quarta-feira, 27 de outubro de 2010

NO BRASIL, 13 EMPREENDIMENTOS JÁ LEVAM SELO ECOLÓGICO AQUA

Reconhecido internacionalmente, o Processo AQUA é o primeiro selo ecológico do país para empreendimentos imobiliários

Prédio da Natura é certificado como ambientalmente sustentável

Campus da Natura, em Nazaré Paulista (SP), leva selo AQUA de sustentabilidade

A certificação sustentável de construções e edifícios já é uma realidade em países como a França e começa a ser difundida no Brasil. Denominado de Processo AQUA, o selo é o primeiro atestado de qualidade ambiental de obras, em vigor no país, totalmente adaptado a realidade brasileira e reconhecido pela SBAlliance, rede internacional de sustentabilidade. O certificado visa analisar e comprovar a qualidade e desempenho ambiental de uma construção. No Brasil 13 edifícios já são devidamente reconhecidos e existem 21 processos em andamento, entre eles escolas, hotéis e prédios habitacionais.

O certificado foi lançado em 2008, numa parceria entre a Fundação Vanzolini, que há mais de 15 anos atesta sistemas de gestão na construção civil, e a entidade francesa Qualitel, criada na década de 70 pelo Ministério da Habitação para promover a qualidade e sustentabilidade de edifícios. Na França, os selos sustentáveis emitidos pela Qualitel , vigoram em, pelo menos, 2 milhões de habitações e suas análises vão além da sustentabilidade ecológica. "Trabalhamos com três conceitos principais de sustentabilidade: ambiental, o econômico e o social", explica Ana Cunha, responsável pelo desenvolvimento internacional do organismo francês.

Processo de certificação

O processo de certificação de um edifício começa no momento em que seu projeto de construção é definido, sendo então dividido em três fases: programa, concepção e realização. Ao fim de cada uma destas etapas, o empreendedor deve realizar uma auto-avaliação do projeto e apresentá-la a um auditor da Fundação Vanzolini.

A auditoria é realizada presencialmente e, ao fim de cada uma destas fases, é emitido um certificado que atesta que a obra esta em acordo com as 14 categorias que integram o conceito de Qualidade Ambiental do Edifício (QAE). Os critérios analisados vão desde a escolha de produtos, sistemas e processos construtivos, a qualidade sanitária do ar e da água, o conforto higrotérmico dos ambientes, a gestão da água, energia e resíduos de uso e operação do edifício. Para que o edifício seja aprovado, é necessário que obtenha o conceito "excelente", em pelo menos 3 categorias do QAE, "superior" em 4 e "bom" nas outras 7.

Uma vez comprovado que a construção atende todas as exigências apontadas pelo referencial técnico estipulado pelo Processo AQUA, o empreendimento recebe então, em até 30 dias, o certificado de construção sustentável.

Fonte: EXAME. com

EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS VERDES PODEM SER ACESSÍVEIS?


A grande preocupação mundial com os efeitos do aquecimento global e com a redução da disponibilidade de recursos naturais antes abundantes como a água e a energia elétrica, acendeu o sinal de alerta para a humanidade e acabou criando uma verdadeira febre ecológica que se espalhou por todos os ramos da economia e da atuação humana.

Como não podia deixar de ser, essa febre chegou também aos empreendimentos imobiliários e provocou o aparecimento dos chamados imóveis verdes. Prédios planejados e executados com a preocupação fundamental de agredir o menos possível o meio ambiente, de utilizar somente materiais oriundos de fontes certificadas e que não agredissem o meio ambiente; toda a madeira necessária a construção ou ao acabamento também deve ser oriunda de regiões de reflorestamento e ser certificada; além disso, esses empreendimentos imobiliários devem prever a possibilidade de reciclagem ou reaproveitamento dos resíduos e dejetos produzidos durante sua construção e posterior etapa de ocupação. Também os esgotos e o lixo produzidos devem ter total tratamento e destino correto para que um desses empreendimentos imobiliários receba uma certificação de que é um prédio verde.

