, embasando todas as considerações quanto à sua avaliação.

NOVA LEI DO INQUILINATO E GARANTIA LOCATÍCIA



A economista e corretora de seguros Maria Cristina Caldeira fala sobre as mudanças na Lei do Inquilinato e as modalidades de Garantia Locatícia. Confira, e esclareça as suas dúvidas.

EDSON SIMÕES: O CONTRATO DE CORRETAGEM NA PRÁTICA



O corretor de imóveis e advogado, Dr. Edson Simões, fala sobre a responsanbilidade do profissional da categoria, a realidade atual da profissão, a importância do contrato de intermediação para o corretor, as formas de contrato e remuneração. Confira!

TV COFECI: PROGRAMA 38

NAR'S PENDING HOME SALES INDEX - PHSI / CONHEÇA ESTE INDICADOR


O NAR's Pending Home Sales Index (PHSI) é utilizado como um sinalizador para os demais indicadores do mercado imobiliário norte-americano.

O indicador mede a atividade de contratos, ou seja, é baseado nos acordos assinados de compra e venda de residências do setor imobiliário norte-americano. Vale ressaltar, porém, que o contrato assinado não é contado como uma venda até que a transação esteja completa.

O gráfico a seguir mostra o ajuste sazonal nacional juntamente com a variação percentual em uma base de ano-sobre-ano, bem como a variação percentual em relação ao pico definido em 2005.

Clique no gráfico para ampliar

A National Association of Realtors (NAR) divulgou seu Pending Home / Relatório de Vendas para Setembro mostrando que as vendas de casas diminuíram, de acordo com o índice nacional ajustado sazonalmente, evidenciando uma queda de 4,6% desde Agosto, porém, com um aumento de 6,4% acima do nível observado em Setembro de 2010.

IBOPE APONTA AUMENTO DE PREÇOS DE IMÓVEIS EM QUATRO CAPITAIS BRASILEIRAS


Os preços dos imóveis residenciais novos e usados em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife continuam em alta, aponta a pesquisa Ibope Inteligência.

Em São Paulo, o índice médio do preço do metro quadrado para apartamentos novos passou de 162, em abril deste ano, pra 185 em outubro. O índice dos apartamentos usados passou de 146 para 162 no mesmo período. Isso significa, em taxas atualizadas, que os imóveis estão subindo entre 22% e 28% ao ano, que são taxas observadas desde 2009, quando o Ibope Inteligência passou a acompanhar o mercado imobiliário residencial. Em reais, a média do preço do metro quadrado para imóveis novos é de R$ 6.019,00. Já para os usados é de R$ 4.979,00.

A região que registrou maior elevação de preços foi a zona norte, com uma média de 28%. A seguir aparem as regiões central (21%), sudoeste e sul (ambas com 17%), leste (15%), sudeste (10%), oeste (9%) e noroeste (3%). De acordo com o estudo, São Paulo tem 3.928.331 unidades residenciais de uso particular, sendo que 7,4%, ou 290.317, estão desocupadas. Para este ano, estão previstas mais 65.300 unidades ocupadas.

Com relação aos imóveis usados, a região paulistana que apresentou maior valorização média foi a noroeste (21%). Depois aparecem as zonas norte (19%), sul (17%), centro (13%), leste (12%), sudeste e sudoeste (11%) e oeste (8%).

No Rio de Janeiro, o índice médio do metro quadro de imóveis novos passou de 152, em abril, para 179. Já o metro quadro de imóveis usados passou de 147 para 175. O preço médio do metro quadrado de imóveis novos é de R$ 6.000,00 e usados, R$ 5.106,00.

A região que apresentou maior valorização nos preços dos imóveis novos foi a Grande Tijuca (32%), seguida do Recreio e Barra (24%), zonas oeste e sul (20%), zona norte (18%) e Jacarepaguá (13%). Os imóveis usados apresentaram maior valorização na Grande Tijuca (27%), Centro Histórico (26%), zona sul (26%), zona norte (18%), Barra e Recreio (15%), Jacarepaguá (8%) e zona oeste (6%).

O Rio de Janeiro tem 2.406.906 unidades domiciliares – 8% (ou 191.732 unidades) estão vagas. Este ano a cidade deve ganhar mais 38 mil unidades residenciais.

Em Porto Alegre, o índice médio do metro quadrado de imóveis novos residenciais é de 163, ante 147 em abril. Na cidade, que tem 574.001 unidades residenciais de ocupação particular, o preço médio do metro quadrado para imóveis novos é de R$ 4.501,00 e de R$ 2.922,00 para usados. Porto Alegre deve receber 7.400 novas unidades residenciais este ano.

A valorização dos imóveis novos foi menor do que em São Paulo e no Rio de Janeiro. O bairro que apresentou o maior índice foi o Norte ou Corredor do Desenvolvimento (16%). A seguir aparecem Centro ou Cidade Radiocêntrica (12%), Nordeste ou Cidade Xadrez (11%), Oeste-Leste ou Cidade de Transição (9%) e Oeste ou Cidade Jardim (7%).

Em relação aos imóveis usados, Norte ou Corredor do Desenvolvimento aparece com uma valorização de 20%. A seguir vem Oeste-Leste ou Cidade de Transição (19%) e Centro ou Cidade Radiocêntrica (12%). Bem abaixo surgem Nordeste ou Cidade Xadrez e Oeste e Cidade Jardim, com 6% e 0,3%, respectivamente.

Já em Recife, o índice médio do metro quadrado para imóveis novos é de 118 (em abril, este índice era de 100) e de 119 (100 em abril) para usados. Na cidade, que tem 454.880 unidades residenciais, a média do preço do metro quadrado para imóveis novos é de R$ 4.074,00 e R$ 3.305,00 para usados.

A região da cidade que apresentou maior valorização para imóveis novos, de acordo com o IBOPE Inteligência, foi o Centro-Leste (36%). Depois aparecem Central e Sudoeste, ambas com 21%, Boa Viagem (15%), Oeste (14%) e Centro-Oeste 95%).

Os imóveis usados estão mais valorizados no Centro Leste (26%), seguido de Centro oeste (25%), Boa Viagem (23%) e região central (20%). Na região Oeste foi observada uma queda de 3% nos preços.

De acordo com o estudo, 6% das vagas residenciais – ou 34.131 unidades – estão vagas. Este ano Recife deve ganhar mais 9.100 vagas residências.

Fonte: Redação/Último Instante

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

MARCELO DE SOUZA CARNEIRO: NEGOCIAÇÃO PARA CORRETORES DE IMÓVEIS

CONHEÇA NUNO VENCESLAU, REI DAS VENDAS RE/MAX



Em Salvador, Nuno Venceslau proferirá a palestra “Como alcançar o sucesso no mercado imobiliário”, que acontece hoje, às 19h, no auditório do Salvador Trade Center, Torre Norte.

