domingo, 20 de agosto de 2017

DIVULGAÇÃO: CURSO DE PERICIAS E AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS URBANOS POR INFERÊNCIA ESTATÍSTICA EM SALVADOR


ESTE CURSO É UMA DAS EXIGÊNCIAS 
DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PARA AVALIADORES
Atenção: Numero Máximo de alunos 25 pessoas.

Objetivo: Mostrar aos participantes os instrumentos básicos para a avaliação de imóveis através da metodologia científica, regressão linear múltipla e inferência estatística, mediante o emprego de fundamentos de Econometria e Estatística, com o auxílio do software SISDEA.

A partir da entrada em vigor da norma de avaliação de imóveis urbanos – NBR 14653-2, o conhecimento da Metodologia Científica passou a ser fundamental para que o profissional atue na elaboração de laudos Periciais em avaliação.

Conteúdo Programático com aulas Praticas e Teóricas

I -PERÍCIA JUDICIAL:
- Como ser Perito Judicial- O que faz um Perito– Nomeação– Exigências– Varas em que o Perito pode atuar– Como a ser Perito Judicial– O trabalho nas varas - Perícias Judiciais e Extrajudiciais– O Processo– Os 5 Princípios do Processo– Fases Processuais– Intimação nos autos– Retirada dos autos– Honorários Periciais

II. LAUDO PERICIAL:
- Conceito - Elaboração - Estrutura - Encaminhamento - Quesitos e Respostas - Respostas Padrão - Entrega do Laudo Pericial - AssistentesTécnicos - Quesitos Suplementares - Esclarecimentos de Quesitos.

III. LEGISLAÇÃO:
- CPC: artigos 420 a 439– CPP: Crimes relacionados a Peritos
- Assistência Judiciária Gratuita

IV. MODELOS DIVERSOS:
- Carta de Apresentação-– Propostas de Honorários

V. AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS:
Apresentação da Norma NBR 14653 com ênfase para as Partes 1 e 2 - Procedimentos Genéricos e Avaliação de Imóveis Urbanos, respectivamente - Aspectos a serem observados quando da vistoria ao imóvel avaliando - Aspectos relevantes na fase de pesquisa de dados - Metodologias aplicáveis à avaliação de imóveis urbanos - Método Comparativo de Dados de Mercado - metodologia científica; Variáveis - como identificá-las e tratá-las; Cálculo da Equação de Regressão; Coeficientes de Determinação e Correlação; Regressão Linear; Linearização de Curvas; Estatística Inferencial e Testes de Hipóteses; Estudo de Probabilidades; Cálculo do Intervalo de Confiança; Modelo de Regressão Linear Simples e Múltipla; Roteiro de Análise de Modelo de Regressão – Aplicativo SISDEA; Exercícios Práticos com uso do Software SISDEA (fornecido pela instrutor para uso durante o curso) - Aulas praticas e teóricas.

Pré-requisito: O ALUNO DEVERÁ TRAZER UM NOTEBOOK

Ministrante: Professor Dr.Carlos Auelio Nadal, Engenheiro Civil, Mestre e Doutor em Ciências Geodésicas. Professor Universidade Federal,vasta experiência e acadêmica a mais de 30 anos . Ministrante de cursos em pericias judiciais em todo Brasil.

DATA: 25 A 27 Agosto de 2017
Carga Horária: 26 horas
LOCAL: Hotel Golden Park - Av. Manoel Dias da Silva, 979 - Pituba, Salvador -BA Sexta feira, Dia 24 de Agosto 2017 inicio as 18:00 ás 22:30hs - Sábado e Domingo das 8:00 ás 18:00hs.

INVESTIMENTO: PARA PAGAMENTO A VISTA R$1.125,00 / TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA.

PARCELAMENTOS:
R$ 1.200,00 EM DUAS PARCELAS: ENTRADA NO ATO DA INSCRIÇÃO POR TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA DE R$600,00 E CHEQUE PRÉ-DATADO PARA 30 DIAS ENTREGUE NO DIA DO CURSO OU R$1.200,00 EM ATÉ 12 VEZES PELO SISTEMA PAGUE SEGURO NO CARTÃO DE CRÉDITO ACEITA TODAS AS BANDEIRAS CONSULTE TAXA JUROS.