Com isso; os custos operacionais e, conseqüentemente, o preço de venda elevam-se normalmente muito além dos empreendimentos imobiliários convencionais o que para muitos empresários do ramo pode se constituir num entrave ao sucesso dos empreendimentos. Entretanto, essa visão já é ultrapassada e os sucessos comerciais alcançados em outros países e, até mesmo, aqui no Brasil mostraram claramente que os empreendimentos imobiliários ecologicamente corretos (verdes) têm um apelo quase irresistível para o público consumidor mais preocupado com essas questões ambientais. Ao mesmo tempo, esses prédios possuem uma vantagem imbatível de serem responsáveis por uma grande economia de recursos financeiros de seus ocupantes graças a forma como são planejados e construídos. A economia nas contas de água, luz e gás; pode representar muitas vezes (em longo prazo) a recuperação da diferença paga a mais pelo imóvel e ainda um valor muito superior a ela. O que torna essas moradias muito atraentes para os que conhecem os benefícios agregados a um projeto verde.

Um aspecto interessante levantado por esses empreendimentos imobiliários verdes; é que seu principal ponto de atração é justamente o diferencial ecológico e o apelo que essa mensagem tem hoje na mente dos consumidores de maior poder aquisitivo e mais preocupados com as questões de sustentabilidade e de longo prazo.

Empreendimentos Imobiliários Verdes são o Futuro

Por essas e outras razões, os empreendimentos imobiliários com preocupação com a qualidade de vida de seus ocupantes e com a interferência mínima no meio ambiente são o futuro da construção civil em qualquer das grandes cidades do planeta. Por uma questão muito simples, esses empreendimentos imobiliários acabarão por tornarem-se o padrão de construção e garantirão que as grandes cidades não se transformem em lugares impossíveis de se viver num mundo cada vez mais degradado e afrontado pelas mãos do homem.

É muito claro então, que esses empreendimentos imobiliários verdes são totalmente viáveis e se tornarão grande sucessos de marketing e de vendas sempre que forem erguidos e lançados ao mercado consumidor. Uma nova forma de morar com um novo jeito de pensar e planejar imóveis.

Fonte: www.apartamentossustentaveis.com.br

CONSTRUTORA LANÇA VERSÃO MÓBILE DE SEU SITE PARA CELULARES COM ACESSO A INTERNET


O número de celulares no Brasil com acesso à internet já chega a 17 milhões, com expectativa de crescer para 29 milhões até o final de 2010, segundos dados da Anatel – Agência Nacional de Telefonia. Para atender a este público plugado e facilitar a vida de quem procura um imóvel, a construtora MBigucci acaba de lançar a versão mobile do seu site: m.mbigucci.com.br. “A vantagem do site mobile é um visual mais limpo, ágil e fácil de navegar”, explica o diretor de Marketing da MBigucci, Marcelo Bigucci. A nova versão é compatível com qualquer celular que tenha acesso à internet .

Pelo m.mbigucci.com.br é possível acessar informações de todos os empreendimentos à venda da MBigucci, baixar imagens e plantas, ter a localização exata via mapa e imagens de satélite, além de fazer buscas selecionando a cidade ou a fase da obra que você deseja. Todas as informações também podem ser compartilhadas com as principais redes sociais como Twitter, Facebook, Foursquare. A versão traz ainda uma apresentação institucional da MBigucci.

A versão é baixada gratuitamente, o usuário só paga à operadora o pacote de dados que utilizar. A criação da versão mobile da MBigucci foi idealizada e coordenada pela empresa Marketing SIM – Soluções Integradas de Marketing.

Fonte: Portal VGV

UTILIZANDO A WEB COMO ALIADA



- Muitos são os fatores, sejam eles externos ou internos, responsáveis pelo bom momento vivido pelo mercado imobiliário soteropolitano. Da mesma forma, muitos são os indícios que apontam o quanto esse mercado está realmente a pleno vapor, como por exemplo, a valorização de até 70% do custo do terreno na capital baiana e a “guerra concorrencial” entre as construtoras.
E é justamente por conta dessa forte concorrência que se verifica atualmente no mercado imobiliário que começa a ganhar força, não apenas entre as construtoras mas também entre as corretoras de imóveis, ferramentas até então consideradas “alternativas” na conquista de novos clientes – e a Internet é o melhor exemplo disso.

Para se ter uma idéia, a procura de ofertas por meio da Web é um opção tão usada por compradores atualmente (e até por candidatos a locatário) que especialistas do setor arriscam a dizer que o segmento já não depende tanto assim de placas de publicidade, panfleto e jornais como antigamente: vários são os sites de imobiliárias, incorporadoras e construtoras na Internet que fica difícil imaginar ser essa uma prática surgida há apenas onze anos.