BAHIA: ZOOM DO MERCADO

Empresário e corretor de imóveis português Nuno Venceslau

Uma publicação oportuna

“Com o impulso dado pelo Salão Imobiliário, ocorrido em setembro, quando foram contabilizadas 325 unidades vendidas, perfazendo negócios na casa dos R$ 123 milhões, além de 1.381 cartas de crédito geradas no valor de R$ 192 milhões, o setor atravessa um bom momento na Bahia. E nessa esteira de incremento dos negócios, o lançamento do Caderno Imobiliário da Tribuna da Bahia vem agregar valor ao mercado imobiliário baiano e participar do esforço de manutenção desse bom momento.

As oportunidades são muitas e a demanda é maior ainda, afinal, o déficit habitacional da Bahia está na casa das 500 mil unidades, o que indica um longo caminho pela frente a percorrer para construtoras e incorporadoras. É importante que tenhamos canais de comunicação com o público, como essa iniciativa da Tribuna, um jornal que completa 42 anos e cuja credibilidade o manteve atuante. Até o final do ano, serão R$ 85 bilhões em contratos de financiamentos em todo o país, com recursos da caderneta de poupança. Esta é a estimativa da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Do lado da oferta de crédito pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), houve um aumento de 55% de janeiro a julho deste ano, sobre o mesmo período do ano passado, contabilizando R$ 37 bilhões. Em 2010, os financiamentos imobiliários somaram R$ 83 bilhões. Com a demanda aquecida por crédito, o mercado imobiliário está a exigir empreendimentos para sustentar o sonho da casa própria.,

Essa indústria permeia uma longa cadeia produtiva, porque envolve desde os insumos básicos da construção civil, até os produtos acabados, como aqueles destinados a decoração dos apartamentos, casas, ou dos escritórios comerciais, passando pelo setor de consultoria imobiliária, cujo objetivo não se reduz somente à venda do imóvel e sim toda a parte da segurança jurídica do negócio.

Na Bahia, nos últimos anos alcançamos recorde de vendas e a concretização de empreendimentos de grande porte, como também experimentamos uma forte presença no segmento de habitação popular, alicerçado pelo programa do governo federal, Minha Casa, Minha Vida. O Caderno Imobiliário da Tribuna vem se somar a essa conjuntura favorável e desponta como uma inestimável contribuição ao desenvolvimento e à manutenção do mercado imobiliário baiano”.
Claudio Cunha Vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário da Bahia.

Graute lança mais um hotel
Atualmente construindo um hotel de negócios que será administrado pela bandeira Intercity, a Graute Empreendimentos já prepara mais um lançamento neste mesmo segmento. A localização também será no município de Lauro de Freitas. A construção de hotéis para o público corporativo vem crescendo na Região Metropolitana de Salvador. São sete construções em andamento e três lançamentos em fase de projetos. “Lauro de Freitas detém o segundo PIB que mais cresce no Brasil, devendo atingir, até 2016, mais de 200 mil habitantes. 110 mil famílias da capital pretendem comprar um imóvel até 2016, e 17% deste total deixará Salvador rumo a Lauro de Freitas”, explicou o diretor da Graute, Sócrates Abreu. Segundo ele, o cliente corporativo é mais fiel do que o turista de lazer.

60 minutos RE/MAX
O escritório regional RE/MAX Bahia e Sergipe traz para o encontro “60 minutos com a RE/MAX”, em Salvador, o empresário e corretor de imóveis português Nuno Venceslau, proprietário de uma das franquias imobiliárias que mais vendem na Europa (3ª em VGV no ano de 2010). O evento, com a palestra “Como alcançar o sucesso no mercado imobiliário”, acontece hoje, às 19h, no auditório do Salvador Trade Center, Torre Norte. Nuno Venceslau é uma referência de corretagem no mundo, com 14 anos de experiência no ramo imobiliário e que, além da franquia em Lisboa (Portugal), tem investimentos no Brasil, em Minas Gerais, onde abriu a master franquia mineira. No seu currículo, além de administrador de empresas, tem MBA em Gestão e Administração Imobiliária e graduações em Investimentos Imobiliários e Turismo Residencial e Resorts.

Via Célere lança quatro suítes no Horto
Atuando na Bahia há três anos, a Via Célere já conta com um total de R$ 227 milhões em Valor Geral de Vendas e 618 unidades residenciais lançadas. Em novembro deste ano, a empresa vai lançar um novo projeto na Avenida Santa Luzia, no Horto Florestal, em parceria com Barcino Esteve, com uma única torre de alto luxo, com quatro suítes com gabinete.
Este novo projeto, com nome ainda não revelado, une classe e conforto em um só empreendimento, conta com completa estrutura de lazer e infraestrutura para a automação nos apartamentos. Um dos diferenciais é o depósito individual que fica localizado no próprio andar do morador, sem interferir no espaço do apartamento.
Dos cinco empreendimentos residenciais já lançados, a Mansão Ipiranga, no Morro Ipiranga, foi entregue aos moradores em julho deste ano, e os demais estão em fase de construção: o Essencial Flex House, na Pituba; Horto Vernissage, no Horto Florestal; e o Première Jaguaribe, o primeiro vertical da orla de Jaguaribe.
A Via Célere, que já lançou 618 unidades residenciais, conta com um total de R$ 227 milhões em Valor Geral de Vendas.

Fonte: Gerson Brasil

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

BANCOS BRASILEIROS BUSCAM FORMAS DE SURFAR O BOOM IMOBILIÁRIO


Após uns 16 anos de relativa estabilidade econômica, com a inflação em níveis historicamente baixos, os bancos e compradores de imóveis começam a olhar seriamente para os financiamentos imobiliários pela primeira vez na história do Brasil.

Com o mercado brasileiro de crédito imobiliário começando a ganhar tração, os bancos estão procurando novas maneiras de conseguir os recursos de longo prazo necessários para sustentar o rápido crescimento.

Com a inflação sob controle, ocorreu um crescimento no interesse pelo crédito imobiliário. No ano passado, os financiamentos habitacionais totalizaram R$ 54,1 bilhões, ante somente R$ 1,9 bilhão dez anos atrás.

Ainda assim, o crédito imobiliário representa somente 5% da economia brasileira. Mas espera-se que ele dobre em poucos anos.

Com a expansão do crédito imobiliário, entretanto, surge um outro problema: como captar recursos.

Quase todos os financiamentos imobiliários no Brasil são bancados com recursos da poupança, que paga juros abaixo do mercado e destina por lei a maior parte de seus recursos para o financiamento habitacional. Essa combinação desestimula a poupança e cria um gargalo para o mercado do crédito imobiliário.