Transferência Bancária: Banco do Brasil -Ag.3460-6 -Conta Corrente nº47.877-6-
Favorecido Central Base Miranda- CNPJ 24.610.391/0001-24
Obs. após o pagamento favor enviar o comprovante para email: contatos@centralbasecursos.com.br ou para whatsapp 71-986133807

Incluso no valor da inscrição:
1) Material didático completo;
2) Serviço de coffee-break;
3) Certificados será entregue no ultimo dia do curso.


e-mail: contatos@centralbasecursos.com.br
Tel. 71-30355420 - (71) - 98881-5420 (oi) / (79) 99626-7760 - Whastapp (71) 98613-3807

O curso poderá ser adiado caso não haja confirmação do número mínimo de matrículas, ou desistências que inviabilizem sua realização.

BANCOS REDUZEM JUROS DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO E ACIRRAM CONCORRÊNCIA COM A CAIXA


Com os sucessivos cortes na taxa básica de juros (Selic), o juro para o crédito imobiliário nas linhas mais procuradas está em queda no país. Em muitos bancos, as taxas anuais já recuaram para o patamar de um dígito. Segundo dados do Banco Central, a taxa média para financiamento da casa própria para pessoas físicas caiu 2 pontos percentuais em 1 ano, passando de 11,2% em junho de 2016 para 9,2% em junho deste ano. E, segundo analistas, a tendência continua de queda. (Excerto de texto do G1)

Comparativo de juros para financiamento imobiliário

BancoSFHSFIpró-cotista
Caixaa partir de 10,25% ao ano + TRa partir de 11,25% ao ano + TResgotada
Banco do Brasila partir de 9,74% ao ano + TRa partir de 10,65% ao ano + TR9% ao ano + TR
Itaú Unibancoa partir de 9,3% ao ano + TRa partir de 9,9% ao ano + TRnão opera
Bradescoa partir de 9,5% ao ano + TRa partir de 9,5% ao ano + TRnão opera
Santandera partir de 9,49% ao ano + TRa partir de 9,99% ao ano + TRnão opera

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

CAMPANHA PUBLICITÁRIA DO SISTEMA COFECI / CRECI


  
Campanha publicitária do Sistema COFECI - CRECI em comemoração ao 
Dia do Corretor de Imóveis - 27 de agosto.

CRECI SP REGULAMENTA A ATIVIDADE DE ESTRUTURADOR IMOBILIÁRIO


Encontrar áreas, prospectar e viabilizar soluções imobiliárias adequadas às necessidades dos clientes. Essas são tarefas do profissional estruturador imobiliário. Por meio dessa prestação de serviços especializada, que pode incluir desde a prospecção de terrenos, estudos da melhor utilização do local, à viabilidade econômica e financeira do negócio, muitos grandes empreendimentos são consolidados.

A atividade faz parte do dia a dia de muitos corretores e exige, sem dúvida, um preparo específico, uma grande experiência e conhecimento de muitas técnicas que o segmento envolve. Ciente dessa realidade, o CRECISP assinou, na última semana, a portaria 6648/2017, regulamentando a atividade do estruturador imobiliário, o que, além de delimitar funções, pode proporcionar melhores condições de atuação aos profissionais que se dedicam a essa área.

“Vamos trabalhar no sentido de dar maior proteção ao mercado de incorporação imobiliária, e fazer com que os corretores de imóveis especialistas em estruturar áreas para a construção de shoppings, hotéis, grandes empreendimentos, possam ter uma previsão daquilo que será realizado e da forma de recebimento de sua remuneração”, comentou o presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, na assinatura do documento.

A portaria também nomeou os corretores Sérgio Ferrador e Roberto Nicastro Capuano, que é conselheiro do CRECISP, como responsáveis pelo desenvolvimento de um programa de estudos com o intuito de dar uma instrução mais aprofundada àqueles que trabalham com estruturação imobiliária, a fim de que possam obter uma maior especialização. Os dois já contam com uma vasta experiência nesse segmento e enfatizaram a importância do profissionalismo no trabalho do estruturador.