Uma recente pesquisa realizada nos EUA pela National Association of Realtors (NAR) aponta uma tendência que muito em breve estará espelhando também os hábitos dos compradores de imóvel em todo o Brasil: enquanto 86% dos pesquisados apontam os corretores como a fonte mais utilizada na hora de procurar um imóvel, 69% consideraram as placas de publicidade e 65% a Internet – enquanto 49% preferem os anúncios em jornais e 49% as revistas sobre imóveis.
Muitas empresas do ramo, inclusive, atentas a este fato e cientes do aumento da audiência média de seus sites com o passar do tempo, começam a incorporar outros serviços às suas páginas virtuais como, por exemplo, atendimento on-line, detalhamento com imagens do imóvel, tour virtual e clube de relacionamento com os potenciais clientes.

Evidentemente que o alcance da Internet não pode ser comparado às mídias mais populares, como o Rádio, a TV e os jornais impressos – mas é inegável reconhecer que a diferença de custos entre a divulgação na Web e em outros veículos é significativa.

No entanto, como os sites são ferramentas que não andam “sozinhas” (sendo necessário, para se obter sucesso, um trabalho de divulgação que estimule visitas às suas páginas), deve-se ter sempre em mente que a melhor solução é proporcionar uma interação entre essas mídias.

SEJA UM AGENTE IMOBILIÁRIO EM LONDRES


Você fala bem o inglês? Gosta de trabalhar com o público? Possui empatia e boa apresentação? Então o emprego de corretor de imóveis é para você.

Apenas o fato de você estar disposto à vir morar em Londres, já remete-nos a idéia que você está aberto à mudanças. Ser versátil e de fácil adaptação apenas ajuda a fazer com que tais mudanças sejam bem aproveitadas, tanto no espírito, como também no bolso.

Muitas pessoas que aqui estão, encontram-se em trabalhos completamente diferentes do que faziam quando estavam no Brasil. Em meio à tantas divergências de percurso, muitos encontram vocações e talentos que nem sabiam estar ali.

Veja o caso do Marcel Marinho, 26 anos, por exemplo, nunca imaginava que um dia estaria trabalhando no mercado imobiliário. E sendo tão bem-sucedido.

Ele já havia trabalhado com aviação, informática, construção civil, limpeza e num restaurante, servindo café-da-manhã.

Porém, como estava procurando um lugar para morar, Marcel entrou em contato com a agência ‘Alan Martin’. A casa que escolhera ainda não estava pronta e ele tinha que contactar a imobiliária com uma certa frequência.

No fim-da-história, acabou fazendo amizade com o pessoal da agência que acabaram lhe oferecendo uma vaga na empresa.
‘ Achei que iria ser secretário. Nunca havia trabalhado como corretor antes. Porém, no meu segundo dia, graças a Deus, já estava treinado. No meu trabalho, estou na maior parte do tempo no telefone, em contato com possíveis clientes. Sou na verdade um ‘vendedor’ dos serviços da agência’.
Ser brasileiro nesta profissão traz grandes vantagens pois, segundo Marcel, grande parte da clientela é‘da terrinha’.

‘A maioria das agências gostam de ter clientes brasileiros, porque eles se preocupam com limpeza e pagam em dia.’

Para quem está afim de começar, Marcel dá as dicas:

‘Você precisa ter um bom inglês, boa apresentação, ser receptivo e ouvir o cliente. Quanto mais informações você obter, maiores são as chances de encontrar uma acomodação de acordo com o que ele procura. Uma dica para o pessoal que quer começar é ter contato com imobiliárias, fazer amizades com o pessoal que já trabalha com isto, pois é mais fácil de entrar no mercado através de uma indicação’

E financeiramente? ‘A maioria dos agentes recebe um básico mais a comissão. Isto, lógico, pode variar de agência para agência. Porém ganha-se no mínimo £250.’E no máximo?’Bem, pode-se ganhar muito bem neste negócio. Acomodação em Londres é um dos melhores setores para se trabalhar. Se você trabalhar com a venda do imóvel então, nem se fala, pois os preços das propriedades aqui são altos e, recebemos por comissão’.

Interessado? Então não perca tempo! Um bom caminho é entrar em contato com as agências imobiliárias que trabalham com o mercado brasileiro. Para isto, fique de olho nos anúncios publicitários das revistas, jornais e web sites que trabalham com este público. Se já houver algum brasileiro lá, não tenha vergonha, se apresente e peça umas dicas. E boa sorte!