A Caixa Econômica Federal é a maior detentora de contas de poupança, avaliadas em R$ 144 bilhões, uma minúscula parte dos R$ 4 trilhões do total de ativos do sistema financeiro. A Caixa também administra o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que aloca uma boa parte de seus R$ 260 bilhões para o crédito habitacional.

Consequentemente, a Caixa é o maior banco de crédito imobiliário do país, respondendo por 71% dos financiamentos em vigor. Ela quer estender seu alcance e atrair novos investidores aumentando a securitização, o processo pelo qual múltiplos financiamentos imobiliários são agregados em pacotes e depois revendidos a um ou vários investidores.

Esse, entretanto, é o mesmo caminho que acabou por levar à crise do subprime, as hipotecas de alto risco, nos Estados Unidos.

Autoridades brasileiras são rápidas em apontar para uma combinação de juros baixos e pouca regulamentação que levou os financiadores de imóveis nos EUA a ignorar riscos. Durante décadas, o mercado de crédito imobiliário americano foi perfeitamente saudável e ofereceu a milhões de americanos os recursos para a compra da casa própria.

Essas autoridades argumentam que os juros ainda altos no Brasil — a taxa básica do Banco Central está em 11,5%, alta em termos internacionais — e uma regulamentação rigorosa vão evitar que o mercado fuja do controle.

O mercado de securitização deu um importante passo esta semana com uma transação que essencialmente torna o FGTS responsável por atrair novos investidores. O FGTS comprou títulos lastreados por créditos imobiliários avaliados em R$ 2,8 bilhões, principalmente da Caixa, mas também do Banco Santander (Brasil) SA e do Itaú Unibanco Holding SA.

Espera-se agora que o FGTS venda parte desses títulos para outros investidores e também fique de prontidão para recomprá-los se necessário, ajudando a criar o mercado secundário.

"O acordo é a primeira tentativa séria de se criar um mercado secundário para títulos lastreados por financiamentos residenciais no Brasil, e acontece depois de mudanças recentes na política de investimentos do FGTS que o autorizam a comprar essa classe de ativos de bancos e incorporadoras", escreveu a Moody's em seu boletim semanal sobre crédito.

Fabio Cleto, vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, disse que há cerca de R$ 7 bilhões em títulos de financiamentos imobiliários brasileiros em circulação e que, assim que esse nível chegar a R$ 10 bilhões, um mercado secundário deve começar a despontar. Um mercado secundário atrairia uma gama de investidores bem mais ampla, colocando mais recursos à disposição do mercado de crédito imobiliário como um todo.

De acordo com a Moody's, créditos imobiliários avaliados em mais do dobro desse montante foram ofertados, e uma possível transação no próximo ano pode levar o tamanho geral para perto dos R$ 10 bilhões que Cleto citou.

Fonte: ROGÉRIO JELMAYER

IMÓVEIS: ESPECIALISTAS AFASTAM RISCO DE BOLHA, MAS PREÇOS PODEM CAIR


Quem comprou um imóvel há 36 meses por R$ 100 mil na cidade de São Paulo, hoje deve vendê-lo por algo em torno de R$ 190 mil. Isso é o que indica o índice de preço de imóveis Fipe Zap, que mostra uma valorização média de 90% dos imóveis nos últimos 3 anos na cidade. Só nos últimos 12 meses, a alta de preços beira os 30%, tanto na capital paulista quanto no Brasil.

Mas será que esta valorização tão expressiva pode indicar a formação de uma bolha no setor? De acordo com especialistas do mercado imobiliário, a chance de uma bolha no mercado brasileiro é pequena, mas os preços dos imóveis devem cair em algumas regiões.

Segundo o diretor-presidente da Vitacom Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, a bolha imobiliária se forma quando há um aumento infundado nos preços praticados por metro quadrado, como aconteceu nos Estados Unidos em 2008.

No Brasil, segundo ele, a valorização dos imóveis está sendo favorecida pelo crescimento da demanda, aumento do crédito e crescimento do número de pessoas que investem neste tipo de bem. “O que está acontecendo é uma recuperação de um mercado que, por falta de financiamento habitacional, ficou parado por mais de duas décadas”, afirma.

De acordo com Frankel, o forte aumento de preço não se trata de um movimento especulativo. “A elevação de preços é definida pela oferta e demanda. Nos últimos anos, verificamos uma procura acentuada diante de uma escassez de ofertas, principalmente nos grandes centros urbanos”, afirma Frankel.

O vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do Livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, também não acredita na formação de uma bolha neste momento. “Eu acho que esse aumento de preços se trata de ajuste de ciclo de mercado”, afirma.

Especulação

Segundo Frankel, a especulação é um dos principais riscos para que uma bolha se forme, mas ele ressalta que, no mercado brasileiro, este tipo de negócio é insignificante em relação ao volume total de transações.

“Uma das possibilidades de bolha imobiliária é quando um especulador compra um imóvel na planta, com objetivo de vender em um prazo bem curto. Se acontecer qualquer problema e ele mudar de planos, pode desistir da compra com facilidade”, diz Frankel.

“Mas a maioria das construtoras fazem uma venda consistente, com análise de crédito. Poucos fazem venda desse tipo. Por isso, esse risco praticamente inexiste no mercado imobiliário brasileiro”, continua.

O executivo acrescenta que o crédito imobiliário no Brasil é bastante conservador, o que contribui para afastar as chances de uma formação de bolha. “Nosso país tem regras fortes para o financiamento de imóveis”, diz. “O comprometimento de renda do brasileiro com este tipo de crédito é bastante limitado e não existe alavancagem”, continua o executivo.

Preços

De acordo com Calado, o preço dos imóveis, de uma maneira geral, deve se estagnar a partir de agora e pode haver redução. “Eu enxergo um cenário de manutenção ou de queda de até 20% ao longo do tempo, não de um mês para o outro”, diz. “Acho que estamos no topo e tem uma chance muito grande de cair”, completa.

Para Frankel, em muitos locais, o preço dos imóveis deve se estagnar um pouco e apresentar alta próximas dos índices de inflação. Já em locais com maior escassez e necessidade de novos empreendimentos, os preços ainda podem subir mais”, acredita.

Segundo ele, em relação ao custo de vida da população, os imóveis ainda não atingiram um patamar de preço de preço tão elevado. “Se compararmos o custo de vida de outras cidades do mundo com o preço dos imóveis, verificamos que o Brasil ainda tem um dos menores preços”, diz.

Fonte: Diego Lazzaris Borges

É POSSÍVEL MEDIR OS PREÇOS DE IMÓVEIS NO BRASIL POR MEIO DE UM ÍNDICE?