“O corretor desse nicho precisa saber o que vende, o que não vende, qual é o produto que você deve colocar em um terreno, qual o melhor terreno para determinado produto, a metragem necessária, a legislação com relação a planos diretores... É uma análise muito mais complexa do que, especificamente, uma compra e venda de um imóvel de terceiros para um lançamento”, explicou Ferrador.

Já o conselheiro Roberto ressaltou que muitos colegas se habituaram a operar com as incorporadoras sem a devida especialização, e comprometem o andamento dos negócios. “Vamos desenvolver um curso que visa não só qualificar o corretor para que ele possa atuar nesse mercado e oferecer o melhor serviço ao seu cliente – no caso, as incorporadoras -, como também para protegê-lo. É óbvio que todos poderão atuar e oferecer seus serviços, pois o mercado é livre, mas essa especialização visa justamente fazer com que o profissional qualificado se destaque”, concluiu.

Fonte: CRECI SP

N.E. Esta é uma iniciativa digna de nota e deveria ser seguida por todos os Conselhos Regionais, sobretudo, enfatizando à implantação de um programa de estudos para os interessados neste segmento dado a importância do mesmo no cenário mercadológico.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

MAIS DA METADE DOS IMÓVEIS DO MINHA CASA, MINHA VIDA APRESENTAM FALHAS ESTRUTURAIS


Tida como a maior ação pública para construção de imóveis populares, o programa Minha Casa Minha Vida, também acumula problemas estruturais. Segundo estudo do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) 56,4% das residências das faixas 2 e 3 do programa têm defeitos na construção.

O estudo inédito, divulgado ontem, abarca as chamadas faixas intermediárias do programa, que confere rendas mensais, por família de R$ 4 mil e R$ 9 mil, respectivamente. "Foram observados defeitos em 56,4% das unidades da amostra visitada, falhas estruturais ocorridas dentro do prazo de garantia", diz o relatório do CGU.

Segundo o levantamento, as principais falhas encontradas foram: infiltrações; falta de prumo e de esquadros; trincas e vazamentos. "Quanto à área externa, cerca de 20% dos moradores informaram situações de alagamento, iluminação deficiente e falta de pavimentação." Os imóveis nessa faixa, financiados com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), são vistoriados e regularizados pela Caixa Econômica Federal.

Apesar dos problemas, a CGU pondera que a fatia de beneficiários que se consideram satisfeitos com o imóvel foi de 33,1%, o que talvez se explique "pelo fato da Caixa e as construtoras oferecerem assistência e reparos às deteriorações no prazo de garantia."

Uma das maiores surpresas do relatório foi o esclarecimento sobre o déficit habitacional do País. Quando iniciado o programa, em 2009, a bandeira da redução do número de brasileiros sem moradia própria foi hasteada mas, segundo a CGU, o número de unidades habitacionais entregues pelo programa não resultou em redução efetiva do déficit habitacional, apesar de conter o avanço. "Também foi visto que a estratégia adotada no planejamento das alocações de recursos entre as regiões sofreu desfiguração ao longo do tempo, o que gerou resultados positivos em alguns estados e insatisfatórios em outros" diz o ministério.

Como forma de melhorar o monitoramento, a CGU recomenda a criação de painéis indicadores para controle dos problemas e suas soluções, além de maior apuração nas licenças ambientais que a Caixa Econômica libera para as construtoras iniciarem a obra.

O relatório consolida dados de 77 empreendimentos ou contratos celebrados entre a Caixa e as construtoras, distribuídos em doze estados (Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe), com cerca de 30 contratos individuais de compradores para cada empreendimento visitado.

Os trabalhos de campo foram feitos em 2015, com a análise de 2.166 contratos e 1.472 unidades habitacionais.



Fonte: Com informações da CGU

CAIXA REDUZ TETO DO FINANCIAMENTO DA CASA PRÓPRIA


A Caixa vai reduzir o percentual que poderá ser financiado na compra de um imóvel novo de 90% para 80% do valor da propriedade.