ROBERTO CARLOS LANÇA INCORPORADORA EM PARCERIA COM EMPRESÁRIO


O cantor Roberto Carlos está entrando no mercado imobiliário. Em parceria com seu empresário, Dody Sirena, e com Ubirajara Guimarães, ele criou a empresa Emoções Incorporadora.

"O Roberto vai se envolver diretamente com tudo. Ele quer que os imóveis tenham os valores dele, ou seja, o que ele acredita ser qualidade de vida", afirma Dody.

A empresa trabalhará na área residencial e comercial em todo o Brasil.

O primeiro empreendimento será um condomínio de casas a ser lançado em dezembro, em São Paulo.


terça-feira, 26 de outubro de 2010

TIO SAM E A FÉ PÚBLICA / INACREDITÁVEL: VENDERAM O EMPIRE STATE BUILDING! E COM O APOIO DE UM "NOTÁRIO"

Clique na imagem para ampliar.

Entre outras podres delícias, o Tio Sam exportou para o mundo a crise decorrente das suas hipotecas podres.

Foi a primeira fissura no imaginário ingênuo daqueles que ainda acreditavam, em pleno século XXI, que o que é bom para os Estados Unidos é bom para esta Selva de Papagaios.

Falo do seu sistema registral - com o perdão da expressão – em que tudo parecia ser muito simples, rápido, eficiente e econômico. Para muitos dos que atuam no mercado imobiliário tupiniquim, os modelos de securitização e sua base jurídica de segurança estrutural – sistemas de seguros de títulos e registros administrativos – eram tudo de bom.

“Amo tudo isso” – dizia o empolgado colega do crédito imobiliário, entre um Mac e uma taça generosa de café, macaqueando os players da Fannie Mae and Freddie Mac. Para ser moderno basta acreditar nessas entidades e apostar na roleta de ações.

Pena que tudo isso deu sumiço e ruiu ruidosamente. Tudo muito ruim, seu moço!

Mas pra quem não conhece muito bem o sistema registral, com o abuso da expressão, recomendo a leitura da patética reportagem do Daily News, edição de 2 de dezembro de 2008 – It took 90 minutes for Daily News to ‘steal’ the Empire State Building.

Inacreditável: venderam o Empire State Building! E com o apoio de um “notário” – notaram como uma vez mais é preciso metaforizar esta prosa?

Os 102 anos de história testemunharam o simulacro que consumiu alguns poucos minutos – preenchimento de formulários, atuação de notário e pimba! tudo muito simples, rápido, eficiente e econômico.

Pena que nada disso é seguro. Mas afinal, em tempos pós-modernos, em que tudo que é sólido desmancha no ar, em que a realidade é surpreendida por seus arremedos tecnológicos, para que segurança?

Depois de tentar, arriscar e fracassar, tente de novo: game over!

O “The New York Daily News” revela em sua edição impressa como conseguiu obter a titularidade do edifício com a ajuda de documentos e notário falsos.

Segundo o jornal, os responsáveis por este grande golpe só tiveram que preencher papéis falsos e, em menos de 90 minutos, eram os novos proprietário do edifício escalado por King Kong em 1933, por US$ 2 bilhões.

Para dar impressão de realidade à fraude, o “New York Daily News” fingiu ser uma empresa chamada Nelots Properties – nelots é stolen (roubado) ao contrário.

Além disso, na documentação colocou como testemunha da transação o nome de Fay Wray, a atriz que interpretou Ann Darrow, a loira que seduziu King Kong, e como notário o ilustre ladrão de bancos Willie Sutton.

O “golpe” foi dado e, segundo os promotores, buscava demonstrar o perigo de uma brecha legal que existe na regra local pela qual não se requer a intervenção de um funcionário para verificar a informação fornecida neste tipo de transações.

Apesar de ter ficado claro que o roubou não ficaria em segredo por muito tempo, no caso de imóveis mais modestos pode ser que sejam fechadas vendas inclusive sem que o proprietário saiba, como queria denunciar o “New York Daily News”.

O jornal, que não forneceu todos os detalhes da operação para nao facilitá-la, “devolveu” o edifício a seus donos, a empresa Empire State Land Associates, após 24 horas.

O periódico diz que, quando a transferência é aprovada, é fácil conseguir uma hipoteca.

Isso porque “os intermediários, os representantes das companhias, os bancos que fazem empréstimos, os advogados e outras pessoas relacionadas ao processo hipotecário não costumam verificar a identidade e outra informação fornecida pelos usurpadores”.

Fonte: Observatório do Registro