Nota do Editor:

Nos últimos anos, observa-se no Brasil um elevado número de transações de compra e venda de imóveis fortemente associado ao aumento do financiamento imobiliário de longo prazo, aliado à crescente renda e maior geração de empregos, impactando no movimento dos preços de imóveis residenciais em todo o País. Por este motivo, tem sido discutida a necessidade de um rigoroso acompanhamento do setor por órgãos responsáveis de forma a captar o movimento deste mercado. Neste contexto, a criação de um Índice de Preços de Imóveis vem preencher esta lacuna.

Em nota à imprensa, o IBGE informou que está desenvolvendo estudos com o objetivo de acompanhar a evolução dos preços no setor imobiliário nacional.

“A metodologia para o cálculo, bem como todos os procedimentos que envolvem um índice referente ao setor, está sendo discutida e terá como base as recomendações de países ou instituições que produzem esse tipo de indicador”.


Ainda não previsão de quando o novo índice será divulgado, informou a assessoria de imprensa do Instituto.

Escassez de terrenos impede crescimento maior do mercado imobiliário em São Paulo

CHINESES RICOS INVESTEM NO MERCADO IMOBILIÁRIO DE NOVA YORK

CRESCIMENTO ECONÔMICO E AMPLIAÇÃO DE GARANTIAS ELEVAM O INTERESSE POR IMÓVEIS


As mudanças nas regras legais, que permitiram a utilização da alienação fiduciária como instrumento jurídico dos contratos, também foram fundamentais para o desenvolvimento do setor, pois deram maior tranqüilidade para as instituições e, em consequência, aumentaram a oferta de crédito, diz Filipe Pontual, diretor-executivo da Abecip.

Com a alienação fiduciária, que aposentou a hipoteca, o imóvel pertence ao credor e cabe ao mutuário apenas seu usufruto até o pagamento total do financiamento. Em caso de inadimplência prolongada, a instituição financeira pode retomar o bem rapidamente, sem ter de enfrentar as demoras judiciais que caracterizam a hipoteca, hoje em uso apenas nos contratos mais antigos.

O professor Ricardo Humberto Rocha, do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), explica que, além da melhora nas garantias, a alienação fiduciária contribuiu decisivamente para alongar os prazos de financiamento e derrubar os índices de calote. “A inadimplência menor resulta em taxas de juros menores também. Vale lembrar que quem paga, paga por quem não paga.”

Hoje, as taxas variam conforme o banco, prazo de pagamento ( que pode chegar a 30 anos), valor do imóvel, análise de cadastro e o tipo de recursos – recursos da poupança, do FGTS ou próprios, por exemplo. A taxa de inadimplência, segundo o Banco Central, estava um pouco abaixo de 7% em janeiro. ” A inadimplência tem recuado nos últimos dois, três anos e não atinge nem 2% da carteira da Caixa. Apesar de estarmos atentos, ela não preocupa”, diz Rezende.

Os executivos afirmam também que o crédito imobiliário deverá crescer firmemente ao longo desta década, se permanecerem as atuais condições macroeconômicas favoráveis, dado o grande potencial do mercado brasileiro, cujo déficit habitacional está em torno de oito milhões de moradias. “Há uma grande demanda reprimida”, diz Lazari, do Bradesco.

Fonte: Brasil Econômico- Especial Crédito Imobiliário

BRASILEIROS ESTÃO ENTRE ESTRANGEIROS QUE MAIS COMPRAM IMÓVEIS NA FLÓRIDA

Flórida

Os brasileiros só perdem para os canadenses entre os estrangeiros que mais compram imóveis na Flórida. De acordo com levantamento da NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos Estados Unidos, na sigla em inglês), os brasileiros foram responsáveis por 8% de todas as compras de imóveis vendidos para estrangeiros entre julho de 2010 e junho de 2011 no estado norte-americano, enquanto os canadenses compraram 39% dos imóveis no mesmo período.

Os venezuelanos e britânicos apareceram logo em seguida e compraram 7% do total de imóveis vendidos para estrangeiros na Flórida no período analisado.

Em relação ao ano anterior, a participação dos brasileiros mais do que dobrou: no levantamento de 2010, os brasileiros eram responsáveis por 3% dos imóveis vendidos para estrangeiros no estado norte-americano.

Preço

De acordo com o NAR, quase um terço dos imóveis comprados pelos brasileiros (30%) custava US$ 99.999 mil ou menos. Já 17% dos imóveis tinham preços entre US$ 100 mil e US$ 199,999 mil.Os imóveis na faixa de preços entre US$ 200 mil e US$ 299,999 mil representaram 21% das compras dos brasileiros, enquanto 9% compraram imóveis com preços entre US$ 300 mil e US$ 399,999 mil.Os empreendimentos de maior valor, entre US$ 500 mil e US$ 749,999 mil, foram escolhidos por 13% dos brasileiros, enquanto aqueles com preços entre US$ 750 mil e US$ 999,999 mil foram a opção de 9% dos compradores.Por fim, os imóveis com preços acima de US$ 1 milhão foram comprados por 2% dos brasileiros. Com isso, o preço médio pago pelos brasileiros na compra de imóveis na Flórida foi de US$ 215 mil nos doze meses encerrados em junho de 2011.

Regiões

De acordo com o levantamento, 41% dos estrangeiros que compraram imóveis na Flórida eram do Canadá ou do México. Os latino-americanos apareceram em seguida, representando pouco mais de um quarto (26%) do total de compradores estrangeiros na região.Já os compradores da Europa Ocidental foram responsáveis por 23% do total de negócios. Com bem menos expressão, os asiáticos compraram 4%, enquanto aqueles da Europa Oriental foram responsáveis por 3% do total.

Fonte: Diego Lazzaris Borges

ESTADOS UNIDOS: PROJETO DE LEI DARÁ VISTO DE RESIDÊNCIA PARA ESTRANGEIROS QUE INVESTIREM NO MERCADO IMOBILIÁRIO

Senador Charles Schumer

O mercado imobiliário americano chegou a este ponto: para reanimá-lo, dois senadores estão se preparando para apresentar nesta quinta-feira um projeto de lei bipartidário que dará vistos de residência para estrangeiros que investirem pelo menos US$ 500.000 para comprar imóveis residenciais os Estados Unidos.

O projeto faz parte de um pacote maior de medidas de imigração de co-autoria dos senadores Charles Schumer (Partido Democrata, Nova York) e Mike Lee (Partido Republicano, Utah), com a intenção de atrair mais investimento estrangeiro aos EUA.

Os estrangeiros vêm respondendo por uma fatia crescente das aquisições residenciais no sul da Flórida, sul da Califórnia, Arizona e outros mercados atingidos em cheio. Compradores chineses e canadenses, entre outros, estão se aproveitando não apenas de grandes quedas no preço dos imóveis residenciais americanos e da pequena concorrência dos americanos, mas também do câmbio favorável.

