terça-feira, 19 de julho de 2011

OUTDOOR AO VIVO PARA EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO

Projeto “outdoor ao vivo” desenvolvido para o empreendimento RED Curitiba, da LN e da PDG. O projeto foi veiculado pelo grupo ByVivas.

Clique na foto para ampliar

Fonte: Marketing Imob

domingo, 17 de julho de 2011

CRECI-BA: FISCALIZAÇÃO DA APLICAÇÃO DA NOVA TABELA DE HONORÁRIOS



Ofício Circular CRECI n.º 010/2011

Salvador, 15 de julho de 2011.

Aos (Às)
Corretores (as) de Imóveis da Bahia

Prezado (a) Colega,

Como já deve ser do conhecimento de todos, o CRECI/Ba, na Sessão Plenária ocorrida no dia 15/02/2011, homologou a nova tabela de honorários mínimos da categoria.
Desde a sua homologação, a aplicação da referida tabela vem sendo amplamente divulgada e discutida por todos os setores do mercado imobiliário baiano.
Não obstante tal divulgação, estamos recebendo várias denúncias de descumprimento da referida tabela, principalmente por parte das imobiliárias que participam de lançamentos imobiliários.
Diante desta situação, enviamos correspondência a todas as pessoas jurídicas inscritas no CRECI/Ba a fim de que passem a cumprir a tabela em questão (documento disponível no site do Conselho - www.creciba.org.br)
Na aludida correspondência informamos que a fiscalização da tabela iniciará no dia 1º agosto de 2011, sendo que até tal data todos os contratos de intermediação mobiliária deverão se adequar à nova realidade.
Sabemos que a luta será árdua e que encontraremos vários obstáculos, mas esperamos contar com o apoio de toda a classe, pois desta forma as eventuais dificuldades serão facilmente superadas.
Devemos, entretanto, esclarecer que o CRECI não poderá obrigar uma construtora ou incorporadora a cumprir a tabela, mas poderá perfeitamente punir uma imobiliária ou corretor de imóveis que receber comissões em desacordo com a mesma.
Com efeito, o cumprimento da tabela de honorários é um dever de todos os inscritos no CRECI/Ba, senão vejamos:
O art. 6º, V, da Resolução - COFECI 326/92, que aprovou o Código de Ética da Profissão, estabelece que é vedado ao corretor de imóveis receber comissões em desacordo com a tabela aprovada ou vantagens que não correspondam a serviços efetivamente e licitamente prestados.
O “caput” do art. 6º da Lei 6.530/78, por sua vez, estabelece que as pessoas jurídicas inscritas no Conselho Regional de Corretores de Imóveis sujeitam-se aos mesmos deveres e tem os mesmos direitos das pessoas físicas nele inscritas.
Ou seja, as pessoas jurídicas também estão obrigadas a respeitar a tabela de honorários.
O art. 17, IV, da Lei 6.530/78, por sua vez, dispõe que compete aos Conselhos Regionais homologar, obedecidas às peculiaridades locais, tabelas de preços de serviços de corretagem para uso dos inscritos, elaboradas e aprovadas pelos sindicatos respectivos, o que ocorreu este ano na Bahia.
Por outro lado, gostaríamos de salientar que, por força do disposto no art. 4º, IX, do Código de Ética, todo o profissional inscrito deve contratar, por escrito e previamente, a prestação dos serviços profissionais, o que está sendo descumprido e também deve ser regularizado até o último dia de julho de 2011, posto que também será objeto de fiscalização a partir de agosto de 2011.
É importante ressaltar que, diante das questões jurídicas acima expostas, a fiscalização do CRECI será dirigida aos corretores de imóveis e às imobiliárias, mas, se com esta fiscalização todos os corretores e imobiliárias se recusarem a receber comissões em desacordo com a tabela, as construtoras e incorporadoras terão que aceitar a nova realidade.
Com efeito, o corretor de imóveis é peça indispensável à máquina que move o mercado imobiliário. Sabemos que a fiscalização do CRECI é muito importante, mas a união da classe em torno dessa idéia é essencial.
Contamos com o apoio de todos a fim de que a nova tabela de honorários mínimos possa efetivamente ser cumprida, posto que esta será a melhor forma de valorização da profissão.

Certos de que seremos compreendidos e atendidos, agradecemos desde já.