As regras vão valer para quem optar pelo financiamento pela tabela SAC (que reduz o valor das prestações ao longo dos anos), a mais utilizada pelo banco público.

A partir de agora, quem quiser comprar um imóvel novo precisará ter 20% do valor para dar de entrada.

Para imóveis usados financiados pela tabela SAC, o percentual de entrada é de 30% desde março do ano passado.

Na tabela Price (em que as parcelas vão aumentando ao longo do tempo; menos procurada pelos interessados na casa própria), a entrada cai de 70% para 60% com recursos da Pró-Cotista e de 80% para 70% na CC FGTS.

A mudança é uma decisão estratégica de segurança e garantia.

João da Rocha Lima Jr., professor titular de "real estate" da USP, sugere que a mudança tenha relação com o desejo de financiar mais imóveis com o mesmo volume de recursos, em meio à escassez de recursos da poupança e do FGTS.

"Com o desemprego, as empresas estão fazendo uma contribuição menor para o FGTS. A força de aplicação do FGTS na casa própria cai", diz.

O efeito colateral positivo da medida, no entanto, é reduzir o risco desses empréstimos em um cenário em que o valor dos imóveis não deve subir nos próximos anos.

Em nota, a Caixa diz que "redimensionou as cotas máximas de financiamento para adequação em relação à política de alocação de capital do banco" e que a maioria dos clientes não será impactada pela nova medida.

Cerca de 90% dos empréstimos para a compra da casa própria já financiam 80% ou menos do valor do imóvel, segundo o banco público.

A Caixa detém quase 70% de todo o financiamento imobiliário do país, mas tem enfrentado a concorrência dos grandes bancos, que veem na linha uma alternativa para continuar a conceder empréstimos na crise.

Alguns bancos privados estão reduzindo as taxas de juros dessa linha, na esteira da queda da taxa básica de juros (Selic), hoje em 9,25% ao ano. Já a Caixa sinalizou que não pretende cortar os juros.

O crédito imobiliário é considerado um dos menos arriscados do mercado.

Pró-cotista - Na semana passada, a Caixa obteve orçamento extra de R$ 15 bilhões para financiar imóveis, segundo apurou a reportagem. Porém, o dinheiro não será destinado à linha Pró-Cotista, uma das mais baratas do mercado.

A linha ganhou espaço com o enxugamento dos recursos da poupança, consequência do aumento dos saques nos últimos meses.

Fonte: FOLHA DE S. PAULO

CDR APROVA PROJETO QUE FACILITA A AVERBAÇÃO DE CASAS TÉRREAS

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Reunida a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) nesta quarta-feira (16), a Presidente da CDR, Senadora Fátima Bezerra, designou a Senadora Regina Souza relatora “ad hoc” da Matéria, em substituição ao Senador José Pimentel. Após a leitura, encerrada a discussão e colocado em votação, a comissão aprovou o relatório que passa a constituir Parecer da CDR.

A matéria segue para a apreciação da CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Parecer P.S. 6/2017 ( PDF ).

O Projeto de lei torna mais ágil e mais barata a averbação de casas térreas construídas há mais de cinco anos. O texto, da Câmara dos Deputados (PLC 164/2015), dispensa a exigência do alvará de construção no processo de averbação desse tipo de imóvel.

A averbação de um imóvel é a mudança de informações no seu registro. Esse tipo de procedimento é necessário sempre que o dono fizer nova construção ou demolição, realizar uma grande alteração estrutural, tiver mudança em seu estado civil ou transferir a propriedade para outra pessoa.

Segundo o Senador José Pimentel, a proposta é uma iniciativa que vem em boa hora para eliminar uma injustificável barreira burocrática à regularização de imóveis unifamiliares de um só pavimento já construídos.

Do deputado Irajá Abreu (PSD-TO), o projeto se refere apenas às unidades que sirvam como residência para uma única família. O objetivo do autor é desburocratizar o processo de atualização do registro dos imóveis – a chamada averbação – e também “dinamizar os mercados imobiliários em bairros e cidades economicamente menos favorecidos”.

Fonte: Agência Senado