Para incentivar essa demanda, a legislação proposta oferecerá vistos para qualquer estrangeiro que fizer um investimento em dinheiro de pelo menos US$ 500.000 em imóveis residenciais — uma casa, casa germinada ou apartamento. Os interessados podem investir todo o montante em um imóvel, ou investir pelo menos US$ 250.000 numa residência e o resto em outros imóveis residenciais, que podem ser alugados.

A medida vai complementar programas já existentes que concedem vistos permanentes a estrangeiros nos EUA que investem na abertura de uma empresa que gere empregos. Defensores do projeto acreditam que a iniciativa vai ajudar a tirar do mercado a oferta excessiva, num momento em que muitos potenciais compradores americanos estão se retraindo porque estão preocupados com seus empregos ou porque teriam que ter um grande prejuízo ao vender suas casas atualmente.

"Esta é uma maneira de criar mais demanda sem custar ao governo americano um centavo", disse Schumer ao Wall Street Journal.

Compradores internacionais responderam por cerca de US$ 82 bilhões em vendas de imóveis residenciais nos EUA nos 12 meses até março, ante US$ 66 bilhões em igual período um ano antes, de acordo com dados da Associação Nacional de Corretores de Imóveis. Compradores estrangeiros responderam por pelo menos 5,5% de todas as vendas de imóveis residenciais em Miami e 4,3% das vendas de imóveis residenciais em Phoenix em julho, de acordo com a MDA DataQuick.

Pela proposta, os estrangeiros que imigrarem para os EUA com os novos vistos poderão trabalhar no país, a menos que tenham obtido um visto de trabalho regular pelo processo normal. Eles serão autorizados a imigrar com o cônjuge e quaisquer filhos menores de 18 anos, mas não poderão permanecer no país legalmente com os novos vistos se venderem suas propriedades.

A proposta criaria vistos que são separados dos programas existentes, para não prejudicar as pessoas que já estão na fila de outros vistos. Não haveria teto no número de vistos do programa para compradores de imóvel.

Nos últimos 12 meses, os canadenses responderam por um quarto dos compradores estrangeiros de imóveis nos EUA, e compradores da China, México, Reino Unido e Índia responderam por outro quarto, de acordo com a Associação Nacional de Corretores de Imóveis. Para compradores de alguns países, as regras restritivas de imigração são "um freio para compras aqui, é claro", diz Sally Daley, corretora em Vero Beach, Flórida. Ela estima que cerca de um terço de suas vendas foram para estrangeiros, um recorde.

"Sem eles, estaríamos estagnados", diz Daley. "Eles estão contratando reformas, comprando móveis, e também estão ajudando o mercado a se corrigir ao reduzir gradualmente o estoque."

Em março, Harry Morrison, um canadense de Lakefield, Ontário, comprou uma casa de férias de quatro quartos num condomínio fechado em Vero Beach. "Os preços dos imóveis estavam caindo e o câmbio estava bem favorável", disse Morrison, que comprou sua primeira casa no local com Daley quatro anos atrás.

Embora um visto especial possa permitir que compradores canadenses como Morrison passem mais tempo nos EUA, ele disse que não sabe ao certo "que outra vantagem um visto me dará".

Fonte: The Wall Street Journal.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

DIVULGAÇÃO DE EVENTO EM SÃO PAULO: CORRETOR COMPETENTE ENTENDE DE GENTE


Um evento sobre a importância da dimensão humana nas transações imobiliárias.

Este treinamento é para quem trabalha com venda ou locação de imóveis. Porém, aborda um tema diferente dos que você já deve ter visto. Não é sobre regras de financiamento, técnicas de vendas ou o potencial do mercado imobiliário.

Pense e responda:

- Como você se relaciona com os diferentes tipos de clientes que atende?
- Como faz perguntas ou apresenta seus argumentos?
- Sabe utilizar e interpretar adequadamente a linquagem não verbal?
- Será que apenas sua experiência, apesar de muito valiosa, é suficiente?

Este é o tema deste evento: como lidar com GENTE. Você receberá informações e aprenderá técnicas que lhe permitirão agir da forma mais adequada a cada estilo de cliente. Também verá como comunicar-se de modo mais eficaz, a utilizar melhor sua percepção e trabalhar melhor seus pontos fortes.

Você pode conhecer o que faz e ser bom, tecnicamente. Mas estamos certos que aprimorar sua capacidade de se relacionar com cada cliente potencial pode fazer uma diferença enorme em seus resultados.

DATA: 03/11/2011
Horário: das 19 às 22 horas
Local: Edifício Arcadas - R. José Paulino, 1.369 - Centro - Campinas, SP
Informações: 19 3325.0780 | 19 8249.8036

http://www.flammatreinamentos.com.br/eventos

CARRO AGITA O SETOR IMOBILIÁRIO

Rio – O mercado imobiliário do Rio impulsiona a indústria automobilística. Construtoras e incorporadoras premiam compradores e corretores de imóveis com carros populares e de luxo.

A iniciativa visa vender mais rapidamente imóveis comerciais e residenciais. A PDG, por exemplo, oferece um Fiat Novo Uno aos primeiros compradores do Sublime Max Condominium, no Recreio dos Bandeirantes.

Marcos Saceanu, diretor de Incorporação da PDG, explica que a empresa foi pioneira na ação, há três anos, e decidiu repetir porque a campanha traz um senso de urgência, já que tem quantidade e tempo limitado. “E permite ao cliente realizar de uma só vez os dois maiores sonhos da maioria deles (casa e carro), caso obedeçam as regras do regulamento”, diz.

A construtora Calçada, em parceria com a Montserrat,vai sortear 34 carros da Nissan, o March, para os corretores da Basimóvel e da Patrimóvel que atingirem as metas na venda do Atrium, na Tijuca. A Leduca sorteou dois Pajeros TR4, de R$ 70 mil cada um, para profissionais das duas imobiliárias. “Foi um reconhecimento aos corretores, que venderam em apenas um dia 100% das 240 salas do Fusion, empreendimento comercial na Freguesia”, diz Paulo Marques, diretor da Leduca.

Sandro Santos, da Sawala Imobiliária, explica que os prêmios motivam a equipe. A empresa sorteou dois Palios.

Prorrogada promoção que dá carro a quem comprar apartamento novo

A PDG prorrogou a promoção, que premiou os primeiros 400 compradores, do Sublime Max Condominium, com um Novo Uno zero Km. Serão mais 100 carros para quem adquirir um dos apartamentos do condomínio, no Recreio dos Bandeirantes. Mas os compradores devem pesquisar e analisar qual o empreendimento que se encaixa ao perfil de sua família e, principalmente, ao seu orçamento.