Sem mais para o momento, Atenciosamente,

Samuel Arthur Prado
Presidente

Fonte: CRECI-BA via E-mail

ANALISTAS: ALTA DE PREÇOS DE IMÓVEIS NÃO SIGNIFICA "BOLHA"

S. Paulo-O aumento no valor dos imóveis em algumas regiões tem gerado receios de que o Brasil esteja passando pelo fenômeno da bolha imobiliária, ou seja, de que esteja havendo uma valorização exagerada, acima do equilíbrio de mercado e, em algum momento, os preços voltarão aos patamares anteriores abruptamente - como ocorreu em 2008 nos Estados Unidos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o preço de um imóvel ficou em média 101% mais caro de janeiro de 2008 a junho deste ano, segundo pesquisa FipeZap. No entanto, analistas não apostam em um fenômeno semelhante no País - mesmo se houver um reajuste, os "feridos" não serão tantos, afirmam.

De acordo com o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, o que diferencia a situação brasileira das "bolhas" que já estouraram é a ausência de um sentimento de que haverá valorização irrestrita das propriedades. "É preciso existir investidores e compradores dispostos a pagar qualquer preço pelo imóvel, porque sabem que vão subir", disse. Para ele, o Brasil já está em um processo de desaceleração do ritmo de alta dos preços, e o crescimento estará mais ligado aos índices de inflação. "Esse ano teremos uma valorização imobiliária em torno de 5% a 10%, o que mostra que o País continua crescendo, que continua gerando emprego, e não enfrenta uma bolha imobiliária", afirmou.

Para o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Alberto Azjental, os preços já estão acima do valor de equilíbrio, mas não o suficiente para uma bolha. "Descontada a inflação, há um crescimento de 25% nos preços de venda dos imóveis no Estado de São Paulo, entre 2005 e 2011", lembrou. Por conta desse percentual, o professor acredita que os preços voltarão ao patamar normal aos poucos, corrigidos pela inflação, porém, não sem causar alguns prejuízos. "Não terão tantos mortos e feridos, mais para frente haverá um pouco de inadimplência, mas não estamos em uma bolha", disse.

Azjental destaca ainda sinais de diminuição da atividade econômica. "Esse ano, já se percebe alguns fenômenos de saturação, como o começo de inadimplência em eletrodomésticos, alguns processos de demissão. Aquela taxa de crescimento (da economia) está se exaurindo um pouco, está entrando em uma inflexão. O mercado vai corrigir os preços (dos imóveis) com a inflação a partir desse ano e ao longo de dois anos", afirmou.

O aquecimento do mercado imobiliário no Brasil se sustenta sobretudo por ter ocorrido após a ascensão da classe média e da recuperação do crédito. "De 2005 para cá, há um alongamento de prazo (de financiamento) de oito para 25 anos, que é o normal no mundo, além de aumento de massa salarial e mais pessoas empregadas, que geram uma demanda reprimida por imóveis", afirma o professor da FGV. Ele acrescenta ainda que algumas regiões metropolitanas, como a Grande São Paulo, passam por uma escassez de terreno, que envolve problemas ligados ao transporte público e acesso, o que ajuda a elevar os preços.

O crédito imobiliário atingiu 4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e, embora existam melhores condições e mais pessoas dispostas a adquirir imóveis e, por outro lado, a oferta de novos imóveis não cresça na mesma proporção (configurando-se um descompasso entre oferta e demanda), Petrucci não crê que o País esteja passando por uma bolha, por contar com um setor financeiro exemplar em relação a outros países, e que não fará operações de risco semelhantes às observadas nos EUA.

"Não existe a menor chance de termos no Brasil o mesmo problema que no sistema financeiro americano, porque o sistema financeiro nacional é fortemente regulado e fiscalizado. O crédito imobiliário está muito equilibrado e o índice de inadimplência muito baixo", disse, lembrando que a inadimplência alcançou 6,76% dos contratos de financiamento imobiliário em fevereiro deste ano, segundo dados do Banco Central (BC).

Bolhas no mundo

As bolhas imobiliárias não são um fenômeno recente e tampouco isolado, o Japão enfrentou o problema em meio a uma crise financeira na década de 1980. A Espanha viu o preço de seus imóveis despencarem em 2008 após anos de valorização. Atualmente, especula-se que a China esteja passando por um momento de valorização excessiva dos imóveis. Com grandes reflexos na economia global, os EUA também passaram recentemente por um fenômeno do tipo.

