Segundo incorporadoras e empresas de vendas, o preço do metro quadrado desse tipo de produto oscila entre R$ 7 mil e R$ 11 mil o metro quadrado. O que significa dizer que um apartamento do mesmo tamanho ou até menor que o popular Minha Casa, Minha Vida chega, em média, a R$ 500 mil.
“É um produto feito para regiões onde há pessoas jovens e com remuneração muito acima da média”, diz Emilio Fugazza, diretor da Eztec, que lançou edifício no Campo Belo a partir de 50 metros quadrados a R$ 7,5 mil o m². Itaim, Vila Olímpia, Jardins, Vila Madalena e Pinheiros são os bairros que abrigam os “compactos premium”.
O público é o jovem solteiro, casais e descasados – que querem morar e trabalhar no mesmo lugar, estar a alguns passos de distância de restaurantes badalados – além da nova leva de investidores que começa a experimentar o mercado imobiliário. Existe demanda, portanto, tanto do lado do investidor, quanto do morador – equação perfeita. “São pessoas que que abrem mão de espaço para estar em uma localização menor, é o que sempre aconteceu nas grandes metrópoles”, diz João Azevedo, diretor de incorporações da Even.
Fonte: Valor Econômico | Mercado Imobiliário
Parabéns!!! Muito informativo seu site!!!
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