quinta-feira, 25 de outubro de 2018

MANIFESTO PELA NAÇÃO BRASILEIRA: CONSTRUTORAS E IMOBILIÁRIAS FAZEM APELO A CANDIDATOS


Trinta associações e sindicatos patronais de construtoras e imobiliárias assinaram um manifesto com 15 demandas aos candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Na carta, o grupo de associações afirma que o país está "diante de uma crise econômica sem precedentes, que precisa ser enfrentada com coragem e com novos parâmetros".

Para que o país "se torne uma nação desenvolvida, com equidade econômica e justiça social", ainda de acordo com o texto, o setor pede que o próximo presidente se atente a 15 pontos, que vão desde demandas liberais, como redução do tamanho do Estado e aumento das privatizações e das parcerias público-privadas, até preservação da liberdade de imprensa e "defesa firme e obstinada da democracia".

O "Manifesto pela Nação Brasileira" também pede manutenção das leis e de reformas que diminuam o peso do Estado e estimulem a economia, como a reforma trabalhista, o limite de gastos públicos, a terceirização e a regularização fundiária. A carta ainda faz um apelo aos brasileiros para que não fujam do "nosso compromisso cívico".

Clique no link abaixo e leia o "MANIFESTO PELA NAÇÃO BRASILEIRA":

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

PROPOSTA PERMITE REGISTRO EXTRAJUDICIAL DE IMÓVEL


Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 10046/18, do deputado Dr. Sinval Malheiros (Pode-SP), que institui a possibilidade de processo extrajudicial de adjudicação compulsória de imóveis perante cartórios de registro imobiliário.

A adjudicação compulsória é uma ação destinada a promover o registro imobiliário quando não houver escritura lavrada por demora de alguma das partes no negócio. Normalmente, é necessário ajuizar uma ação para conseguir a carta de adjudicação e, então, solicitar o registro no cartório de imóveis.

A proposta, de acordo com Malheiros, dá ao cidadão uma “alternativa segura, eficiente e menos custosa de realizar seus direitos”, tendo em vista as dificuldades de resolução por via judicial. “A excessiva burocracia tem trazido desconforto a todos aqueles que lutam pelo direito sagrado ao uso social da propriedade”, disse.

O texto inclui a possibilidade de processo extrajudicial na Lei de Registros Públicos (6.015/73).

Pelo projeto, a adjudicação será processada diretamente perante o cartório, a pedido do interessado. O advogado do representado deverá ter:

- procuração outorgada pelo requerente ao seu patrono;
- compromisso de venda e compra, de cessão ou promessa de cessão;
- prova de quitação do pagamento; e
- certidão da matrícula ou transcrição do imóvel adjudicando.

O titular do imóvel será intimado para se manifestar ou outorgar a escritura em até 15 dias. Caso não se manifeste, a inação será contada como concordância com o processo e ele terá de pagar as custas do processo.

As custas serão calculadas pelo valor venal do imóvel para cobrança do Imposto de Transmissão de Bens Intervivos (ITBI) e não o valor de mercado – normalmente superior. Segundo Malheiros, a medida é para estimular o uso da ferramenta extrajudicial.

Averbação de imóvel

O texto também acaba com necessidade de detalhar mudanças realizadas no pertencimento do imóvel (como mudança de estado civil do proprietário), também conhecida como averbação, em circunscrições imobiliárias anteriores. Segundo Malheiros, a mudança evitará que os cidadãos tenham de solicitar inúmeras certidões indefinidamente.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive quanto ao mérito.


Fonte: Câmara dos Deputados

ÍNDICE FIPEZAP APONTA NOVO RECUO DOS PREÇOS DE VENDA DE IMÓVEIS COMERCIAIS EM SETEMBRO


O Índice FipeZap Comercial – que acompanha o preço médio de conjuntos e salas comerciais de até 200 m² em 4 municípios – registrou em setembro queda tanto no preço médio de venda (-0,54%) quanto no preço médio de locação de imóveis comerciais (-0,57%). A inflação medida pelo IPCA (IBGE) foi de 0,48% no mês.

⦿ No último mês: à exceção de Porto Alegre (cidade em que o preço de venda apresentou alta de 0,13%), o valor médio de venda de imóveis comerciais apresentou queda em todas as cidades monitoradas, a saber: São Paulo (-0,63%), Rio de Janeiro (-0,59%) e Belo Horizonte (-0,48%). Já o preço médio de locação comercial recuou em todas as cidades monitoradas em setembro: Rio de Janeiro (-0,77%), São Paulo (-0,56%), Porto Alegre (-0,46%) e Belo Horizonte (-0,28%).