Segundo o professor da FGV, a crise nos EUA foi causada por vários fatores relacionados, como o aumento do financiamento para a categoria subprime, ou seja, mais pessoas consideradas "de risco" obtiveram financiamento imobiliário; a crença de que os imóveis sempre se valorizam num processo irreversível; os juros baixos que contribuíram para a diminuição dos valores financiados e um ambiente de otimismo; e o aumento da securitização, que ocorre quando os bancos transformam uma dívida em um novo empréstimo, aumentando assim seu poder de crédito.

Aliado a esse cenário, o Federal Reserve (FED, banco central americano) decidiu aumentar a taxa de juros rapidamente e quebrou o ritmo que vinha ocorrendo até então. "Quando o FED subiu (a taxa básica de juros) de 1% para 5% e quebrou todo o ciclo virtuoso, o subprime, que paga a taxas variáveis, não consegue mais pagar. Ele devolve o imóvel, que cai de valor, tornando o financiamento maior do que vale o imóvel. Formou-se um ciclo vicioso. Isso é uma bolha, você não tem sustentação", acrescentou.

Fonte: Jornal do Brasil

sábado, 16 de julho de 2011

20 PROVIDÊNCIAS QUE O CORRETOR DE IMÓVEIS DEVE ADOTAR PARA SE TORNAR UM CAMPEÃO DE VENDAS

Sylvio de Campos Lindenberg Filho


1. Ao fazer o curso TTI, procure cursá-lo com dedicação, persistência e vontade de aprender. Que o seu objetivo principal não seja, somente, o de obter a “carteirinha do CRECI”;

2. Para ser um Campão de Vendas, você precisa querer. Para conseguir este propósito, você necessita ter atitude, conhecimento e habilidade;

3. Para vender imóveis, você precisa ter iniciativa própria. Saber atuar como um empreendedor do seu próprio negócio e demonstrar um bom desembaraço como se fosse um professor, psicólogo e diplomata;

4. Venda de imóveis é uma venda complexa. Na corretagem imobiliária, não há mais espaço para o trabalho amador e de forma improvisada. Para vender um imóvel, você deverá estar preparado para se relacionar e encantar as diferentes pessoas envolvidas no processo decisório do cliente;

5. Lembre-se de que, antes do cliente comprar um imóvel, ele terá que “comprar o corretor de imóveis”.

6. Para prestar um excelente serviço, você deve ter e manter o seu “kit de trabalho” em perfeitas condições: carro, notebook, agenda eletrônica, celular, calculadora financeira, trena eletrônica, bússola, vestir-se adequadamente, entre outros itens;

7. Seja prevenido e tenha uma “base financeira - poupança” para enfrentar os períodos de “vacas magras”, quando não consegue fechar vendas;

8. No início de cada mês, estabeleça o seu objetivo de vendas para o período. Você deverá trabalhar focado em atingi-lo. “Quem não sabe aonde vai, nunca chega”;

9. Quantos clientes você precisa atender para fechar uma venda? O seu grande desafio, mês a mês, é melhorar o resultado da equação: número de clientes atendidos por número de vendas efetivadas. “Quem não mede, não consegue avaliar o seu desempenho”;

10. Demonstre uma postura profissional correta, pela forma como você se comunica por escrito. O endereço de e-mail que você usa, não deve ser o mesmo usado na troca de mensagens pessoais com a sua turma. Procure usar o endereço de e-mail da empresa. Este cuidado ajuda a mostrar que você está associado a uma empresa séria e atuante no mercado. Ao mesmo tempo, tenha cuidado sobre o que escreve e na forma como o faz, em especial, evite os erros de português;

11. Para vender um imóvel, você deverá liderar as ações, seguindo as “fases do processo de venda de imóveis”: Abordagem, Entrevista, Apresentação/Demonstração, Objeção, Fechamento ou outra sequência, que achar mais conveniente;

12. Antes de oferecer um imóvel, faça a “lição de casa”, isto é, estude-o nos seus mínimos detalhes. Atenção, com a internet. O cliente pode saber mais sobre o imóvel que o interessa, do que você;

13. Vender ao cliente é diferente de vender o imóvel. Desenvolva uma boa entrevista, usando perguntas abertas, para entender e compreender o problema ou a necessidade do cliente. “Enxergue o imóvel com os olhos do cliente”, antes de oferecê-lo – o máximo da empatia;