Fonte: O Diário

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

HEREDA: RECURSOS DA POUPANÇA PARA HABITAÇÃO ESTÃO GARANTIDOS


Os recursos da caderneta de poupança para o mercado imobiliário estão garantidos para os próximos dez anos, disse hoje (24) o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, ao participar de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo. Segundo ele, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) consegue deslocar para o mercado imobiliário cerca de R$ 30 bilhões por ano e, por isso, não haverá escassez de recursos para o financiamento nos próximos anos.

“A Caixa está equacionada até 2013, não tem problema de recursos. Nesse período está havendo uma discussão com relação aos recursos da poupança, porque no FGTS, que financia o Programa Minha Casa, Minha Vida, tem R$ 125 bilhões para os próximos quatro anos. Então tem recursos para o Minha Casa, Minha Vida na faixa até dez salários mínimos, com mais de 2 milhões de casas para serem contratadas”.

Hereda ressaltou que o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) terá que passar por uma transição, que deve ocorrer até os juros ficarem mais baixos no país, para que assim se possa securitizar os créditos existentes, gerando mais recursos para os investimentos. “Quando os recursos estiverem em 7%, não se precisará mais dizer de onde vem, porque será possível aplicar recursos das tesourarias dos bancos como é em todo o mundo”.

De acordo com o presidente da Caixa, o círculo virtuoso do crédito imobiliário no Brasil ainda tem muito a caminhar. “Temos um pouco mais de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) para o crédito imobiliário, e se imaginarmos que o Chile tem 12% e o México no mesmo patamar, aqui no Brasil ainda temos um caminho longo a percorrer. A discussão é se vamos ter um crescimento de 50% ou 60% ou um pouco menor”. Para ele, o crescimento do crédito imobiliário no Brasil será um pouco menor, porém sustentado.

Hereda disse que até o momento o financiamento imobiliário da Caixa passa de R$ 60 bilhões e a expectativa é a de fechar o ano em R$ 90 bilhões. “Nesses três últimos meses do ano a contratação acelera. Está entrando agora a contratação para a faixa de zero a três salários mínimos para o Minha Casa, Minha Vida e queremos passar dos R$ 76 bilhões do ano passado”.

Fonte: Jornal do Brasil

TV O CORRETOR: Dr. Mathias Coltro e os aspectos relevantes do Contrato de Corretagem!

SÉRGIO GARCIA MARTINS: O CORRETOR, A VENDA E A COMPRA DE IMÓVEIS

sábado, 22 de outubro de 2011

ESTADOS UNIDOS: FED PODERÁ DAR MAIS ESTÍMULO AO MERCADO HIPOTECÁRIO e BANCO CENTRAL AMERICANO DESENHA PLANO PARA REDUZIR OS JUROS DAS HIPOTECAS

Juros de hipotecas imobiliárias poderão ser reduzidos (Dieter Spannknebel)

O banco central dos Estados Unidos (Fed, o Federal Reserve) começou a desenhar um novo programa de compra de títulos garantidos por hipotecas, também chamados de mortgages-backed securities (MBS), com o objetivo de estimular o fragilizado mercado imobiliário do país, segundo o jornal The Wall Street Journal. Se concretizada, a compra desses títulos pelo Fed permitirá que os juros das hipotecas imobiliárias cedam - o que facilitaria a renegociação de financiamentos e a tomada de novas hipotecas. Segundo o jornal, apesar de os juros estarem baixos, o Fed acredita que é possível uma queda ainda maior.
Apesar de ainda não haver certezas sobre a implantação do programa de compra de títulos, a medida poderá ser adotada caso a ínflação americana não recue nos próximos meses (o último dado aponta alta de 3,9% em doze meses, a maior dos últimos três anos), e retomada da economia não tome fôlego. "Acredito que deveríamos colocar a compra desses títulos no topo da lista", afirmou Dan Tarullo, um alto oficial do Fed, durante palestra na Universidade de Columbia.

Durante a palestra, Tarullo afirmou que seria preciso mais espaço (político, no caso) para que o Fed pudesse implementar mais medidas para estimular os gastos e os investimentos - e que o setor imobilionário deveria ser o foco da ação. Nos últimos dois anos, Fed tem colocado em prática inúmeras medidas para tentar aquecer a economia. Entre elas está o afrouxamento quantitativo, que consiste na injeção de dinheiro diretamente no mercado. Por meio desse mecanismo, o Fed injetou mais de 2 trilhões de dólares na economia americana, em duas etapas. O mais recente plano de estímulo é chamado de twist, e nada mais é do que a compra de títulos de longo prazo em larga escala. Com isso, o banco consegue reduzir os juros de longo prazo e estimular investimentos no setor produtivo.

Fonte: Veja.com

BRASÍLIA: 6º. SALÃO Wimóveis

Empresários, autoridades políticas, corretores, engenheiros, arquitetos, estudantes e visitantes compuseram o público no dia de abertura do Salão WImóveis

Na noite do dia 19, cerca de mil pessoas estiveram presentes, na cerimônia de abertura da 6ª edição do Salão Wimóveis, que acontece até este domingo (23). A solenidade aconteceu em um espaço especialmente montado para o evento, a qual contou com as presenças de empresários dos setores imobiliário e da construção civil, além de autoridades políticas, corretores, engenheiros, arquitetos, estudantes e visitantes.

A área de nove mil metros quadrados abrigará os estandes de construtoras, incorporadoras e imobiliárias do mercado local, nacional e internacional. Ao todo, 10 mil imóveis estão à venda e, por isso, a expectativa do empresariado é a melhor possível. Augusto Abdala, diretor do Grupo WImóveis, destaca a evolução do salão. “Tecnologia de última geração está sendo empregada e isso realmente comprova que houve um investimento nesse sentido. Hoje temos a noção de que, para continuarmos contribuindo com o desenvolvimento social e econômico do DF, pensar grande é preciso. E o resultado está aqui”, frisou.

A animação era visível no rosto dos empresários. A apreensão das horas que antecederam o salão, como ocorre em todo grande evento, em pouco tempo deu lugar a uma intensa satisfação com a movimentação de clientes que se formou ainda antes da solenidade de abertura. “Já vínhamos com boas previsões, agora reforçadas pelo conforto e pela comodidade que a nova infraestrutura oferece (Expo Brasília). O comprador tem todos os tipos de imóveis, com unidades que agradam pessoas de qualquer camada social. É democrático ou não é?”, comenta Adalberto Valadão, presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF).

O diretor-presidente da Lopes Royal Empreendimentos Imobiliários, Wildemir Demartini, acredita que a expectativa não poderia ser melhor. “Pelo que estou vendo aqui, está sendo algo grandioso. Sempre apostamos nesse encontro e chegamos à sexta edição com seis participações. Esperamos que esta supere a do ano passado, que por sinal foi muito positiva”, prevê.