⦿ Balanço parcial de 2018: até setembro deste ano, tanto o preço médio de venda quanto o preço médio de locação de imóveis comerciais registram queda, com variações de -1,47% e -2,56%, respectivamente (comparativamente, a inflação medida pelo IPCA para o período é de 3,34%). Como no caso da análise mensal, nenhuma das cidades monitoradas apresenta alta nominal no preço médio de venda de imóveis comerciais no balanço parcial de 2018. Por outro lado, no tocante aos imóveis comerciais destinados à locação, Porto Alegre é a única cidade entre as monitoradas a registrar alta no valor médio no ano (+0,99%).

⦿ Análise dos últimos 12 meses: em um horizonte mais amplo (últimos 12 meses), o Índice FipeZap Comercial registra queda nominal de 2,61% e 2,87%, respectivamente, nos preços médios de venda e locação de conjuntos e salas comerciais. Comparativamente, a inflação acumulada no período é de 4,53%, de acordo com IPCA (IBGE). Novamente, Porto Alegre é a única das cidades monitoradas a registrar alta no preço (no caso de locação comercial, com +0,48%).

⦿ Retorno do investimento e benchmark: o investimento em imóveis comerciais tem oferecido um retorno médio inferior ao CDI* desde 2014 – diferencial que se acentuou a partir de 2015. Nos últimos 12 meses, o CDI apresentou uma rentabilidade média de 6,7%, enquanto os imóveis comerciais apresentaram um retorno médio de 1,8% – percentual que inclui a renda média do aluguel e a valorização dos ativos.

⦿ Preço médio de venda e locação comercial: em setembro de 2018, o valor médio do m² nos 4 municípios monitorados pelo Índice FipeZap foi de R$ 9.486/m² , no caso de imóveis comerciais à venda, e de R$ 39,31/m² , no caso de imóveis para locação. Rio de Janeiro se manteve como a cidade com o preço médio do segmento mais elevado (R$ 10.272/m²), enquanto São Paulo se destacou com o maior preço médio de locação entre imóveis comerciais (R$ 42,45/m²). Além disso, a capital paulista também ofereceu a maior taxa de rentabilidade do aluguel comercial entre as cidades monitoradas, com retorno anualizado de 5,5%

Nota: (*) O Certificado de Depósito Interbancário (CDI) é um título de emissão das instituições financeiras, que lastreia as operações entre bancos, e é usualmente considerado como o custo de oportunidade padrão dos investidores.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

ÍNDICE GERAL DO MERCADO IMOBILIÁRIO RESIDENCIAL: SETEMBRO 2018



A ligeira elevação nos preços dos imóveis residenciais captada pelo IGMI-R/ABECIP em setembro (0,10% comparada a agosto) resultou na continuidade da aceleração da taxa de variação acumulada em 12 meses do indicador (0,60% em setembro após registrar 0,46% em agosto). Olhando para as nove capitais consideradas pelo IGMI-R/ABECIP, apenas Recife apresentou uma variação acumulada em 12 meses crescentemente negativa (-0,39% em setembro contra -0,12% em agosto). No caso do Rio de Janeiro, única dentre as outras capitais a apresentar um acumulado negativo nos 12 meses em setembro (-1,75%), ainda assim observamos uma evolução com relação ao resultado pior observado em agosto (-2,09%). Sempre no critério do acumulado em 12 meses, Fortaleza passou de uma variação negativa em agosto (-0,13%) para positiva em setembro (0,13%), enquanto todas as outras capitais tiveram aceleração nas suas taxas positivas de crescimento dos preços nominais dos imóveis residenciais.

No entanto, sob a perspectiva das variações trimestrais, esta recuperação não apresenta aceleração para o Brasil, assim como para a maioria das capitais.

Enquanto para o Brasil a variação do terceiro trimestre de 2018 sobre o segundo foi de 0,07%, a variação do segundo sobre o primeiro trimestre havia sido um pouco superior (0,08%).


O gráfico acima mostra o terceiro trimestre de 2017 como o ponto mais baixo da série histórica do IGMI-R em termos trimestrais, com a recuperação tendo início no trimestre seguinte. Isso faz com que, a partir do último trimestre de 2018, a base de comparação mais alta torne mais difícil a aceleração da recuperação dos preços dos imóveis residenciais, na perspectiva puramente estatística. Em termos dos fundamentos econômicos, principalmente no que diz respeito aos investimentos, o ambiente ainda é dominado pelos efeitos da incerteza gerada pelo quadro político. Como resultado, a probabilidade de uma aceleração mais forte na retomada dos preços dos imóveis residenciais ainda é pequena no curto prazo.

