terça-feira, 4 de junho de 2013

ACORDO ENTRE NETO E ADEMI-BA PODE SER DERRUBADO NA CÂMARA


O acordo entre o prefeito ACM Neto e a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Estado da Bahia (Ademi) que retiraria do projeto de lei da reforma tributária o imposto de 5% nas transações imobiliárias pode ser desfeito na Câmara de Vereadores de Salvador. 

De acordo com informações que chegam ao Bahia Notícias, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, presidida pelo vereador Kiki Bispo (PTN), pretende manter o artigo 72 que trata do assunto. Isso acontecendo, as transações imobiliárias ficarão mais caras a partir da nova reforma tributária. 

Em conversa com o chefe do Executivo municipal, a cobrança teve apoio dos construtores Antonio Carlos Costa Andrade, Vicente Matos e Nelson Trief.

Fonte: Bahia Notícias

CRECI ESCLARECE: IPTU

TV COFECI: FUNDOS IMOBILIÁRIOS 2

segunda-feira, 3 de junho de 2013

MOISE SAFRA E CHINESA COMPRAM 40% DE PRÉDIO EM NY


O bilionário libanês naturalizado brasileiro Moise Safra, irmão do banqueiro Joseph Safra, e a empresária chinesa Zhang Xin, compraram 40% do edifício General Motors em Manhattan, um dos prédios comerciais mais valiosos dos Estados Unidos.

Segundo informações do Wall Street Journal, o negócio foi fechado na sexta-feira, com um pagamento de mais de 700 milhões de dólares - no total, incluindo dívidas não reveladas, o valor do edifício foi projetado em 3,4 bilhões de dólares. A fatia foi adquirida de um fundo de investimentos do Kuwait e do Catar. Os 60% restantes pertencem ao grupo Boston Properties.

O negócio é o maior já realizado no mercado imobiliário americano por um investidor chinês individual e dá aos novos proprietários um ativo muito cobiçado pelos investidores em Manhattan. Zhang, executiva-chefe do Soho China, maior grupo empreendedor de imóveis comerciais de seu país, e seu marido, Pan Shiyi, são donos atualmente dos maiores centros comerciais de Pequim e Xangai.

A maior transação realizada anteriormente com este edifício aconteceu em 2008, quando o Boston Properties e o grupo do Oriente Médio o adquiriram do investidor Harry Macklowe, por 2,8 bilhões de dólares.

Com 50 andares, o prédio é um investimento cobiçado por sua localização: o imóvel fica em um dos mais badalados logradouros de Nova York: a Quinta Avenida. Além disso, o edifício da GM está em frente ao Plaza Hotel e na face sudeste do Central Park.

O edifício General Motors é atualmente ocupado pela companhia de cosméticas francesa Estée Lauder Cos e o escritório de advocacia Weil, Gotshal & Manges. No espaço de varejo, estão a revendedora de brinquedos FAO Schwarz e uma loja da Apple.

Safras em Nova York - A aquisição de Moise acontece pouco mais de dois anos após a compra de outro prédio por seu irmão, Joseph. Na ocasião, o banqueiro pagou 285 milhões de dólares por um edifício comercial em outra avenida bem conhecida de Manhattan: a Madison. Na época, o prédio de 23 andares foi comprado com o maior valor por metro quadrado do país: 12 mil dólares.

Apesar das cifras altas, Joseph Safra pagou um bom preço pelo imóvel, levando em conta que a antiga proprietária, a imobiliária italiana Risanamento, pagou 375 milhões de dólares pelo edifício, em 2007.

Fonte: VEJA.com

DIVULGAÇÃO: PALESTRA "MERCADO IMOBILIÁRIO DO MATO GROSSO DO SUL - OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS"

 Paulo Antunes de Siqueira

O superintendente estadual da Caixa Econômica Federal, Paulo Antunes de Siqueira, é um dos palestrantes do Encontro de Corretores de Imóveis do Bolsão que o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI/MS) preparou para os dias 21 e 22 de junho em Três Lagoas.

A palestra “Mercado Imobiliário do Mato Grosso do Sul – Oportunidade de Negócios” terá início às 14h30 do dia 21 de junho, na Câmara dos Vereadores de Três Lagoas. Paulo Antunes apresentará o cenário nacional e estadual para negócios e também os resultados obtidos e metas.
“A importância de um evento deste porte para a Região está ligada ao aprimoramento do mercado imobiliário e das relações comerciais envolvidas nesse importante segmento da nossa economia e, sobretudo, no fortalecimento do setor”, avalia o superintendente.