14. Concluída a entrevista, classifique o cliente como sendo um cliente: quente, morno ou frio e enquadre-o em um dos cinco motivadores de compra: Lucro, Prazer, Orgulho, Paz de espírito e Dor. Estas providências irão ajudá-lo a programar melhor o seu trabalho de vendas e usar a inteligência em vendas;

15. O cliente não compra o imóvel, mas o que o imóvel faz para ele. Ao visualizar os benefícios, ele passa a perceber o imóvel como diferente dos demais, como uma solução para os seus problemas, passa a dar mais valor ao imóvel e reparar que ele não custa mais, vale mais. É a percepção do valor que cria o desejo de posse. Você deve convencê-lo e persuadi-lo falando “a língua dos benefícios” e não fique “vendendo características”. ”Diga o que ele quer ouvir”, centrando os seus argumentos de venda, nas características que atendem o motivador de compra identificado na entrevista. Não trabalhe com o “piloto automático ligado” vendendo do mesmo jeito, para todos os clientes. Use a inteligência em vendas – pense antes de agir. Ver os artigos: 1) “Cinco motivos básicos para comprar imóveis” (pág. 23), Revista Venda Mais, ano 17, nº 202, fevereiro de 2011 e 2) “A língua dos benefícios” (pág. 28), Revista Venda Mais, Ano 17, nº 206, junho de 2011.

16. Quando você conclui que já expôs todas as informações referentes ao imóvel que está demonstrando, não deixe de formular as perguntas do “fechamento tentativo”;

17. Dependendo das respostas obtidas, questione se o cliente gostaria de encaminhar uma proposta?

18. Se o cliente respondeu “sim”, pare de vender e comece a tratar do fechamento da venda;

19. Se o cliente respondeu “não”, questione os motivos e escolha uma nova alternativa, para dar continuidade no atendimento ao cliente;

20. Como você pode observar, o corretor de imóveis, para ser um Campeão de Vendas deve, continuamente, estar aprendendo, estudando e se preparando.

Tenho a consciência de que as “providências” listadas, não são da concordância de muitos profissionais. No entanto, a realidade nos mostra que, o número de clientes que são atendidos pelos corretores de imóveis é muito grande em relação ao número de clientes que, efetivamente compram. Esta constatação pode ser mudada. Na prática, os corretores de imóveis são habilidosos no convencimento, mas falham na persuasão. Como não se aprofundam no estudo do imóvel antes de oferecê-lo e só sabem listar e “vender características”, as vendas ocorrem com menos intensidade. Cliente não compra características e sim, o que o imóvel faz para ele. Aproveito a oportunidade para lhe alertar e recomendar que estude e se prepare para usar a sua inteligência em vendas e seja um Campeão de Vendas.

Boa sorte e suce$$o!!!

Fonte: Sylvio Lindenberg via E-mail para "O GESTOR IMOBILIÁRIO"
SYLVIO LINDENBERG - Atua no mercado imobiliário, há mais de 25 anos como corretor de Imóveis e consultor de empresas do Ramo Imobiliário. Ministra cursos in company, planeja e realiza convenções de vendas, prepara corretores de imóveis para a comercialização de imóveis em lançamentos (novos) e/ou avulsos (usados ou seminovos) e realiza trabalhos de coaching. Escreve artigos para diversas revistas: Venda Mais, Diário das Leis e sites. Autor dos livros: Venda de Imóveis: Um Ato de Negociação. Porto Alegre: Editora Sagra, 1990, Guia Prático do Corretor de Imóveis: Fundamentos e Técnicas. São Paulo: Editora Atlas, 2006 - 8ª tiragem, www.editoraatlas.com.br, Negociação e Processo Decisório. Curitiba: IESDE, 2007, livros que tratam especificamente sobre venda de imóveis, assunto de escassa bibliografia no Brasil.


E-mail slindenberg@terra.com.br

CONFIANÇA DO COMPRADOR DE IMÓVEL SE MANTÉM ESTÁVEL

O comprador de imóveis residenciais manteve seu nível de confiança em junho, mas já esteve mais otimista no começo do ano. O Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI), divulgado pelo Lopes, ficou praticamente estável no mês de junho. O ICCI de junho de 2011 cresceu apenas +0,2% se comparado ao mês anterior, de 128,2 para 128,4 pontos. Em fevereiro, o índice chegou a bater 137,4 _ o mais alto do ano. Nos primeiros três meses do ano, a média do índice estava em 135,9 e começou a cair a partir de maio.