Fonte: ABECIP

ÍNDICES IMOBILIÁRIOS: ENTENDA MELHOR OS PREÇOS DO MERCADO DE IMÓVEIS


Adquirir um imóvel é mais do que somente comprar um bem. É uma decisão que realmente pode mudar a sua vida e que, às vezes, é feita somente uma vez durante ela. Um investimento como esse pode render muitos frutos, porém, tanto quanto, ele pode trazer prejuízos e alguns problemas.

Você pode encontrar bons imóveis pela internet. Agora, para evitar que a aquisição de um bem como esse faça com que você saia perdendo, é importante conhecer os índices imobiliários, cruciais para que você compreenda o valor de seu imóvel e avalie se aquela é realmente a melhor opção para você.

O que são os índices imobiliários e por que são tão importantes?
Sem dúvida o fator mais relevante na hora de investir em um imóvel é o valor do ativo, certo? Mas como ter certeza de que ele é justo para o que será adquirido? Além disso, é importante garantir que no futuro, caso venha a vendê-lo, o valor cobrado também o seja.

É para lhe dar essa certeza que serve o índice imobiliário. Ele é um conjunto de avaliações que envolve tanto o mercado imobiliário quanto o da construção civil, tudo para traçar um valor que varia unicamente de acordo com a instituição responsável pelo método de cálculo.

A quais índices você deve se atentar?
Muitas instituições financeiras fazem parcerias com empresas do setor imobiliário para criar índices. No entanto, alguns merecem destaque. Confira a lista abaixo e veja quais que você deve ter em mente na hora de vender ou comprar um imóvel:

INCC-M
O INCC (Índice Nacional da Construção Civil) existe desde 1950, e nasceu do desejo de fazer a medição de custos com as construções brasileiras. No início, só atendia o Rio de Janeiro, que à época era a capital nacional.
Hoje, o INCC é um índice de enorme relevância, muito utilizado para correção monetária de valores a serem pagos como entrada de imóveis. Ele com certeza precisa ser consultado!

CUB
Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB) é um índice que é considerado, basicamente, uma evolução do INCC-M. Ele traz informações completas sobre o custo da construção civil em diferentes capitais, levando em conta fatores como a mão de obra e até mesmo a qualidade do acabamento.

IGMI-R ABECIP
Com base em laudos de avaliações fornecidos por um conjunto expressivo de agentes financiadores imobiliários, o IGMI-R ABECIP é calculado com uma amostra mensal iniciada em janeiro de 2014 e atualizada mensalmente.
A base de dados reúne informações sobre imóveis em mais de 4 mil municípios em todos os estados do Brasil, o que permite o cálculo para o total do país, e separadamente para as nove capitais com maior densidade de informações: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Salvador e Goiânia.

IGMI-C
A responsável pelo IGMI-C, ou Índice Geral do Mercado Imobiliário - Comercial, é a FGV. Diferentemente dos anteriores, o foco dele é mais, de fato, o mercado imobiliário, menos ligado à construção civil. Sua maior expressão é entre os imóveis comerciais.
Iniciado em 2000, segue hoje como um dos principais índices do setor e serve como referência para diversos investidores, até mesmo em análises macroeconômicas de grande importância.

IVG-R
O Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R) mede a tendência dos preços dos imóveis residenciais brasileiros. O responsável por ele é o Banco Central do Brasil. Como mede a tendência de preços do futuro e já considera os valores vinculados aos financiamentos, este índice apresenta bons diferenciais. Mas para ter uma noção prévia das tendências, você pode verificar em sites como este!

IGP-M
Também calculado pela Fundação Getúlio Vargas, o Índice Geral de Preços do Mercado indica a variação de preços com foco nos ajustes de contratos de locação. Para ter conhecimento sobre os valores é necessário acompanhar a tabela oficial, que é divulgada mensalmente baseada nos acumulados para os últimos 12 meses.

Taxa SELIC
A Taxa de Juros Selic é fixada pelo Banco Central e seu objetivo é regular a economia, controlar o crédito e conter a inflação. Quando direcionada ao mercado imobiliário ela pode ser usada tanto para orientar reajustes contratuais para vendas e também gerar uma prévia para níveis de crédito oferecidos no mercado.
Quanto mais alta a Selic, mais difícil o acesso ao crédito, o que reduz drasticamente a quantidade e possibilidade de realizar financiamentos imobiliários.