Recentemente a instituição anunciou o balanço de financiamentos imobiliários no Estado de janeiro a maio: R$ 600 milhões, o que leva a crer que a meta de atingir R$ 2 bilhões, lançada no início do ano, durante palestra no CRECI/MS, deva se cumprir, uma vez que a maior parte dos negócios se concentra no segundo semestre. “São números que nos deixam otimistas e queremos dividir este cenário com os corretores de imóveis das cidades do interior”, explica o presidente do CRECI/MS, Delso José de Souza.

O ingresso solidário é 1kg de alimento não-perecível e é preciso confirmar presença antecipadamente pelo telefone 3522-8474 (falar com Leila). A programação prevê outras palestras, além da Plenária do CRECI/MS. No dia 22, sábado, haverá um futebol de confraternização e almoço para os corretores de imóveis.

Serviço – Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3325-5557, no CRECI/MS.

DIREITO IMOBILIÁRIO EXIGE DE ADVOGADO CONHECIMENTO DE ÁREAS RELACIONADAS


Entre 2008 e 2012, algumas capitais, como o Rio de Janeiro e São Paulo, experimentaram um vertiginoso aumento de preço dos imóveis e um volume intenso de lançamentos e transações, o que foi chamado de “boom imobiliário”.

Esse fenômeno, obviamente, não foi programado. Na realidade, derivou da conjunção de diversos fatores, como a consolidação do controle da inflação, a redução das taxas de juros, o estímulo ao crédito, inclusive com a solidificação de instrumentos jurídicos de financiamento imobiliário, a elevação da renda do trabalhador brasileiro, e, ainda, o anúncio da realização de grandes eventos no país, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Tais circunstâncias aqueceram a economia, viabilizando a aquisição de imóveis por pessoas físicas, para uso próprio, bem como por investidores, que, anos antes, não teriam condições de investir ou mesmo interesse/confiança na destinação de recursos para este segmento da economia. E o resultado disso foi a descompressão do mercado imobiliário, gerando uma natural elevação dos preços. Até porque, após anos de inércia e abandono, o mercado imobiliário estava absolutamente defasado, necessitando mesmo de reajustes nos preços dos imóveis e de significativo aumento da oferta de novos produtos.

Adicionalmente, vale mencionar que a legislação teve um papel importante nesse movimento. A consolidação da utilização da alienação fiduciária nos contratos imobiliários, prevista na Lei 9.514/1997, permitiu que toda e qualquer providência combativa ao inadimplemento fosse tomada de maneira célere e extrajudicial. Já as normas protetivas para os adquirentes, plasmadas principalmente no Código de Defesa do Consumidor e na Lei 10.931/2004, esta última dispondo sobre patrimônio de afetação nas incorporações imobiliárias, conferiram maior segurança ao mercado (a vendedores e compradores), bem como incentivos tributários para a realização dos investimentos no setor da construção. E, mais recentemente, com o advento da Lei 11.977/2009, instituiu-se o Programa Minha Casa Minha Vida, mediante o qual os investimentos na construção civil voltados para o mercado de baixa renda foram definitivamente incentivados e incrementados.

Ocorre que, em 2011, teve início a contenção da euforia do mercado imobiliário, especialmente em razão do estouro do orçamento de algumas incorporadoras, que notadamente enfrentaram a falta de mão de obra, materiais e equipamentos, acarretando o atraso na entrega de muitos empreendimentos e, consequentemente, reduzindo o número de novos lançamentos.

Naquele momento, o mercado sinalizou que o investimento imobiliário, com todo o seu ciclo de maturação — desde a concepção do produto, aquisição do terreno, aprovação de projetos e obtenção de licenças, construção, até a entrega de unidades aos adquirentes —, não poderia caminhar na mesma velocidade das decisões e pressões típicas do mercado financeiro junto à Bolsa de Valores. Assim, a queda no valor das ações de muitas incorporadoras acabou se tornando o reflexo natural deste descompasso.

A verdade é que a pressão pelos lançamentos imobiliários foi muito grande e depois, no momento da realização dos empreendimentos, não foi possível acompanhar o mesmo ritmo. Logo, houve uma considerável diminuição na oferta de imóveis e muitas empresas do setor reavaliaram suas estratégias e até mesmo seus produtos.

Por outro lado, ao contrário da retração de preços e da estagnação que marcaram a fase anterior a 2008, o pós-boom vem revelando um equilíbrio entre os lançamentos e as vendas, bem como uma moderada elevação dos preços, acompanhando a demanda ainda existente.