Os possíveis compradores de apartamentos estão mais otimistas e confiantes com o momento atual do que com a situação futura. O Índice da Situação Atual (ISA) passou de 127,6 pontos em maio para 129,2 em junho (+1,2%) e o Índice de Expectativas (IE) de 128,8 pontos para 127,5 pontos (-1,0%).

O Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI), elaborado pela Lopes Consultoria de Imóveis, pretende captar a confiança de clientes e tem como objetivo identificar tendências de compra de imóveis. A sondagem é composta por seis quesitos e compreende perguntas sobre a situação atual e para os próximos seis meses em relação a economia brasileira, situação financeira da família e intenção de compra de imóvel. O índice varia de 0 a 200 pontos com resultados acima de 100 indicam cenário otimista.

A amostra estratificada por faixas de padrão do imóvel desejado para compra é composta por 584 pesquisas realizadas com os chamados “prospects” residentes na Região Metropolitana de São Paulo,que entraram em contato com a Lopes nos últimos três meses e continuam interessados em comprar imóveis.

Os “prospects” do mercado imobiliário que buscam imóveis de médio padrão (R$ 250 a R$ 499 mil), preferem imóveis na planta (71%) e 11% visam investimento. A maioria pretende comprar apartamento de dois dormitórios, com uma suíte e 81 metros quadrados de tamanho médio.

O Índice da Situação Atual foi o quesito que mais contribuiu para a evolução do ICCI pelo segundo mês consecutivo e se comparado ao mesmo período do ano anterior, apresentou aumento de +4,1%, denotando otimismo por parte dos possíveis compradores de apartamentos.

Os “prospects” do segmento econômico (imóveis até R$ 249 mil) mostraram-se mais otimistas em relação à “Situação brasileira atual” e “Situação financeira da família atua”l, enquanto que os prospects do segmento médio (imóveis de R$ 250 a 499 mil), mostraram-se mais otimistas em relação à “Situação brasileira atual” e “Intenção de compra de imóveis atual”, pois 84% declararam intenção de compra entre alta ou média (30% e 54% respectivamente). Se comparado ao mês anterior, no mesmo segmento, 17% possuíam intenção alta e 67% média.

Fonte: Clip Imobiliário | Daniela D’Ambrosio | Valor

EDIFÍCIO COLABORATIVO DA GAFISA JÁ CONTABILIZA MAIS DE MIL SUGESTÕES E MOSTRA O PODER DO CONSUMIDOR


Na segunda fase da campanha, o consumidor poderá dar sugestões para detalhes da construção

Foram mais de mil sugestões para o Edifício Colaborativo, primeiro empreendimento imobiliário do Brasil que terá a participação do consumidor, com sugestões enviadas pela fan page http://www.facebook.com/ideiasgafisa. O resultado, com o nome do consumidor que enviou a sugestão do nome do prédio que será construído pela Gafisa, será publicado em anúncio de página inteira na Folha de S.Paulo do dia 16 de julho. Também será divulgado o shortlist com as dez sugestões mais votadas.

Para a segunda fase da campanha, com veiculação a partir desta semana, a Giovanni+Draftfcb pretende estimular ainda mais a participação do consumidor com várias ações: anúncios de página inteira em revistas de circulação nacional; campanha on-line e ação exclusiva com blogueiros; 24 programetes veiculados no Discovery Channel intitulados “Testando grandes ideias” que apresentarão algumas sugestões enviadas pelos internautas e campanha na rede de elevadores Elemídia com o título “Quer ver sua ideia aqui?”, em que todo dia serão ilustradas duas ideias selecionadas dos consumidores durante duas semanas.

Todo o esforço é para continuar recebendo dos internautas, através da fan page, ideias para o empreendimento, como formato da piscina, atividades para a área de lazer, tipos de planta para o jardim e sugestões sustentáveis, como o reaproveitamento da água da chuva. “Queremos continuar provocando o diálogo com o consumidor e fazer do collaborative content não apenas uma tendência, e sim uma realidade”, analisa Ricardo John, diretor executivo de criação da agência.

Todas as ideias serão avaliadas, a partir de setembro, pela equipe de coordenação de projetos da Gafisa.

Fonte: Portal VGV