Daniel Humberto, sócio-diretor da Coelho da Fonseca Imobiliária, destaca a organização do evento como primordial para o sucesso. “Não é à toa que estamos aqui pela sexta vez consecutiva, como poucas empresas. O mercado de Brasília é acirrado e aquecido, por isso a responsabilidade do salão aumenta. E é perfeitamente possível ver que tudo está sendo feito com carinho e profissionalismo”, elogiou o empresário, que levou para o evento os empreendimentos Fernando de Noronha e Atol das Rocas.

Empresário critica a burocracia estatal

O Grupo Comunidade de Comunicação, reforçando a parceria com o Grupo WImóveis, é o midia partner do evento há cinco anos seguidos e tem as prerrogativas de divulgar e cobrir as ações. Ronaldo Junqueira, presidente do GCC, agradeceu ao público, aos parceiros e às autoridades governamentais presentes.

Mas o ponto máximo da apresentação de Junqueira aconteceu quando ele levantou a bandeira da celeridade nas aprovações de projetos de empreendimentos por parte do governo. “Não construo ou comercializo imóveis. O que faço é apenas veicular anúncios do setor em meus meios de comunicação. E em nome dos amigos anunciantes venho cobrar publicamente menos burocracia nas aprovações de projetos no DF. Com a demora, quem perde é a cidade, o povo, a economia. É hora de crescer, então alertamos o governo para que se mexa e descasque esse abacaxi ”, enfatizou, sendo em seguida bastante aplaudido.

Após saudar o público e os integrantes da mesa de autoridades, o vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, tomou a palavra e procurou responder aos questionamentos. “Falou-se muito de burocracia aqui na frente. Ao amigo Junqueira, primeiro respondo que está coberto de razão. Se por um lado vivemos nacionalmente um momento mágico de crescimento, por outro entendemos que seja um problema perfeitamente sanável o fato de hoje haver demora. Eu diria que Brasília está em fase de conhecimento desse seu potencial imobiliário e tenho certeza que em 20 dias os projetos voltarão ao normal”, prometeu.

Filippelli justificou a ausência do governador Agnelo Queiroz, que está no exterior acompanhando o sorteio das cidades-sede do Mundial de 2014.

“Nosso governo foi o primeiro a dar uma atenção especial às questões imobiliárias e de construção. Tenho certeza que Agnelo gostaria de estar aqui, mas infelizmente não foi possível em virtude de um compromisso esportivo. Assim como eu, ele está aberto ao diálogo e ansioso por uma definição dessas questões burocráticas”, lembrou.

Fonte: Jornal da Comunidade

CRECI-RO PROMOVE SEU III FÓRUM IMOBILIÁRIO

Cezar Zoghbi e Flaézio Lima

Nailor Marques, Amanda Zaragoza, Leonardo Stuepp são alguns dos convidados para ministrarem palestras no III Fórum Imobiliário de Rondônia, que acontece na próxima segunda-feira, às 19 horas, e terça-feira (manhã e tarde), no auditório da Uniron/Shopping. O tema deste ano é “Explorando o Mercado nas Redes Sociais”. O evento, organizado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci/RO), é aberto à população, mas apenas os corretores receberão certificado de participação.

Leonardo Stuepp, da Redemobi, discorrerá sobre “Redes Sociais”; Nailor Marques, escritor e palestrante, abordará “A Construção do Bom Trabalho no Mundo dos Corretores” e Amanda Zaragoza falará sobre “ Planejamento e Desenvolvimento de Sites, Vendas e Atendimento ao Cliente”.

As inscrições devem ser feitas no Creci/RO, localizado na Avenida Abunã, 1713. Fone: 3224-1271. Será cobrado 03 quilos de alimentos não perecíveis.

Para o presidente do Creci, os profissionais liberais estão descobrindo a cada dia a importância das mídias sociais como ferramenta de divulgação de sua marca pessoal, produto ou empresa, porém, alguns corretores, por falta de conhecimento, ainda relutam em aderir a esse segmento. “O Fórum é uma forma de inserir os corretores nessa nova realidade, evitando que fiquem fora do mercado”, frisou.

De acordo com ele, ao procurar uma imobiliária para fechar um negócio, o cliente já tem todas as informações que necessita sobre o imóvel, conhecendo inclusive a sua estrutura através de fotos que são disponibilizadas no site e nas redes sociais da empresa que esta comercializando o produto. “Essa facilidade se deu graças ao avanço da tecnologia”.

O vice-presidente do Conselho, Cezar Zoghbi, afirmou que as empresas de corretagem de imóveis de Rondônia que já aderiram às mídias sociais na exposição de seus produtos, estão tendo retorno financeiro maior nas vendas do que aquelas que se limitam a divulgar nos classificados dos jornais impressos.

Com o mercado imobiliário em alta, resultado do incentivo que o Governo Federal vem dando a área da construção civil, Zoghbi disse que para acompanhar esse crescimento, é preciso que o corretor se especialize em relação às novas tecnologias, do contrário, perderá clientes.

Fonte: JE Rondônia ao Vivo

REDIMOB PARTICIPA DO III FÓRUM IMOBILIÁRIO EM PORTO VELHO

“Explorando o mercado nas redes sociais" será o principal tema debatido no evento.

Com o tema “Explorando o mercado nas redes sociais”, o Redimob irá participar do III Fórum Imobiliário, que ocorrerá em Porto Velho (RO), nos dias 24 e 25 de outubro. A palestra será ministrada pelo diretor de Marketing, Leonardo Stuepp Jr, que enfatizará a importância do corretor de imóveis em fazer uso dessas ferramentas para gerar relacionamentos e negócios.

“Os profissionais que sabem utilizar corretamente as redes sociais já estão um passo a frente. É através destes canais que os corretores podem receber muitas informações, observarem o que estão falando da sua marca e saber quais as necessidades de mercado,” ressalta o diretor de Marketing.

A atuação do corretor de imóveis diante das redes sociais será um dos principais assuntos discutidos no evento, que é promovido pelo CRECI-RO. Outros temas que serão abordados no III Fórum Imobiliário são voltados à economia, mercado e perfil profissional do corretor global; planejamento e desenvolvimento de sites vendas e atendimento online aos clientes; crédito imobiliário abrindo portas para novos negócios e a construção do bom trabalho no mundo dos corretores

As inscrições devem ser realizadas na sede do CRECI-RO e o custo são 03 kgs de alimento não perecíveis.