Ademais, um novo cenário vem despontando no mercado imobiliário, através da estruturação jurídica de empreendimentos multiuso, produto este que reúne em um único imóvel a exploração de diferentes atividades, como residencial, empresarial, inclusive lajes corporativas, serviços e hotelaria. Essa tendência é notada não só em investimentos nos grandes centros urbanos, mas também em suas zonas periféricas, onde ainda existem demanda, renda e terrenos disponíveis.

Paralelamente, há uma franca expansão de formas alternativas de funding imobiliário, como a criação de fundo de investimento imobiliário (FII), nos termos da Lei 8.668/1993, que, através do administrador do FII, na condição de empreendedor, locador e/ou adquirente, investe em diversos negócios imobiliários. O FII é um condomínio fechado de valores mobiliários, representado pelas cotas adquiridas pelos investidores, cujo retorno do capital investido ocorre através da distribuição dos resultados da respectiva atividade imobiliária para a qual o FII foi constituído.

Neste contexto, surgem novos desafios aos empreendedores imobiliários e aos advogados desta área, na medida em que as atividades imobiliárias, atualmente, vão muito além dos clássicos contratos de compra e venda ou de locação.

Hoje, o advogado especializado em direito imobiliário, que se propõe a atender clientes de médio e grande porte, deve conhecer muito bem as normas que regem atividades estruturadas, como os shopping centers, os empreendimentos multiuso e os fundos de investimento imobiliário. Além disso, é fundamental deter conhecimento de outras áreas relacionadas, tais como aspectos ambientais, estruturações societárias e fiscais destas operações.

Em relação aos grandes empreendedores, o mercado exige não mais um simples volume de lançamentos. A nova ordem é buscar produtos muito bem pensados e que atendam efetivamente às expectativas do consumidor. Neste sentido, os produtos têm sido cada vez mais bem concebidos e estruturados. Não basta simplesmente comercializar apartamentos, mesmo que em grandes quantidades; torna-se necessário, por exemplo, oferecer unidades residenciais inseridas em complexo multiuso com serviços e infraestrutura que atendam efetivamente às necessidades daquele adquirente que, ali, muitas vezes, mora, trabalha e vê suas necessidades básicas de consumo atendidas. Da mesma forma, os instrumentos jurídicos de estruturação deste produto têm como maior desafio, e mesmo principal obrigação, assegurar a harmonia do convívio destas diferentes atividades sobre o mesmo empreendimento concebido.

Por conseguinte, a sofisticação do mercado imobiliário no pós-boom exige um advogado que entenda não só da lei, da doutrina e da jurisprudência, mas que também seja criativo, experiente e entenda do funcionamento do negócio do seu cliente.

Autores: Bruno Aronne - Associado do Veirano Advogados e Mestre em Direito Processual pela UERJ.
Rodrigo de Castro - Sócio do Veirano Advogados e Professor de Direito Imobiliário e Direito Notarial e Registral em diversas instituições.
Fonte: Revista Consultor Jurídico

sábado, 1 de junho de 2013

NOVOS TECNÓLOGOS EM NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS DA UNIFACS - UNIVERSIDADE SALVADOR

 Prof. Marcos Mascarenhas e os novos Tecnólogos em Negócios Imobiliários da UNIFACS
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À guisa de reflexão:

Caros colegas e ex-alunos, vivemos um outro tempo, o mercado imobiliário de hoje reflete inúmeras nuances, é volátil e pulsante, cada vez mais técnico, abrangendo vários ramos da ciência, cada vez mais profissional, priorizando o planejamento estratégico, as tecnologias de informação e comunicação, a inteligência emocional, o marketing, o estudo, a análise e a pesquisa dos seus mais diversos segmentos.

- Definitivamente, não há mais lugar para experiências elementares.

Vocês, Gestores Imobiliários de nível superior, foram instrumentalizados para o exercício pleno de toda e qualquer função inerente ao mercado imobiliário sem restrições e o setor sempre buscará profissionais com a melhor qualificação possível, há de continuar tão ou mais exigente e aquele que possuir formação superior de qualidade terá mais oportunidades em sua área de atuação.

Vocês são todos vencedores! Realizem seus sonhos e como profissionais que são, deixem suas marcas positivas neste mundo.

Parabéns a todos! Agradeço pelo reconhecimento e por me permitirem participar desse momento ímpar em suas vidas.