Fonte: Agora Vale
Com adaptações

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

DIVULGAÇÃO: SEMINÁRIO IMOBILIÁRIO 2018 - CONEXÕES


Palestrantes de alto nível e projeção nacional irão abrilhantar o evento com a apresentação de temas atuais e imprescindíveis para o aprimoramento profissional do Corretor do século 21. Veja síntese dos tópicos abaixo e CONECTE-SE. 

REDES SOCIAIS E MERCADO IMOBILIÁRIO
No mercado imobiliário, quem quer comprar, alugar ou vender um imóvel deve explorar ao máximo essas ferramentas para garantir um bom negócio. Para se adaptar a essa nova realidade, os corretores e as empresas do setor precisam estar atentos às mudanças e planejar uma atuação eficiente nas redes sociais.

CONCEPÇÃO DE PRODUTOS IMOBILIÁRIOS PARA UM NOVO CONSUMIDOR
O sucesso de um empreendimento decorre, em grande parte, da elaboração de um produto adequado às necessidades do consumidor já na etapa de concepção. Para realizar esta tarefa necessitamos do auxilio de especialistas em inteligência de mercado e elaboração de planos de negócios, que definem os melhores produtos do ponto de vista comercial, técnico e legal.

SMART CITIES, DESENVOLVIMENTO DE CIDADES E TECNOLOGIA
É impossível falar em cidades verdadeiramente inteligentes se não se falar em fatores como a conexão de todas as facilities, como energia, telecomunicações, logística, mobilidade e uma série de outros elementos que influenciam na vida das pessoas.
Uma smart city é uma cidade cuja visão de desenvolvimento urbano está conectada à tecnologia da informação e a avanços como a internet das coisas.

MOLEGOLAR: A REINVENÇÃO DO MERCADO IMOBILIÁRIO
A tecnologia modular é como um lego, onde é possível retirar ou adicionar espaço ao seu apartamento, de acordo com as fases de sua vida.
De acordo com Saulo Suassuna, proprietário da empresa, "o cliente não se compromete logo de cara como um apartamento grande ou pequeno, e sim, pode ir comprando e vendendo módulos."

NOVAS CIDADES E NOVOS DESAFIOS, TENDÊNCIAS DO SÉCULO 21
Trata-se de criar um caminho que melhore o processo decisório na gestão municipal de forma a possibilitar o aumento da qualidade do ambiente urbano. A observação das perspectivas social, ambiental, físico-espacial e econômica de forma integrada representa um avanço no processo decisório, que deve ser voltado à busca pelo desenvolvimento sustentável e do planejamento, o que fornece credibilidade aos trabalhos de gestão.

CONECTANDO O CORRETOR AO NOVO MUNDO IMOBILIÁRIO
Os corretores de imóveis e as imobiliárias devem considerar e entender o quão importante é desenvolver uma identidade virtual e ter seu negócio representado no ciberespaço através de um sistema e website com foco no mercado imobiliário.
É essencial que o corretor ou a imobiliária se preocupe em construir sua imagem online. Além de atuar nas redes sociais, ter um site com recursos de atendimento online, integração com portais de imóveis e tecnologia de ponta é o principal caminho para que os consumidores encontrem os imóveis e conheçam melhor com quem irão negociar.

MEDIADOR: ANTONIO CARAMELO 
Arquiteto brasileiro, baiano, desenvolveu projetos pioneiros e relevantes para a arquitetura brasileira, principalmente para o desenvolvimento das regiões do Norte/Nordeste.
Optou definitivamente pela atuação na área de projetos arquitetônicos em 1976, tendo se destacado em premiações e concursos, e também como prestação de serviços nas áreas de planejamento urbano e projetos, com atuação predominantemente em Salvador, com participação em outras cidades como: Manaus, Belém, Cuiabá, Campo Grande, Fortaleza, Aracaju, Recife, Belo Horizonte, Uberlândia, Goiânia, Brasília, São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas, São José dos Campos, Londrina e Curitiba.
Dentre seus inúmeros projetos é inegável a influência da arquitetura moderna. A inquietação projetual marca todas as fases da trajetória do arquiteto. A utilização de novas ferramentas, técnicas e conceitos, sempre inovadores, reflete-se no desenvolvimento de projetos inéditos no Norte/Nordeste.

Prof. Marcos Mascarenhas
Com informações da internet.