III Fórum Imobiliário
Data: 24 e 25 de outubro
Local da Inscrição: Sede do CRECI-RO – Av. Abunã, nº 1713 – São João Bosco.
Mais informações: (69) 3224 1008/3224 1271

Sobre o Redimob

O Redimob é uma rede social temática voltada para o setor imobiliário, que proporciona um ambiente de conexão global e interação entre profissionais que formam o setor.

No Redimob, cada pessoa cria o próprio perfil e pode contribuir com a produção de conteúdos, convidar contatos para participar e encontrar amigos e/ou possíveis parceiros de negócios. A estrutura é composta por pessoas que através de suas participações, comentários, relacionamentos e contribuições, formam a rede.

Fonte: Thatiana Sousa Sestrem
thatiana.sestrem@redimob.com.br

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ProprietárioDireto se consolida como única rede social para proprietários e compradores de imóveis

Presente em mais de 125 cidades, rede possibilita negociação com mais benefícios

Um canal para uma negociação imobiliária mais justa e econômica. Esta é a proposta da ProprietárioDireto (www.proprietariodireto.com.br) que, em apenas oito meses de sua criação, já se consolida como a única rede social do setor com a proposta de colocar comprador e vendedor de imóveis em contato direto. São quase 3 mil pessoas cadastradas, distribuídas em mais de 125 cidades. Desse total, aproximadamente 2 mil estão em busca da nova residência e mais de 500 querendo negociar suas unidades, além de cerca de 370 profissionais que oferecem a prestação de serviços especializados.

Para Matheus Garcia, usuário que anuncia seu imóvel no site, o portal permite oferecer a unidade a preços menores. “Pela minha experiência ao tentar comprar imóveis, percebi que nem sempre os corretores passam aos proprietários as reais ofertas dos compradores. A ProprietárioDireto é um meio para encontrar pessoas dispostas a tratar diretamente com o proprietário, e poder negociar a valores mais acessíveis”, comenta.

Com o sucesso, o próximo passo é ampliar a oferta de serviços. O site, que já possui um espaço para que profissionais como arquitetos, decoradores, eletricistas, engenheiros, entre outros, ofereçam seus préstimos, abrirá o rol de opções oferecidas, inclusive com novas parcerias e mais vantagens aos usuários.

A publicitária Martha Abreu, que também anuncia imóveis pela ProprietárioDireto, está muito ansiosa com as possibilidades que o site representa. “Sinto que as pessoas estão conhecendo o portal e aderindo à proposta. Isso representa maiores oportunidades para eu negociar meu imóvel sem intermediação. Sem dúvida, isso torna a venda muito mais vantajosa e rápida tanto para mim, como para o comprador. Minha família e eu investimos em imóveis e já deixamos de fechar negócio por causa da burocracia de imobiliárias”, relata.

“Começamos com o objetivo de viabilizar o contato entre quem quer vender e quem quer comprar, mas percebemos que podíamos ir além. Em breve poderemos oferecer uma gama de alternativas muito interessante. Vimos, nesses oito meses, que o mercado aceitou esse contato direto e a prova disso é o crescimento da rede”, afirma Edgard Faciola, sócio-proprietário da ProprietárioDireto.

Fonte: MARCO BARONE NOTÍCIAS - DEMAIS

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

IMÓVEIS E O RISCO DA EUFORIA EXAGERADA


De janeiro a julho deste ano, a venda e os lançamentos de imóveis novos na cidade de São Paulo registraram, respectivamente, queda de quase 20% e de 14%, em relação a igual período de 2010.

Os números não devem impressionar. Até porque o desempenho do mercado imobiliário no ano passado foi extraordinário. O nível de comercialização situou-se muito acima do que se pode considerar como um ritmo saudável e sustentável. Portanto, a redução foi, digamos assim, providencial, para que não corrêssemos os riscos de uma euforia exagerada. Riscos que já se faziam perceber num movimento especulativo de particulares, inflacionando os preços de terrenos e, naturalmente, o preço médio do metro quadrado construído. Um movimento que acertaria de cheio os investidores animados pela possibilidade de uma alta continuada.

A diminuição vem devolver o bom senso que deve predominar no setor, até em razão do longo prazo que caracteriza sua operação. Mas isso não significa desaquecimento. Nada de achar que os preços vão desabar e que é bom esperar para comprar na “bacia das almas”.

O mercado imobiliário ainda vive o bom momento iniciado com a retomada do crescimento pós-crise de 2008 e o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), medida anticíclica adotada pelo governo federal que deu impulso e dinamismo às atividades da área.

O segmento residencial é o grande responsável pelo forte crescimento experimentado nos últimos anos, após o susto da crise financeira internacional que abalou importantes países. Isso se tem refletido nos números do setor, que se converteu num dos mais fortes segmentos da economia nacional.

Todos reconhecem que a mola propulsora desse crescimento tem sido o crédito imobiliário. De janeiro a julho deste ano, o volume de financiamentos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiu um recorde de R$ 43,6 bilhões – um crescimento de 51% em comparação com os primeiros sete meses de 2010.

Se esses números recordes são expressivos, também são expressivas: a alta dos valores dos terrenos, que tem dificultado a viabilização de alguns empreendimentos; a alta dos custos da construção, que tem diminuído as margens dos negócios; e até a dificuldade de entrega dos projetos, em especial do MCMV, por causa de atrasos em obras e mesmo problemas em repasses de contratos da Caixa Econômica Federal.

Esse é o cenário a que assistimos, e com grande preocupação. Tais movimentos terminam por revelar os perigos inerentes a um mercado superaquecido e nos chamam à responsabilidade de conter a impetuosidade do mercado, em prol de um desenvolvimento mais continuado.

A responsabilidade é ainda maior ao considerarmos o atual ambiente da economia mundial, sacudida por outra crise, provavelmente ainda mais séria, posto que de países, e não de mercados.

Para o setor imobiliário, a conclusão é óbvia: não é possível imaginar que continuaremos nadando de braçadas num mar de tranquilidade. Pelo contrário. Temos ondas enormes chegando, e as correntezas são tantas que é impossível adivinhar para onde elas podem nos levar.

A globalização, que por um lado aproxima os países, deixa-os extremamente dependentes e, como um grande castelo de cartas, expõe todos a um risco permanente. Ao olharmos para os estragos causados nos mercados europeu e americano, devemos tomar lições dos abalos que foram sentidos naqueles países para não incorrer nos mesmos erros, até por interpretar indevidamente os sinais do setor imobiliário nacional.

O momento é muito bom e todos querem que assim continue. Por isso, não podemos deixar que a euforia nos tolde a visão. A diminuição ora verificada no comportamento do mercado de imóveis vem devolver o bom senso que o setor exige. Sabedoria é isto: observar, conhecer, pesquisar, interpretar e ajustar. Vamos seguir devagar e sempre. É o melhor a fazer.

Fonte: O Estado de S.Paulo